Aplicações e detalhes do exame

Sobre o exame

A fotografia do segmento anterior é um exame de diagnóstico por imagem que consiste em tirar fotografias em alta resolução da parte da frente do olho.

O “segmento anterior” inclui todas as estruturas que podemos ver a olho nu e com o auxílio do microscópio, como as pálpebras, os cílios, a conjuntiva (a membrana transparente), a córnea (a “lente” transparente da frente), a esclera (a parte branca), a íris (a parte colorida) e o cristalino (a nossa lente interna, visível através da pupila). É um método de documentação visual.

Documentação de lesões

A principal finalidade da fotografia do segmento anterior é a documentação objetiva de qualquer alteração ou lesão. O olho humano é excelente para detectar mudanças, mas a memória visual pode falhar.

Ter uma fotografia de alta qualidade de uma pinta na íris (nevo), de um pterígio ou de uma cicatriz na córnea cria um registro basal fiel. Em consultas futuras, uma nova foto pode ser tirada e comparada lado a lado com a original. Essa comparação direta é a forma mais precisa de determinar se a lesão cresceu, mudou de cor ou de formato.

Acompanhamento de pterígio

A fotografia do segmento anterior é muito útil no acompanhamento do pterígio, aquela “pele” avermelhada que pode crescer da conjuntiva em direção à córnea. Muitas vezes, o pterígio tem um crescimento lento e o paciente não o percebe.

A fotografia seriada, feita a cada 6 ou 12 meses, permite ao oftalmologista documentar o tamanho exato da lesão e sua proximidade com o eixo visual. Um crescimento documentado nas fotos é um critério importante que o médico usa para indicar a necessidade de uma cirurgia.

Nevo de íris

Assim como temos pintas na pele, podemos ter um nevo (pinta) na íris, a parte colorida do olho. Na imensa maioria das vezes, são lesões benignas. No entanto, como qualquer pinta no corpo, é preciso acompanhá-la para ter certeza de que não há mudanças suspeitas ao longo do tempo.

A fotografia do segmento anterior é a melhor forma de fazer esse acompanhamento. Ela registra o tamanho, o formato e a pigmentação do nevo, criando uma base para comparações futuras e garantindo um monitoramento seguro da lesão.

Córnea e conjuntiva

Qualquer alteração na superfície da córnea ou da conjuntiva pode ser documentada com a fotografia do segmento anterior. Isso inclui cicatrizes corneanas (leucomas), lesões tumorais como o carcinoma, degenerações como a pinguécula, a presença de vasos sanguíneos anormais na córnea (neovascularização) ou sinais de conjuntivites crônicas.

O registro fotográfico ajuda o médico a avaliar a extensão da lesão e a monitorar a resposta a tratamentos, como o uso de colírios ou procedimentos cirúrgicos.

Lâmpada de fenda

A fotografia do segmento anterior é geralmente realizada com uma câmera fotográfica digital de alta resolução que é acoplada a uma lâmpada de fenda. A lâmpada de fenda é o microscópio que o oftalmologista usa em todas as consultas para examinar os olhos.

A combinação da magnificação e da iluminação especial da lâmpada de fenda com uma câmera de qualidade permite a captura de imagens extremamente nítidas e detalhadas, revelando estruturas que não seriam visíveis em uma fotografia comum.

Adaptação de lentes

A fotografia também pode ser uma ferramenta útil na adaptação de lentes de contato, especialmente as mais complexas, como as lentes esclerais ou as protéticas. O profissional pode fotografar a lente no olho do paciente para documentar sua centralização, seu movimento e a relação dela com a córnea e a conjuntiva.

Em casos de lentes protéticas, que são pintadas para se assemelharem ao outro olho, a fotografia do olho saudável serve como um guia para o artista que irá pintar a lente, buscando o resultado estético mais natural possível.

Registro pré e pós-operatório

A fotografia do segmento anterior é amplamente utilizada como um registro documental antes e depois de procedimentos cirúrgicos.

Por exemplo, fotografar o olho antes e depois de uma cirurgia de pterígio, de um transplante de córnea ou da remoção de um tumor de superfície é uma excelente forma de avaliar o resultado do procedimento. As imagens são importantes tanto para a documentação médica no prontuário do paciente quanto para que o próprio paciente possa visualizar a melhora obtida com a cirurgia.

Avaliação da catarata

Embora o diagnóstico da catarata seja feito no exame ao vivo, a fotografia do segmento anterior pode ser usada para documentar a aparência e o grau de opacidade do cristalino. Com a iluminação adequada da lâmpada de fenda, é possível fotografar através da pupila e registrar se a catarata é do tipo nuclear, cortical ou subcapsular.

Isso pode ser útil para fins de documentação, para explicar a condição ao paciente de forma visual e para o acompanhamento da sua progressão ao longo do tempo.

