O universo do campo visual e seus detalhes

Campimetria computadorizada

A campimetria computadorizada representa a forma mais comum e precisa de avaliar o campo visual atualmente. Durante o exame, o paciente se senta em frente a um aparelho em formato de cúpula e fixa o olhar em um ponto central.

O equipamento, então, projeta pequenos estímulos de luz em diferentes intensidades e locais. Toda vez que uma luz é percebida na visão periférica, o paciente aperta um botão. O computador registra essas respostas e cria um mapa detalhado da sensibilidade visual.

Campimetria manual

A campimetria manual, ou perimetria de Goldmann, é o método clássico de avaliação do campo visual. Nesse exame, um profissional treinado move manualmente os estímulos luminosos em uma cúpula, partindo da periferia em direção ao centro.

O paciente informa o momento em que começa a ver a luz. Embora dependa mais da interação entre o examinador e o paciente, a campimetria manual é muito útil em situações específicas. Ela é frequentemente indicada para pessoas com grande perda de visão.

Avaliação do glaucoma

A campimetria visual é uma ferramenta de grande valor no diagnóstico e, principalmente, no acompanhamento do glaucoma. Essa doença danifica o nervo óptico de forma progressiva, causando perdas no campo visual que geralmente começam na periferia e avançam para o centro de forma silenciosa.

Muitas vezes, a pessoa só percebe a dificuldade quando a doença já está em um estágio avançado. O exame de campimetria permite detectar essas perdas iniciais, quantificar sua extensão e monitorar se o tratamento está sendo eficaz.

Indicações neurológicas

O campo visual não depende apenas da saúde dos olhos, mas também da integridade das vias que levam a informação visual até o cérebro. Por isso, a campimetria é um exame importante para a neurologia. Lesões cerebrais, como as causadas por um acidente vascular encefálico (AVE), tumores ou traumatismos, podem causar padrões característicos de perda de campo visual.

O resultado do exame ajuda o médico a localizar a área do cérebro afetada e a avaliar a extensão do dano.

Doenças da retina

Diversas doenças que afetam diretamente a retina podem ser monitoradas com a campimetria visual. Condições como a retinopatia diabética, a degeneração macular e a retinite pigmentar podem causar a morte de células fotorreceptoras, resultando em áreas cegas no campo de visão. O exame ajuda a mapear essas áreas e a acompanhar a evolução da doença.

Alguns medicamentos podem ter efeitos tóxicos na retina, e a campimetria é utilizada para monitorar se há qualquer alteração visual decorrente do tratamento.

Tecnologia FDT

A tecnologia de dupla frequência, ou FDT (Frequency Doubling Technology), é uma forma avançada de campimetria computadorizada. Ela utiliza um tipo específico de estímulo visual, que são grades de barras claras e escuras que piscam rapidamente, para avaliar a função de um grupo particular de células da retina que se acredita serem afetadas precocemente pelo glaucoma.

Por essa razão, a campimetria FDT é considerada uma ferramenta sensível para a detecção precoce de perdas no campo visual.

Estratégias SITA

SITA (Swedish Interactive Thresholding Algorithm) é o nome de uma estratégia de exame utilizada nos campímetros Humphrey, que são dos mais usados no mundo. O objetivo dessas estratégias é tornar o exame mais rápido e confortável para o paciente, sem comprometer a precisão.

Existem variações, como a SITA-Standard e a SITA-Fast, que ajustam a forma como os estímulos de luz são apresentados com base nas respostas do próprio paciente. Isso otimiza o tempo do teste.

Interpretação dos resultados

A interpretação do mapa gerado pela campimetria é uma tarefa para o oftalmologista, que analisa diversos gráficos e índices. O resultado mostra as áreas onde o paciente enxergou os estímulos e onde não enxergou. O médico avalia a localização, o formato e a profundidade de qualquer defeito encontrado.

Ele também verifica os índices de confiabilidade do exame, que indicam se o paciente se manteve focado e respondeu de forma consistente. A análise leva em conta o histórico do paciente e os achados de outros exames.

Curva de aprendizado

É importante saber que a campimetria é um exame que depende da colaboração e da atenção do paciente. Por isso, existe o que se chama de “efeito de aprendizado”. É comum que no primeiro exame a pessoa se sinta um pouco ansiosa ou insegura sobre como responder, o que pode levar a um resultado não tão preciso.

Frequentemente, os resultados se tornam mais consistentes e confiáveis a partir do segundo ou terceiro exame, quando o paciente já está mais familiarizado com o procedimento. Por isso, a repetição do exame é importante para confirmar um diagnóstico ou uma progressão.