Comunicação com o paciente

Uma imagem, muitas vezes, vale mais do que mil palavras. A fotografia do segmento anterior é uma ferramenta de comunicação muito poderosa entre o médico e o paciente.

Ao mostrar a foto de uma lesão, de uma catarata ou de um pterígio em uma tela, o oftalmologista consegue explicar de forma muito mais clara e visual qual é o problema e por que um determinado tratamento ou acompanhamento é necessário. Isso ajuda o paciente a entender melhor sua própria condição de saúde e a participar de forma mais ativa nas decisões.

Procedimento simples

Para o paciente, o exame é extremamente simples e rápido. Ele se senta confortavelmente na lâmpada de fenda, da mesma forma que em uma consulta de rotina, e posiciona o queixo e a testa em um suporte. O profissional ajusta o foco e a iluminação e captura as fotografias.

O procedimento todo leva apenas um ou dois minutos e é totalmente indolor. Não há necessidade de colírios anestésicos, e a dilatação da pupila só é necessária se o objetivo for fotografar o cristalino em detalhe.

Fotografia com corantes

Em algumas situações, a fotografia do segmento anterior pode ser feita após a instilação de corantes vitais, como a fluoresceína ou a lisamina verde. A fluoresceína, sob uma luz azul, cora em verde brilhante qualquer área onde a camada superficial da córnea esteja lesionada, como em um arranhão ou uma úlcera.

A lisamina verde cora as células desvitalizadas, comum no olho seco. Fotografar essas áreas coradas é uma excelente forma de documentar a extensão exata de uma lesão de superfície e de monitorar sua cicatrização.

Perguntas frequentes sobre a fotografia do segmento anterior

Esta seção foi desenvolvida para esclarecer suas dúvidas sobre este exame fotográfico, explicando como ele é realizado e qual a sua importância para o acompanhamento da sua saúde ocular.

Sobre o exame
Doenças diagnosticadas
Detalhes do exame
Cuidados para o exame
Sobre o exame

Como é feito o exame de fotografia do segmento anterior?

Ícone

O exame é muito simples e se parece com uma consulta de rotina. Você se sentará confortavelmente em frente a um aparelho chamado lâmpada de fenda, que é um microscópio ocular, e posicionará seu queixo e testa em um suporte. O profissional irá ajustar o foco e a iluminação para visualizar a estrutura que precisa ser fotografada (como sua córnea ou íris). Uma câmera digital acoplada ao aparelho irá capturar a imagem. O procedimento é rápido, levando apenas alguns minutos.

O exame dói ou causa algum tipo de desconforto?

Ícone

Não, a fotografia do segmento anterior é um exame totalmente indolor. Não há contato do aparelho com o seu olho. O único desconforto que pode ocorrer é a sensibilidade à luz do aparelho, que precisa iluminar bem o olho para que a foto fique nítida. Não são necessários colírios anestésicos. Se o objetivo for fotografar uma lesão na córnea com o auxílio do corante de fluoresceína, o médico irá pingar o colírio, mas ele também não causa dor.

Quanto tempo o exame demora para ser concluído?

Ícone

A captura das fotografias é extremamente rápida, durando apenas um ou dois minutos. O tempo total pode variar um pouco se for necessário dilatar a pupila, o que é feito apenas se o objetivo for fotografar o cristalino (a lente da catarata) em detalhe. Nesse caso, é preciso aguardar cerca de 20 a 30 minutos para o colírio fazer efeito. Mas, para a maioria das fotografias de córnea, íris ou conjuntiva, o procedimento em si é muito ágil.

É preciso dilatar a pupila para fazer este exame?

Ícone

Depende do objetivo da fotografia. Para a grande maioria dos casos, como fotografar uma lesão na córnea, um pterígio, uma pinta na íris ou a conjuntiva, não é necessário dilatar a pupila. A dilatação só é indicada quando o médico deseja documentar especificamente o cristalino, que fica localizado atrás da pupila. Uma pupila dilatada permite uma visão e uma fotografia mais ampla do cristalino, ajudando a classificar o tipo de catarata, por exemplo.

Que tipo de câmera é usada para tirar essas fotos?

Ícone

As fotografias do segmento anterior são feitas com câmeras fotográficas digitais (DSLR) de alta resolução, que são adaptadas para serem acopladas diretamente na lâmpada de fenda. A lâmpada de fenda funciona como a “lente de aumento” e o sistema de iluminação, enquanto a câmera digital é responsável por capturar a imagem com a máxima qualidade e nitidez. Essa combinação permite o registro de detalhes muito pequenos, que não seriam visíveis a olho nu.

É preciso ficar com o olho parado durante a foto?

Ícone

Sim, durante os breves instantes em que a fotografia está sendo capturada, é importante que você tente manter o olhar fixo em um ponto e evite piscar no momento do clique. Manter o olho imóvel ajuda a garantir que a fotografia saia perfeitamente focada e nítida. O profissional que realiza o exame irá orientá-lo sobre o momento exato de manter o olho aberto. Se por acaso você piscar, não há problema, a foto pode ser repetida facilmente.