Visão central e periférica

Nosso campo visual é formado pela visão central, que usamos para ver detalhes, ler e reconhecer rostos, e pela visão periférica, que nos dá a percepção do ambiente ao redor. Muitas doenças, como o glaucoma, afetam primeiro a visão periférica.

Como usamos a visão central para a maioria das nossas tarefas, a perda periférica pode passar despercebida por muito tempo. A campimetria é o exame que avalia sistematicamente toda essa área, tanto central quanto periférica.

Perda de fixação

Durante o exame de campimetria, é solicitado que o paciente mantenha o olhar fixo em um ponto luminoso central, sem mover os olhos para procurar os outros estímulos de luz. O aparelho monitora essa fixação. Se o paciente move os olhos, o exame registra uma “perda de fixação”.

Um número elevado de perdas de fixação pode indicar que o resultado do exame não é totalmente confiável, pois as respostas podem não corresponder às áreas corretas da retina.

Confiabilidade do exame

A confiabilidade de um exame de campimetria depende de vários fatores. Além da perda de fixação, o aparelho mede as respostas falso-positivas, que ocorrem quando o paciente aperta o botão sem que uma luz tenha sido mostrada, e as falso-negativas, quando o paciente não responde a uma luz em um local onde já tinha visto outra mais fraca.

Índices elevados podem indicar cansaço ou falta de compreensão do teste. Por isso, é importante estar descansado e tranquilo no dia do exame, e não hesitar em tirar todas as dúvidas com o profissional antes de começar.

Principais dúvidas sobre a campimetria visual

Com base nas perguntas mais frequentes dos pacientes, esta seção esclarece pontos importantes sobre como o exame é realizado, suas indicações e como os resultados são analisados.

Sobre o exame
Doenças diagnosticadas
Detalhes do exame
Preparo antes do exame
Sobre o exame

Como o exame de campimetria é feito?

Ícone

O exame de campimetria computadorizada é realizado em uma sala com pouca luz para ajudar na concentração. O paciente senta-se de forma confortável em frente a um equipamento em formato de cúpula. Um olho é ocluído de cada vez. É preciso posicionar o rosto em um suporte e manter o olhar fixo em um ponto de luz central durante todo o teste. Pequenos pontos de luz piscam em diferentes locais da cúpula, e a tarefa é apertar um botão sempre que uma luz for percebida com a visão periférica, sem desviar o olhar do ponto central. O computador registra as respostas e gera um mapa da visão.

O exame de campimetria visual dói?

Ícone

Não, o exame de campimetria visual é completamente indolor. Não há nenhum contato direto do equipamento com os olhos do paciente, nem sopros de ar ou aplicação de colírios na maioria dos casos. O único desafio do exame é a necessidade de concentração e colaboração para manter o olhar fixo e responder aos estímulos luminosos de forma atenta. É um procedimento não invasivo e muito seguro. O paciente pode piscar normalmente durante o teste, pois o equipamento é projetado para levar isso em consideração ao apresentar os estímulos.

Preciso dilatar a pupila para fazer o exame?

Ícone

Normalmente, não é necessário dilatar a pupila para realizar o exame de campimetria visual. O procedimento é desenhado para ser feito com a pupila em seu estado natural. A dilatação é um procedimento comum para outros exames, como o mapeamento de retina ou a biomicroscopia de fundo de olho. A única exceção seria se o oftalmologista, por algum motivo clínico específico, como uma pupila muito pequena (miose) que possa interferir no exame, solicitasse a dilatação. No entanto, na prática rotineira para acompanhamento de glaucoma, por exemplo, o exame é feito sem dilatar.

Quanto tempo dura a campimetria?

Ícone

A duração do exame de campimetria pode variar um pouco, mas geralmente cada olho leva de 3 a 8 minutos para ser testado, dependendo da estratégia utilizada pelo aparelho e das respostas do paciente. Estratégias mais modernas, como a SITA-Fast, são mais rápidas. Considerando o tempo para as instruções iniciais, o posicionamento e o teste de ambos os olhos, o procedimento completo costuma levar entre 15 e 25 minutos. É um tempo que exige concentração, por isso é recomendado que o paciente esteja descansado para realizar o exame da melhor forma possível.

Por que preciso olhar para a luz no centro e não para os lados?