Quem é o profissional que realiza o exame?

Ícone

A captura das imagens da fotografia do segmento anterior pode ser realizada por um médico oftalmologista ou por um profissional técnico treinado em fotografia oftálmica. A operação do equipamento requer conhecimento para se obter o melhor foco, iluminação e enquadramento. No entanto, a interpretação das imagens, a identificação das alterações e a elaboração do laudo com a conclusão diagnóstica são sempre de responsabilidade do médico oftalmologista.

Os resultados da fotografia ficam prontos na hora?

Ícone

Sim, as imagens digitais ficam disponíveis no computador instantaneamente após serem capturadas. O médico ou o técnico já podem visualizar a foto na tela no mesmo momento. O seu oftalmologista já pode, inclusive, mostrar a imagem para você durante a consulta para explicar alguma alteração. A elaboração de um laudo formal, com a descrição detalhada do que foi observado, pode levar um pouco mais de tempo, ficando pronto em alguns dias.

O exame é sempre feito nos dois olhos?

Ícone

A decisão de fotografar um ou ambos os olhos depende da indicação clínica. Se a alteração a ser documentada está presente em apenas um olho, como um pterígio ou uma cicatriz, a fotografia pode ser feita apenas nesse olho. No entanto, em muitas situações, como no acompanhamento de nevos (pintas) na íris, o médico pode optar por fotografar os dois olhos para ter um registro comparativo, o que é uma prática muito útil na avaliação de simetria e de outras características.

Por que a iluminação da lâmpada de fenda é especial?

Ícone

A iluminação da lâmpada de fenda é especial porque ela é altamente controlável. O médico pode projetar a luz em diferentes formatos, como um círculo amplo ou uma fenda de luz muito fina. Essa “fenda” de luz permite criar um “corte óptico” das estruturas transparentes, como a córnea e o cristalino, possibilitando a visualização em profundidade. Além disso, é possível usar filtros de cor, como o azul cobalto, que é essencial para visualizar lesões coradas pela fluoresceína. Essa versatilidade na iluminação é o que permite a captura de imagens tão detalhadas.

Doenças diagnosticadas

Qual a principal finalidade da fotografia do segmento anterior?

Ícone

A principal finalidade deste exame não é diagnosticar uma doença pela primeira vez, mas sim documentá-la de forma objetiva. Sua grande utilidade está no acompanhamento de lesões e alterações ao longo do tempo. Ao comparar uma foto atual com uma tirada há um ano, o médico pode determinar com certeza se uma lesão cresceu, se um tratamento está funcionando ou se uma condição está estável. É uma ferramenta de monitoramento e documentação de grande valor para a segurança do paciente.

Como o exame ajuda no acompanhamento do pterígio?

Ícone

No acompanhamento do pterígio (a “carne no olho”), a fotografia seriada é fundamental. Ela cria um registro objetivo do tamanho da lesão e da sua proximidade com a pupila. Comparando as fotos ao longo dos meses ou anos, o oftalmologista consegue determinar a velocidade de crescimento do pterígio. Se a fotografia mostrar que ele está crescendo rapidamente ou a ameaçar cobrir o eixo visual, essa é uma evidência concreta que ajuda o médico a indicar o momento correto para a cirurgia de remoção.

Para que serve fotografar uma "pinta" na íris (nevo)?

Ícone

Assim como as pintas na pele, os nevos na íris são, na grande maioria das vezes, benignos. No entanto, eles precisam ser acompanhados. A fotografia do segmento anterior é a melhor maneira de fazer isso. Ela cria um registro basal de alta qualidade do tamanho, formato e pigmentação do nevo. Em consultas futuras, uma nova foto é comparada com a original. A ausência de mudanças ao longo do tempo traz segurança, enquanto qualquer sinal de crescimento ou alteração seria um alerta para uma investigação mais aprofundada.

O exame pode ser usado para documentar a catarata?

Ícone

Sim, a fotografia do segmento anterior é uma excelente forma de documentar o tipo e o grau de opacidade da catarata. Com a iluminação e a magnificação da lâmpada de fenda, é possível tirar uma foto nítida do cristalino através da pupila (geralmente dilatada). Essa imagem pode ser mostrada ao paciente para que ele entenda melhor sua condição. Além disso, ter um registro fotográfico da evolução da catarata ao longo do tempo ajuda a documentar a piora da opacidade e a justificar a indicação da cirurgia.

A fotografia ajuda a avaliar cicatrizes na córnea?

Ícone

Com certeza. A fotografia do segmento anterior é muito útil para documentar a localização, o tamanho e a densidade de cicatrizes na córnea (chamadas de leucomas). Ter um registro fotográfico permite ao médico monitorar se a cicatriz está estável e avaliar o seu impacto na visão, dependendo da sua posição em relação à pupila. Também é usada para documentar o resultado de cirurgias, como um transplante de córnea, registrando a transparência do enxerto e a aparência das suturas.

É possível fotografar uma úlcera de córnea?

Ícone

Sim. Para fotografar uma úlcera ou qualquer outra lesão na superfície da córnea, o médico geralmente utiliza um colírio com corante de fluoresceína. Esse corante tinge de verde brilhante qualquer área onde o epitélio (a camada superficial da córnea) esteja danificado. A fotografia, feita com um filtro de luz azul, captura essa imagem fluorescente de forma espetacular. Isso permite documentar o tamanho exato e o formato da úlcera no início do tratamento e comparar com fotos futuras para monitorar a cicatrização.

Este exame serve para documentar tumores na superfície do olho?

Ícone

Sim, a fotografia do segmento anterior é uma ferramenta indispensável no acompanhamento de tumores da superfície ocular, como a neoplasia intraepitelial ou o carcinoma da conjuntiva. O registro fotográfico de alta qualidade permite ao médico medir a lesão com precisão e documentar suas características, como a vascularização e a pigmentação. Comparar as fotos ao longo do tempo é crucial para avaliar a velocidade de crescimento do tumor e para monitorar a resposta a tratamentos como colírios quimioterápicos ou cirurgia.

A fotografia pode auxiliar na adaptação de lentes de contato?

Ícone

Sim, a fotografia do segmento anterior pode ser um ótimo auxiliar. O profissional pode fotografar a lente de contato no olho para documentar sua posição (centralização), sua movimentação ao piscar e a interação da borda da lente com a conjuntiva. Em casos de lentes de contato protéticas, que são coloridas para mascarar uma imperfeição no olho, a fotografia do olho saudável do paciente serve como um modelo para o laboratório, ajudando a criar uma lente com a cor e os detalhes da íris mais parecidos possível.

O exame é útil no pré e pós-operatório?

Ícone

Sim, a fotografia do segmento anterior é uma prática excelente para a documentação no pré e pós-operatório. Ter uma foto do “antes” e do “depois” de uma cirurgia de pterígio, da remoção de um tumor, de uma plástica palpebral ou de um transplante de córnea é a melhor forma de documentar o resultado do procedimento. Essas imagens são importantes para o prontuário médico e também são muito gratificantes para o paciente, que pode visualizar de forma clara a melhora estética e funcional obtida com a cirurgia.

A fotografia pode ajudar a entender a causa do olho vermelho?

Ícone

Sim, a fotografia pode ajudar a documentar os sinais que levam ao diagnóstico da causa do olho vermelho. O médico pode fotografar o padrão dos vasos sanguíneos dilatados (o que ajuda a diferenciar uma conjuntivite de uma uveíte, por exemplo), a presença de secreção, de folículos ou papilas na conjuntiva (sinais de alergia ou infecção viral) ou de lesões específicas. Ter um registro visual de alta qualidade da aparência do olho durante uma crise ajuda no diagnóstico e no acompanhamento da melhora com o tratamento.

Detalhes do exame

Qual a diferença entre a fotografia do segmento anterior e a retinografia?

Ícone

A diferença está na parte do olho que cada exame fotografa. A fotografia do segmento anterior, como o nome diz, registra imagens da parte da frente do olho: córnea, íris, conjuntiva, etc. A retinografia é a fotografia do fundo do olho, ou seja, da parte de trás: a retina, o nervo óptico e os vasos sanguíneos. São exames diferentes, realizados em equipamentos distintos: a fotografia do segmento anterior é feita, em geral, com câmera acoplada à lâmpada de fenda; a retinografia é feita com retinógrafo (câmera de fundo de olho), e cada um tem suas indicações específicas.

A tecnologia das câmeras usadas é especial?

Ícone

Sim. As câmeras usadas são digitais de alta qualidade (DSLR ou dedicadas), e o grande diferencial é o sistema óptico ao qual são acopladas. A lâmpada de fenda funciona como “lente macro” e um sistema de iluminação de altíssima qualidade. Essa combinação permite capturar imagens com uma magnificação, nitidez e riqueza de detalhes que seriam impossíveis de se obter com uma câmera comum, mesmo uma profissional. É a união da fotografia com a microscopia oftalmológica.

Como o médico consegue fotografar através da pupila?

Ícone

Para fotografar o cristalino (a lente onde se forma a catarata), que fica atrás da íris, o médico precisa que a pupila esteja dilatada. Após a aplicação de colírios dilatadores, a pupila se abre, criando uma janela de visualização maior. O profissional então utiliza as técnicas de iluminação da lâmpada de fenda, como a retroiluminação (onde a luz bate no fundo do olho e volta), para destacar a opacidade do cristalino contra o brilho vermelho da retina, permitindo uma fotografia clara da catarata.