Ícone

A orientação de manter o olhar fixo no ponto central é o ponto mais importante para a precisão do exame. O objetivo da campimetria é mapear a sensibilidade da sua visão periférica, ou seja, a capacidade de cada ponto da sua retina de enxergar “com o canto do olho”. Se você move os olhos para procurar as luzes, o aparelho registrará a resposta em um local incorreto do mapa, pois ele assume que seu olho está parado. Isso invalida o resultado. O equipamento, inclusive, possui um sistema para monitorar a fixação e alertar se houver muitos desvios.

Por que o exame é feito em um olho de cada vez?

Ícone

O exame é realizado monocularmente, ou seja, um olho de cada vez, para que seja possível avaliar o campo visual de cada olho de forma independente. Como os campos visuais dos dois olhos se sobrepõem em grande parte, se ambos fossem testados juntos, um olho poderia compensar a perda de visão do outro, e um defeito importante poderia passar despercebido. Ao ocluir um olho, o mapa gerado corresponde exatamente à função daquele olho específico. Isso é fundamental para o diagnóstico, pois muitas doenças, como o glaucoma, podem afetar os olhos de maneira assimétrica.

Posso piscar durante o exame?

Ícone

Sim, o paciente pode e deve piscar normalmente durante o exame de campimetria. Piscar é um ato natural e necessário para manter a córnea lubrificada e a visão nítida. O equipamento é programado para reconhecer as piscadas. Se um estímulo de luz é apresentado no exato momento em que o paciente pisca, e por isso não há resposta, o software do aparelho entende a situação e reapresenta o estímulo mais tarde para confirmar a sensibilidade daquele ponto. Portanto, não há necessidade de tentar ficar sem piscar, pois isso poderia causar desconforto e até piorar a qualidade do teste.

É normal não ver todas as luzes que piscam?

Ícone

Sim, é absolutamente normal e esperado que você não veja todas as luzes que piscam durante o exame. O aparelho foi projetado para testar os limites da sua visão. Ele apresenta estímulos de diferentes intensidades, alguns muito brilhantes e outros tão fracos que estão no limiar da sua capacidade de percepção. Além disso, o computador apresenta estímulos em áreas onde a visão é naturalmente ausente, como o ponto cego fisiológico, para verificar se o paciente está atento. Portanto, não se preocupe ou fique ansioso se perceber que algumas luzes passaram sem que você as visse.

Por que a sala do exame precisa ser escura?

Ícone

A campimetria é realizada em uma sala com iluminação controlada e reduzida para evitar distrações visuais e para permitir que a pupila se adapte a um nível de luminosidade constante. Isso melhora a sensibilidade do olho para perceber os estímulos luminosos, especialmente os mais fracos. Um ambiente escuro ajuda o paciente a se concentrar unicamente na tarefa de fixar o ponto central e responder às luzes que aparecem dentro da cúpula do aparelho, o que contribui diretamente para a precisão e a confiabilidade dos resultados obtidos durante o procedimento.

O que é o botão que eu preciso apertar?

Ícone

O botão que o paciente segura na mão durante o exame é o dispositivo de resposta. É um controle simples, ergonômico, projetado para ser pressionado de forma rápida e confortável toda vez que um estímulo luminoso é percebido. Cada vez que o botão é acionado, ele envia um sinal ao computador, que registra uma resposta positiva para aquele ponto específico do campo visual que estava a ser testado. É a ferramenta de interação entre o paciente e o equipamento, e sua correta utilização, respondendo prontamente a cada luz vista, é fundamental para a construção do mapa visual.

Doenças diagnosticadas

Qual a principal doença que a campimetria acompanha?

Ícone

A principal doença diagnosticada e acompanhada pela campimetria visual é o glaucoma. Essa condição causa um dano progressivo ao nervo óptico, que leva à perda de campo visual, geralmente de forma lenta e iniciando na periferia. A campimetria é o exame que quantifica essa perda funcional. Ela não apenas ajuda a diagnosticar a doença, mas é uma ferramenta indispensável para monitorar sua progressão ao longo dos anos e para avaliar se o tratamento instituído (geralmente com colírios) está sendo eficaz em frear o avanço da perda de visão.

A campimetria pode detectar problemas neurológicos?

Ícone

Sim, a campimetria é de grande valor na neuro-oftalmologia. Lesões nas vias ópticas cerebrais, causadas por tumores (como adenomas de hipófise), acidentes vasculares cerebrais (AVC), traumatismos ou esclerose múltipla, podem gerar padrões muito característicos de perda de campo visual. Por exemplo, uma lesão em uma área específica do cérebro pode causar a perda da metade do campo visual em ambos os olhos (hemianopsia). A análise desses padrões ajuda os médicos neurologistas e oftalmologistas a localizar com mais precisão onde a lesão cerebral pode estar localizada.