O que é a fotografia com "fenda de luz"?

Ícone

A fotografia com “fenda de luz” é uma técnica especial em que o médico ajusta a iluminação do aparelho para projetar um feixe de luz fino e retangular sobre o olho. Essa fenda de luz cria um “corte” óptico através das estruturas transparentes, como a córnea e o cristalino. Ao fotografar essa imagem, é possível documentar a profundidade aparente de uma lesão e a localização de opacidades nas estruturas; a espessura corneana, quando necessária, deve ser quantificada por paquimetria (não pela fotografia) dentro do cristalino. É uma técnica que adiciona a percepção de profundidade à fotografia.

A fotografia é considerada um exame objetivo ou subjetivo?

Ícone

A fotografia do segmento anterior é um exame totalmente objetivo. Isso significa que ele registra uma imagem da aparência do seu olho, independentemente de qualquer resposta ou sensação sua. O resultado é um documento visual, um fato. A interpretação dessa imagem pelo médico é o que adiciona o componente de análise clínica, mas a captura da imagem em si é uma forma objetiva de documentação, o que a torna uma ferramenta muito confiável para o acompanhamento de lesões ao longo do tempo.

A qualidade da foto depende da experiência do profissional?

Ícone

Sim, a qualidade da fotografia depende muito da habilidade e da experiência do profissional que a realiza. Obter uma imagem perfeitamente focada, bem iluminada, sem reflexos indesejados e com o enquadramento correto de uma estrutura ocular microscópica é uma arte. Um profissional experiente sabe como posicionar o paciente, como ajustar as configurações da câmera e, principalmente, como manipular as diversas técnicas de iluminação da lâmpada de fenda para destacar a alteração que precisa ser documentada.

As fotos podem ser enviadas para outros médicos?

Ícone

Sim, uma das grandes vantagens da fotografia digital é a facilidade de compartilhamento. As imagens podem ser exportadas em formatos universais (como JPEG) e enviadas de forma segura para outro médico para uma segunda opinião, ou para um especialista em outra cidade, por exemplo. Isso facilita a discussão de casos complexos e a colaboração entre diferentes profissionais de saúde, sempre visando o melhor cuidado para o paciente.

As minhas fotografias ficam arquivadas na clínica?

Ícone

Sim, todas as fotografias do segmento anterior, assim como todos os seus outros exames de imagem, são salvas digitalmente e anexadas ao seu prontuário eletrônico. Manter esse arquivo visual histórico é de grande importância. A cada consulta, o médico pode acessar suas fotos antigas e compará-las com as novas. Essa comparação direta e objetiva é a forma mais segura e precisa de monitorar a evolução de qualquer condição, garantindo que nenhuma mudança passe despercebida.

Esta tecnologia é moderna?

Ícone

A fotografia ocular é um conceito que existe há muito tempo, mas a tecnologia atual é extremamente moderna. A transição dos filmes fotográficos para os sensores digitais de alta resolução representou um salto de qualidade imenso. Os softwares atuais permitem a análise detalhada das imagens, a realização de medidas e a comparação lado a lado de fotos de diferentes datas. Portanto, é uma técnica clássica que foi totalmente modernizada pela revolução digital, tornando-se mais precisa e prática.

O que é um "laudo" da fotografia que o médico faz?

Ícone

O laudo é o relatório médico que acompanha a fotografia. Nele, o oftalmologista descreve em palavras o que a imagem mostra. Ele detalha as características da estrutura fotografada, aponta as alterações encontradas, e pode incluir medidas da lesão, se for o caso. O laudo termina com uma impressão diagnóstica, que é a conclusão do médico baseada na análise da imagem. O conjunto da fotografia (a evidência visual) e do laudo (a interpretação médica) forma o resultado completo do exame.

Cuidados para o exame

Qual o preparo para fazer a fotografia do segmento anterior?

Ícone

O preparo para este exame é muito simples. Na maioria dos casos, não há nenhum preparo especial. Não é preciso fazer jejum nem suspender medicamentos. Se o objetivo for fotografar o cristalino (catarata), será necessário dilatar a pupila, e nesse caso, o único preparo é vir com um acompanhante. Para fotos da superfície do olho, nenhum preparo é necessário. É sempre bom evitar maquiagem na região dos olhos no dia do exame.

Preciso de um acompanhante para este exame?

Ícone

Depende. Se o seu exame for para fotografar a parte externa do olho, como a córnea ou a conjuntiva, não será preciso dilatar a pupila, e você poderá ir e voltar sozinho, pois sua visão não será afetada. No entanto, se o médico informou que o objetivo é fotografar a sua catarata, será necessário dilatar a pupila. Nesse caso, é obrigatório que você venha com um acompanhante, pois sua visão ficará embaçada por algumas horas.

Posso dirigir depois de fazer o exame?

Ícone

Se a sua pupila foi dilatada para o exame, a resposta é não. É perigoso e proibido dirigir com as pupilas dilatadas, pois a visão fica embaçada e a sensibilidade à luz aumenta muito. Se o seu exame foi realizado sem dilatação, sua visão não será afetada e você poderá dirigir normalmente logo após o procedimento. A regra é simples: se usou colírio para dilatar, não pode dirigir.

Devo parar de usar meus colírios de rotina?

Ícone

Não, você deve continuar usando seus colírios de tratamento normalmente, a menos que seu médico lhe dê uma orientação específica em contrário. Medicamentos para glaucoma, lubrificantes ou outros tratamentos não interferem na qualidade da fotografia do segmento anterior. Manter sua rotina de medicação é importante para a sua saúde ocular.

É melhor ir de óculos ou posso usar minhas lentes de contato?

Ícone

É mais prático e recomendado que você vá para o exame usando seus óculos. Se for preciso dilatar a pupila, você terá que remover as lentes de contato de qualquer forma. E mesmo que não haja dilatação, o brilho da luz do aparelho pode ser um pouco mais desconfortável para quem está de lente. Além disso, se for usado algum corante, ele pode manchar as lentes gelatinosas. Portanto, o mais simples e seguro é optar pelos óculos no dia do exame.

Preciso estar em jejum?

Ícone

Não, não há nenhuma necessidade de jejum para a fotografia do segmento anterior. Você pode se alimentar normalmente antes do exame. É um procedimento não invasivo, que não envolve sedação nem medicamentos que possam interagir com alimentos. Pode manter sua rotina de alimentação e hidratação sem nenhuma preocupação.

O que devo levar para a clínica no dia do exame?

Ícone

Os itens a levar são os mesmos de uma consulta normal: seus documentos, o pedido médico e, se for o caso, a carteirinha do plano de saúde. Se o seu exame exigir dilatação da pupila, é muito importante não se esquecer de levar um par de óculos de sol, pois eles serão essenciais para o seu conforto na saída da clínica, devido à alta sensibilidade à luz.

Quanto tempo a visão fica embaçada se a pupila for dilatada?

Ícone

A duração do embaçamento e da sensibilidade à luz causados pela dilatação pode variar de pessoa para pessoa, mas geralmente dura de 4 a 6 horas. Em algumas pessoas, especialmente aquelas com olhos claros, o efeito pode se prolongar um pouco mais. É uma boa ideia planejar um resto de dia mais tranquilo após o exame, sem atividades que exijam uma visão nítida, como ler por muito tempo ou trabalhar no computador.

O flash da câmera pode fazer mal aos meus olhos?

Ícone

Não, o flash/iluminação utilizados na câmera acoplada à lâmpada de fenda (ou no equipamento de captura) são totalmente seguros para os olhos. Embora a luz seja intensa, sua duração é de uma fração de segundo e a energia emitida está dentro de todos os padrões de segurança internacionais para exames oftalmológicos. O único efeito é um ofuscamento momentâneo, que passa em poucos segundos, sem causar nenhum tipo de dano à sua retina ou a qualquer outra estrutura ocular.

Quais cuidados devo ter depois de chegar em casa?

Ícone

Se o seu exame não envolveu dilatação, nenhum cuidado especial é necessário. Se a sua pupila foi dilatada, o principal cuidado é se proteger da luz forte, usando óculos de sol e preferindo ambientes com iluminação mais baixa até que o efeito do colírio passe. Evite forçar a visão em atividades que exijam foco, como a leitura. Assim que sua visão voltar ao normal, todas as atividades podem ser retomadas sem nenhuma restrição.

Mais exames oculares

icon olho svg

Tomografia de segmento anterior

A tomografia de segmento anterior (visante) é um exame 3D que analisa a córnea, sendo essencial para o diagnóstico de ceratocone e para a segurança de cirurgias.

veja mais

icon olho svg

Ultrassonografia ocular

Ultrassonografia ocular fornece imagens internas do olho, detecta alterações invisíveis a métodos ópticos e orienta diagnósticos e cirurgias com rapidez e segurança.

veja mais

icon olho svg

Topografia corneana

A topografia de córnea é um exame que cria um mapa de relevo da superfície do olho, sendo um recurso importante para diagnosticar ceratocone e planejar cirurgias.

veja mais

icon olho svg

Citologia de impressão ocular

A citologia de impressão ocular é um exame que coleta e analisa células da superfície do olho para diagnosticar doenças como olho seco severo e outras condições.

veja mais

icon olho svg

PAM – acuidade visual

O PAM (Potencial de Acuidade Visual) é um exame que estima a visão potencial da retina, sendo um recurso importante para o prognóstico antes de cirurgias de catarata.

veja mais

icon olho svg

Exame de vista (autorrefração)

A autorrefração computadorizada no exame de vista estima o grau de forma objetiva e complementa a refração subjetiva, apoiando prescrições confortáveis.