Quais doenças da retina podem ser vistas no exame?

Ícone

Várias doenças que afetam a retina podem causar defeitos no campo visual detectáveis pela campimetria. A retinite pigmentar, uma doença hereditária, classicamente causa uma perda progressiva do campo visual periférico, levando a uma “visão em túnel”. A degeneração macular relacionada à idade (DMRI), por outro lado, afeta a visão central, causando um escotoma (mancha cega) no centro da visão. Oclusões vasculares da retina (tromboses) também causam perdas de campo visual correspondentes à área da retina que ficou sem circulação sanguínea.

O exame pode ser usado para monitorar toxicidade de remédios?

Ícone

Sim, a campimetria é um exame importante no monitoramento da toxicidade retiniana de certos medicamentos. O exemplo mais clássico é a hidroxicloroquina, usada no tratamento de doenças reumatológicas como o lúpus. Em alguns pacientes, o uso prolongado dessa medicação pode danificar a mácula, a região central da retina. A campimetria computadorizada, especialmente com estratégias que testam a visão central de forma detalhada (como o programa 10-2), é utilizada para detectar precocemente qualquer perda de sensibilidade nessa área, antes mesmo que o paciente note alguma alteração.

É possível diagnosticar um tumor cerebral com a campimetria?

Ícone

A campimetria não diagnostica um tumor cerebral diretamente, mas pode ser a primeira pista que leva à sua descoberta. Tumores que crescem próximos às vias ópticas no cérebro, como os adenomas de hipófise, comprimem essas estruturas e causam padrões de perda de campo visual muito específicos, mais comumente a perda da visão periférica temporal em ambos os olhos (hemianopsia bitemporal). Quando o oftalmologista encontra esse tipo de defeito no exame de campimetria, ele sabe que a causa provável não está no olho, e sim no cérebro, e solicita exames de imagem como a ressonância magnética.

O que é um escotoma, que aparece no resultado?

Ícone

Um escotoma é o termo técnico para uma área de sensibilidade visual reduzida ou ausente dentro do campo visual. É, basicamente, uma “mancha cega”. Todos nós temos um escotoma fisiológico, que é o nosso ponto cego natural, correspondente ao local onde o nervo óptico se conecta à retina. A campimetria detecta escotomas patológicos, que são causados por doenças. No glaucoma, por exemplo, é comum o surgimento de escotomas em formato de arco na região paracentral. O exame mostra a localização, o tamanho e a profundidade (o quão “cega” é a área) de um escotoma.

A campimetria é usada em exames para habilitação (CNH)?

Ícone

Sim, a avaliação do campo visual é um dos requisitos para a obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Para motoristas profissionais (categorias C, D e E), a legislação exige a realização de um exame de campo visual computadorizado. O objetivo é garantir que o motorista tenha uma visão periférica adequada para perceber pedestres, outros veículos e obstáculos ao seu redor, o que é um fator de grande importância para a segurança no trânsito. A campimetria, portanto, tem também essa aplicação na medicina de tráfego.

Este exame pode detectar neurite óptica?

Ícone

Sim, a campimetria é uma ferramenta útil na avaliação da neurite óptica, que é uma inflamação do nervo óptico, frequentemente associada à esclerose múltipla. A inflamação causa uma perda súbita de visão e pode gerar diferentes tipos de defeitos no campo visual, sendo o mais comum um escotoma central ou centro-cecal. A campimetria ajuda a quantificar a extensão dessa perda visual durante a fase aguda da doença e também a monitorar a recuperação do campo visual após o tratamento, fornecendo uma medida objetiva da melhora funcional do nervo óptico.

Qual a diferença da perda de campo do glaucoma e da DMRI?

Ícone

A principal diferença está na localização da perda de campo visual. O glaucoma tipicamente causa perdas no campo visual periférico ou paracentral no início da doença. O paciente pode ter uma visão de leitura perfeita (20/20), mas ter grandes áreas cegas na periferia que ele não percebe. Já a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) afeta a mácula, a área central da retina. Portanto, ela causa uma perda na visão central, um escotoma bem no meio do campo de visão, o que dificulta muito a leitura e o reconhecimento de rostos, enquanto a visão periférica pode permanecer intacta.

Uma pessoa pode ter perda no campo visual e não saber?

Ícone

Sim, é muito comum que uma pessoa tenha uma perda significativa no campo visual e não tenha consciência disso. Isso ocorre porque as perdas causadas por doenças como o glaucoma geralmente começam na periferia e progridem lentamente. Além disso, o cérebro tem uma grande capacidade de “completar” ou “ignorar” as áreas cegas, e a visão do outro olho também compensa a área perdida. É por isso que o glaucoma é conhecido como o “ladrão silencioso da visão”. A campimetria é o exame que revela objetivamente essas perdas antes que elas se tornem incapacitantes.

Detalhes do exame

Qual a diferença da campimetria manual para a computadorizada?

Ícone

A principal diferença está na padronização e objetividade. Na campimetria manual (Goldman), o examinador move o estímulo de luz manualmente, o que requer grande habilidade e pode ter variações entre diferentes profissionais. Já na campimetria computadorizada, o aparelho apresenta os estímulos de forma automatizada e aleatória, seguindo um algoritmo. Isso torna o exame mais padronizado, reprodutível e sensível para detectar pequenas alterações. A versão computadorizada é o padrão hoje para o acompanhamento de doenças como o glaucoma.

O que são as estratégias SITA do exame?

Ícone

SITA (Swedish Interactive Thresholding Algorithm) é um tipo de software avançado usado nos campímetros computadorizados da marca Humphrey. O objetivo do SITA é tornar o exame mais rápido e eficiente. Ele utiliza um modelo estatístico para estimar o nível de sensibilidade de cada ponto com base nas respostas do próprio paciente e nos resultados de pontos vizinhos. Isso reduz o número de estímulos necessários para obter um resultado confiável. Existem versões como a SITA-Standard, mais precisa, e a SITA-Fast, ainda mais rápida, que diminuem o cansaço do paciente.

O que é a campimetria FDT ou Matrix?

Ícone

A campimetria FDT (Frequency Doubling Technology), também conhecida como Matrix, é um tipo específico de campimetria computadorizada. Ela utiliza um estímulo diferente: em vez de um ponto de luz, ela apresenta um padrão de listras que piscam rapidamente. Acredita-se que esse tipo de estímulo seja detectado por um grupo de células ganglionares da retina (as células M) que são afetadas muito precocemente no glaucoma. Por essa razão, o FDT é considerado uma ferramenta de triagem muito sensível para a detecção precoce de defeitos glaucomatosos no campo visual.

O que significam os tons de cinza no resultado do exame?

Ícone

O mapa de tons de cinza que aparece no resultado impresso da campimetria é uma representação gráfica da sensibilidade visual do paciente. Áreas mais claras correspondem a locais onde a visão é normal e o paciente enxergou bem os estímulos de luz. À medida que as áreas se tornam mais escuras, em diferentes tons de cinza, isso indica uma perda de sensibilidade progressiva. As áreas completamente pretas representam escotomas absolutos, ou seja, locais onde o paciente não conseguiu ver nem mesmo o estímulo de luz mais forte. É uma forma visual de entender o mapa do campo visual.

O que são os índices de confiabilidade do exame?

Ícone

Os índices de confiabilidade são medidas que o aparelho calcula para ajudar o médico a saber se o exame foi bem executado pelo paciente. Os principais são: perdas de fixação (quantas vezes o paciente desviou o olhar do ponto central), erros falso-positivos (quando o paciente aperta o botão sem que haja um estímulo) e erros falso-negativos (quando o paciente não responde a um estímulo luminoso em uma área onde ele já tinha demonstrado enxergar). Índices elevados podem indicar que o paciente estava cansado ou não entendeu o teste, o que pode tornar o resultado pouco confiável.

Por que dizem que o primeiro exame pode não ser o real?

Ícone

Isso se deve ao chamado “efeito de aprendizado”. A campimetria é um exame subjetivo, que depende da atenção e da compreensão do paciente. É muito comum que na primeira vez que uma pessoa realiza o exame, ela se sinta um pouco ansiosa ou insegura sobre como responder. Essa ansiedade pode levar a um resultado que parece pior do que a condição real do campo visual. Por isso, os oftalmologistas geralmente consideram o primeiro exame como uma base e valorizam mais os resultados a partir do segundo ou terceiro exame, quando o paciente já está mais familiarizado e confortável com o procedimento.

O que é o "ponto cego" que aparece no mapa?

Ícone

O ponto cego que aparece no mapa do campo visual é um escotoma fisiológico, ou seja, uma pequena área de cegueira natural que todos nós temos em ambos os olhos. Ele corresponde ao local na retina onde o nervo óptico sai do olho para levar as informações ao cérebro. Nessa região, não existem células fotorreceptoras (cones e bastonetes), por isso ela não é capaz de detectar luz. O campímetro utiliza a localização do ponto cego para monitorar a fixação do paciente. Se o paciente responde a estímulos projetados ali, significa que ele desviou o olhar.