veja mais

Ativar localização

DOM Medicina Diagnóstica

Rua dos Lótus, 7. Quadra 01 – Jardim Renascença, São Luís – MA
Agendar no WhatsApp

HRO Elleve Plástica

Av. dos Holandeses, 200, loja 97A-98. Calhau – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp

HOS Lagarto

Tv. Anchieta, 22. Rua Josias Correia Fontes, 22. Centro, Lagarto (SE)
Agendar no WhatsApp

HRO V+ Oftalmologia

Av. Jerônimo de Albuquerque, 02. Cohab Anil I, São Luís (MA).
Agendar no WhatsApp

HOP Palmas

402 Sul Av Joaquim T S Lote 2 - Plano Diretor Sul, Palmas - TO, 77021-622
Agendar no WhatsApp

Totum Saúde Mangalô

Av. Mangalô, 2051. St. Morada do Sol, Goiânia – GO, 74475-115
Agendar no WhatsApp

Totum Saúde Bueno

Av. T-2, 427. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
Agendar no WhatsApp

CBCO Goiânia (GO)

Av. T-2, 401. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
Agendar no WhatsApp

IOBH Belo Horizonte

R. Padre Rolim, 541 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-090
Agendar no WhatsApp

COA Santa Efigênia BH

Rua Grão Pará, 737. Bairro de Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG).
Agendar no WhatsApp

HOF Centro Biguaçu

Rua Francisco Petry, 146. Centro, Biguaçu, SC.
Agendar no WhatsApp

CBV Unidade Luminar

SHCGN CRN 704/705 BL C LOJA 48 – Asa Norte, Brasília – DF, 70730-630
Agendar no WhatsApp

CBV Hospital de Águas Claras (DASA)

Rua Arariba, lote 5 - Centro Médico, 7º andar, sala 1106
Agendar no WhatsApp

HO Ribeirão Preto

Av. José Adolfo Bianco Molina, 2235. Jardim Canada – Ribeirão Preto (SP)
Agendar no WhatsApp

HOA Araraquara

Rua Expedicionários do Brasil, 1407. Centro – Araraquara (SP)
Agendar no WhatsApp

HOF Ingleses

Rod. Armando Calil Bulos, 6540 - salas 308, 309 e 310. Ingleses do Rio Vermelho
Agendar no WhatsApp

HOF Campeche

Avenida Pequeno Príncipe, nº 1482, SL 04. Campeche, Florianópolis, SC
Agendar no WhatsApp

HOF Square Corporate

Rod. José Carlos Daux, 5500 Bloco Campeche A, SL 334. Saco Grande, Floranópolis, SC
Agendar no WhatsApp

HOF Estreito

Rua General Liberato Bittencourt,1474 – Térreo. Estreito, Florianópolis (SC)
Agendar no WhatsApp

HOF Centro Florianópolis

Servidão Missão Jovem, 38. Centro, Florianópolis, SC.
Agendar no WhatsApp

IOBH Lifecenter

Av. do Contorno, 4747 – Serra, Belo Horizonte – MG, 30110-921
Agendar no WhatsApp

HOPE CEOFT Caruaru Shopping

Av. Adjar da Silva Casé, 800 • Caruaru Shopping, Piso Inferior • Loja 18 • Indianópolis, Caruaru – PE
Agendar no WhatsApp

HOPE CEOFT Difusora

Av. Agamenon Magalhães, 444 • 10° Andar - Salas 501-506 • Maurício de Nassau • Caruaru – PE
Agendar no WhatsApp

HOPE NEO Oftalmologia

Av. Oswaldo Cruz, 217 • 3º Andar • Sala 01, G2 • Maurício de Nassau, Caruaru – PE
Agendar no WhatsApp

Oftalmos Sete de Setembro

Av. 7 de Setembro, 1015. Fazenda – Itajaí (SC)
Agendar no WhatsApp

CCOlhos Macrovisão, Vitória

Rua Alfeu Alves Pereira, 79. Sala 408. Enseada do Suá, Vitória (ES).
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Visoclínica

Rua Estados Unidos, 450. São Paulo, SP. CEP: 01427-000
Agendar no WhatsApp

Vilar Parnaíba Piauí

Av. Leonardo de Carvalho Castelo Branco- Floriopólis - Fecomércio, Parnaíba - PI, 64206-260
Agendar no WhatsApp