É possível enganar a máquina no exame de campimetria?

Ícone

Não é recomendado tentar “enganar” a máquina. O software do campímetro é muito sofisticado e possui mecanismos para detectar inconsistências nas respostas, como os índices de confiabilidade. Se um paciente aperta o botão aleatoriamente (gerando muitos falso-positivos) ou se responde de forma muito lenta ou irregular, o aparelho irá sinalizar que o exame não é confiável. O objetivo do exame é obter um mapa fiel da sua visão para que o médico possa tomar a melhor decisão para a sua saúde. Tentar ser “melhor” no teste pode mascarar um problema real ou gerar um resultado inválido.

Existe algum outro exame que substitua a campimetria?

Ícone

A campimetria avalia a função visual, ou seja, “o que o paciente está enxergando”. Outros exames, como a Tomografia de Coerência Óptica (OCT), avaliam a estrutura do olho, como a espessura da camada de fibras nervosas da retina. Os dois exames são complementares, não substitutos. O OCT pode detectar danos estruturais antes que eles causem perda de função na campimetria. A campimetria, por sua vez, mostra o impacto real da doença na visão do paciente. O ideal no acompanhamento de doenças como o glaucoma é a combinação de ambos os exames.

A tecnologia da campimetria continua a evoluir?

Ícone

Sim, a tecnologia da campimetria está em constante evolução. Os algoritmos (como o SITA) estão cada vez mais rápidos e inteligentes, tornando o exame mais confortável. Novas tecnologias, como a campimetria em realidade virtual, estão a ser desenvolvidas para tornar o teste mais interativo e menos dependente de um equipamento grande. Além disso, a integração dos resultados da campimetria com os de outros exames, como o OCT, por meio de softwares de análise, permite ao oftalmologista uma compreensão muito mais completa da estrutura e da função do olho do paciente.

Preparo antes do exame

Qual o preparo para o exame de campimetria?

Ícone

O preparo para a campimetria é simples. O mais importante é que o paciente esteja bem descansado e tranquilo, pois o exame exige atenção e concentração. Não é necessário jejum e o paciente pode tomar seus medicamentos de uso contínuo normalmente. É recomendado evitar o consumo de bebidas alcoólicas antes do teste. Se o paciente usa óculos para perto ou para longe, deve levá-los, pois a lente de correção adequada será utilizada no aparelho para garantir a nitidez dos estímulos durante o exame.

Devo ir acompanhado no dia do exame?

Ícone

Como a campimetria visual geralmente não requer a dilatação da pupila, a visão do paciente não fica embaçada após o procedimento. Portanto, na maioria das vezes, não é necessário ir com um acompanhante, e o paciente pode dirigir normalmente após o exame. A única situação em que um acompanhante seria recomendado é se o oftalmologista planejou realizar outros exames no mesmo dia que exijam a dilatação da pupila, como o mapeamento de retina. Nesse caso, a clínica informaria previamente sobre essa necessidade.

Preciso suspender algum medicamento antes do teste?

Ícone

Não, o paciente não deve suspender nenhum medicamento de uso contínuo, seja ele de uso geral (para pressão alta, diabetes, etc.) ou colírios oftalmológicos (como os para glaucoma), a não ser que receba uma orientação expressa do seu médico para isso. A continuidade do tratamento é importante. O objetivo do exame é avaliar como está o campo visual sob as condições atuais de tratamento do paciente. Manter a rotina de medicação garante que o resultado do exame reflita a realidade clínica do paciente naquele momento.

Devo levar meus óculos no dia do exame?

Ícone

Sim, é muito importante levar os óculos que você usa (tanto para longe quanto para perto, se for o caso) ou a receita mais recente. Durante a configuração do exame de campimetria, o profissional insere uma lente de correção no próprio aparelho, com o grau adequado para o paciente. Isso é feito para que os estímulos de luz sejam vistos da forma mais nítida possível. Ter a sua refração correta é um passo fundamental para a precisão do resultado do teste. Sem a correção adequada, o resultado pode parecer falsamente alterado.

O que fazer se eu me sentir cansado durante o exame?

Ícone

Se você se sentir cansado ou com a visão embaçada durante o exame, não hesite em comunicar ao profissional que está aplicando o teste. O aparelho possui um botão de pausa. O examinador pode pausar o procedimento por alguns instantes para que você possa descansar os olhos, piscar algumas vezes e se recompor. É melhor fazer uma pequena pausa e continuar o exame com mais atenção do que prosseguir cansado e gerar um resultado pouco confiável. O profissional está treinado para ajudar e garantir o seu conforto e a qualidade do exame.

E se eu não entender bem como fazer o exame?

Ícone

Antes de o exame começar, o profissional responsável irá explicar detalhadamente todo o procedimento: como se posicionar, onde fixar o olhar e como utilizar o botão de resposta. Se, mesmo após a explicação, você tiver qualquer dúvida, pergunte. Não comece o teste se não tiver certeza do que precisa fazer. O profissional pode repetir as instruções, mostrar novamente e até mesmo realizar um pequeno teste de demonstração antes de iniciar o exame principal. Uma boa compreensão da tarefa é fundamental para um resultado fidedigno.

Posso usar lentes de contato durante a campimetria?

Ícone

Geralmente, prefere-se que o exame seja realizado com a correção em lentes de óculos, que são inseridas no aparelho. Embora seja tecnicamente possível fazer o exame com lentes de contato, a borda da lente ou um eventual ressecamento durante o teste podem interferir no resultado. Além disso, a armação dos óculos de grau do próprio paciente não pode ser usada dentro do aparelho. Por isso, o padrão é realizar o exame sem as lentes de contato e usar a correção apropriada fornecida pelo equipamento, baseada na receita dos seus óculos.

Existe alguma restrição após o exame de campimetria?

Ícone

Não há nenhuma restrição após a realização da campimetria. Assim que o exame termina, o paciente pode retomar suas atividades normais imediatamente. Como não há dilatação da pupila nem uso de colírios que afetem a visão (na maioria dos casos), não há impedimento para dirigir, trabalhar, ler ou realizar qualquer outra tarefa. É um procedimento de diagnóstico que não deixa efeitos residuais, sendo muito prático e seguro para a rotina do paciente.

O que acontece se eu apertar o botão por engano?

Ícone

Não se preocupe se você apertar o botão uma ou duas vezes por engano, quando não viu uma luz. O software do aparelho é projetado para lidar com pequenas inconsistências. Ele mede a taxa de “falso-positivos” e, se ela se mantiver baixa, o exame continua a ser considerado confiável. O importante é tentar se manter concentrado e responder apenas quando tiver certeza de que viu um estímulo. Se você perceber que está apertando o botão por ansiedade, respire fundo e tente relaxar para continuar o teste com mais atenção.

Por que é preciso repetir o exame periodicamente?

Ícone

A repetição periódica da campimetria é um dos pilares no acompanhamento de doenças crônicas como o glaucoma. Um único exame fornece uma “fotografia” do seu campo visual naquele momento. A repetição do teste em intervalos definidos pelo seu oftalmologista (a cada 6 ou 12 meses, por exemplo) permite criar um “filme”, mostrando se há alguma mudança ao longo do tempo. É comparando os exames em sequência que o médico consegue determinar se a doença está estável ou se está progredindo, e se o tratamento precisa ser ajustado.

Mais exames oculares

icon olho svg

Tomografia de segmento anterior

A tomografia de segmento anterior (visante) é um exame 3D que analisa a córnea, sendo essencial para o diagnóstico de ceratocone e para a segurança de cirurgias.

veja mais

icon olho svg

Ultrassonografia ocular

Ultrassonografia ocular fornece imagens internas do olho, detecta alterações invisíveis a métodos ópticos e orienta diagnósticos e cirurgias com rapidez e segurança.

veja mais

icon olho svg

Topografia corneana

A topografia de córnea é um exame que cria um mapa de relevo da superfície do olho, sendo um recurso importante para diagnosticar ceratocone e planejar cirurgias.

veja mais

icon olho svg

Citologia de impressão ocular

A citologia de impressão ocular é um exame que coleta e analisa células da superfície do olho para diagnosticar doenças como olho seco severo e outras condições.

veja mais

icon olho svg

PAM – acuidade visual

O PAM (Potencial de Acuidade Visual) é um exame que estima a visão potencial da retina, sendo um recurso importante para o prognóstico antes de cirurgias de catarata.

veja mais

icon olho svg

Exame de vista (autorrefração)

A autorrefração computadorizada no exame de vista estima o grau de forma objetiva e complementa a refração subjetiva, apoiando prescrições confortáveis.

veja mais

Ativar localização
Ícone

HRO V+ Oftalmologia

Av. Jerônimo de Albuquerque, 02. Cohab Anil I, São Luís (MA).
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOP Palmas