Vilar Teresina Dirceu

Av. Joaquim Nelson, 3531 - Dirceu, Teresina - PI, 64078-225
Agendar no WhatsApp

Vilar Teresina Jóquei

R. Gov. Joca Píres, 521 - Jóquei, Teresina - PI, 64048-210
Agendar no WhatsApp

Vilar Teresina Matriz

R. Benjamin Constant, 2290 - Centro (Norte), Teresina - PI, 64000-280
Agendar no WhatsApp

Oftalmos Marcos Konder

Av. Marcos Konder, 930 Centro – Itajaí (SC)
Agendar no WhatsApp

Oftalmos Balneário Camboriú

Rua 10, 175. Centro – Balneário Camboriú (SC)
Agendar no WhatsApp

Oftalmo Città Shopping Città America

Shopping Città America. Av. das Américas, 700 – Bloco 08 – Salas 101 A e 105 A. Barra da Tijuca – RJ
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Laser Ocular

Av. Portugal, 830 . Jd Bela Vista . Santo André . SP
Agendar no WhatsApp

HRO Rio Anil Shopping

Av. São Luís Rei de França, 8. Rio Anil Shopping, Loja 1094. Turu – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp

HRO Golden Shopping

Av. dos Holandeses, Golden Shopping Calhau, Loja 40. Calhau – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp

HRO Shopping da Ilha

Av. Daniel de la Touche, 987, Shopping da Ilha. Cohama – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp

HRO São Domingos

Av. Jerônimo de Albuquerque, 540. Complexo do Hospital São Domingos. Bequimão - São Luís – MA
Agendar no WhatsApp

HOSL Recife

Estrada do Encanamento, 909/873. Casa Forte, Recife - PE.
Agendar no WhatsApp

HOS Centro, Aracaju

R. Santo Amaro, 296 – Centro, Aracaju (SE).
Agendar no WhatsApp

HOS Jardins Aracaju

Av. Min. Geraldo Barreto Sobral, 2131, Térreo, Centro Médico Jardins. Aracaju – SE
Agendar no WhatsApp

HOS Aracaju (matriz)

Rua Campo do Brito, 995, Bairro São José.
Agendar no WhatsApp

HOPE Ilha do Leite

Rua Francisco Alves, 887 • Ilha do Leite, Recife - PE
Agendar no WhatsApp

HOPE Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 • Shopping Recife, Boa Viagem, Recife - PE • 1° piso
Agendar no WhatsApp

HOPE Shopping Guararapes

Av. Barreto de Menezes, 800 • Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE • Entrada A
Agendar no WhatsApp

HOPE Plaza Casa Forte

R. Dr. João Santos Filho, 255 • Parnamirim, Recife - PE • Mezanino
Agendar no WhatsApp

HOPE RioMar

Av. República do Líbano, 251. Shopping RioMar. Pina, Recife - PE
Agendar no WhatsApp

HOPE Shopping Patteo Olinda

R. Carmelita Muniz de Araújo, 225 • Shopping Patteo Olinda, Casa Caiada, Olinda - PE • L4 Piso Ribeira
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Molinari

R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista. São Paulo - SP. CEP: 04503-011.
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Clinoft

Rua Doutor João Ribeiro, 184 - Penha de França. São Paulo - SP
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Paulista

Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP). Próximo à Estação Paraíso do Metrô.
Agendar no WhatsApp

H.Olhos ABC

Avenida Lucas Nogueira Garcez, 169 - São Bernardo do Campo (SP)
Agendar no WhatsApp

HOC, Vitória

Av. Rosendo Serapiao de Souza Filho, 95. Mata da Praia - Vitória /ES
Agendar no WhatsApp

HOC, Cuiabá

Av. Gen. Ramiro de Noronha, 453 - Jardim Cuiabá, Cuiabá - MT, 78043-272
Agendar no site

H.Olhos São Caetano do Sul

R. Espírito Santo, 67 – Centro – São Caetano do Sul – SP – CEP: 09530-700.
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Mauá

Rua Campos Sales, 48 – Vila Bocaina – Mauá – SP.
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Diadema

Rua Carmine Flauto, 26 – Centro – Diadema – SP
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Santo André

Rua Dona Carlota, 166 – Vila Bastos – Santo André – SP – CEP: 09040-250.
Agendar no WhatsApp

H.Olhos Santo Amaro

Av. Santo Amaro, 6277- Chácara Santo Antônio – São Paulo – CEP: 04701-100.
Agendar no WhatsApp

H.Olhos CEOSP Moema

Av. Ibijaú, 331 - Moema, São Paulo - SP, 04524-020
Agendar no WhatsApp

CCOlhos Santa Lúcia, Vitória

R. das Palmeiras, 721, Santa Lucia, Vitória – ES
Agendar no WhatsApp

CBV, Araucárias

Avenida das Araucárias, 785 – Loja 03. Águas Claras, Brasília – DF, 71936-250
Agendar no WhatsApp

CBV, Taguatinga Sul

QSA 1, Lote 08. Em frente ao Alameda Shopping. Taguatinga Sul, Brasília – DF, 72015-010
Agendar no WhatsApp

CBV, Matriz L2 Sul

Avenida L2 Sul, Quadra 613, Lote 91. Asa Sul, Brasília – DF, 70200-730
Agendar no WhatsApp