402 Sul Av Joaquim T S Lote 2 - Plano Diretor Sul, Palmas - TO, 77021-622
Agendar no WhatsApp
Ícone

Totum Saúde Mangalô

Av. Mangalô, 2051. St. Morada do Sol, Goiânia – GO, 74475-115
Agendar no WhatsApp
Ícone

Totum Saúde Bueno

Av. T-2, 427. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
Agendar no WhatsApp
Ícone

CBCO Goiânia (GO)

Av. T-2, 401. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
Agendar no WhatsApp
Ícone

IOBH Belo Horizonte

R. Padre Rolim, 541 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-090
Agendar no WhatsApp
Ícone

COA Santa Efigênia BH

Rua Grão Pará, 737. Bairro de Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG).
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOF Centro Biguaçu

Rua Francisco Petry, 146. Centro, Biguaçu, SC.
Agendar no WhatsApp
Ícone

CBV Unidade Luminar

SHCGN CRN 704/705 BL C LOJA 48 – Asa Norte, Brasília – DF, 70730-630
Agendar no WhatsApp
Ícone

CBV Hospital de Águas Claras (DASA)

Rua Arariba, lote 5 - Centro Médico, 7º andar, sala 1106
Agendar no WhatsApp
Ícone

HO Ribeirão Preto

Av. José Adolfo Bianco Molina, 2235. Jardim Canada – Ribeirão Preto (SP)
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOA Araraquara

Rua Expedicionários do Brasil, 1407. Centro – Araraquara (SP)
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOF Ingleses

Rod. Armando Calil Bulos, 6540 - salas 308, 309 e 310. Ingleses do Rio Vermelho
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOF Campeche

Avenida Pequeno Príncipe, nº 1482, SL 04. Campeche, Florianópolis, SC
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOF Square Corporate

Rod. José Carlos Daux, 5500 Bloco Campeche A, SL 334. Saco Grande, Floranópolis, SC
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOF Estreito

Rua General Liberato Bittencourt,1474 – Térreo. Estreito, Florianópolis (SC)
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOF Centro Florianópolis

Servidão Missão Jovem, 38. Centro, Florianópolis, SC.
Agendar no WhatsApp
Ícone

IOBH Lifecenter

Av. do Contorno, 4747 – Serra, Belo Horizonte – MG, 30110-921
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE CEOFT Caruaru Shopping

Av. Adjar da Silva Casé, 800 • Caruaru Shopping, Piso Inferior • Loja 18 • Indianópolis, Caruaru – PE
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE CEOFT Difusora

Av. Agamenon Magalhães, 444 • 10° Andar - Salas 501-506 • Maurício de Nassau • Caruaru – PE
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE NEO Oftalmologia

Av. Oswaldo Cruz, 217 • 3º Andar • Sala 01, G2 • Maurício de Nassau, Caruaru – PE
Agendar no WhatsApp
Ícone

Oftalmos Sete de Setembro

Av. 7 de Setembro, 1015. Fazenda – Itajaí (SC)
Agendar no WhatsApp
Ícone

CCOlhos Macrovisão, Vitória

Rua Alfeu Alves Pereira, 79. Sala 408. Enseada do Suá, Vitória (ES).
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Visoclínica

Rua Estados Unidos, 450. São Paulo, SP. CEP: 01427-000
Agendar no WhatsApp
Ícone

Vilar Parnaíba Piauí

Av. Leonardo de Carvalho Castelo Branco- Floriopólis - Fecomércio, Parnaíba - PI, 64206-260
Agendar no WhatsApp
Ícone

Vilar Teresina Dirceu

Av. Joaquim Nelson, 3531 - Dirceu, Teresina - PI, 64078-225
Agendar no WhatsApp
Ícone

Vilar Teresina Jóquei

R. Gov. Joca Píres, 521 - Jóquei, Teresina - PI, 64048-210
Agendar no WhatsApp
Ícone

Vilar Teresina Matriz

R. Benjamin Constant, 2290 - Centro (Norte), Teresina - PI, 64000-280
Agendar no WhatsApp
Ícone

Oftalmos Marcos Konder

Av. Marcos Konder, 930 Centro – Itajaí (SC)
Agendar no WhatsApp
Ícone

Oftalmos Balneário Camboriú

Rua 10, 175. Centro – Balneário Camboriú (SC)
Agendar no WhatsApp
Ícone

Oftalmo Città Shopping Città America

Shopping Città America. Av. das Américas, 700 – Bloco 08 – Salas 101 A e 105 A. Barra da Tijuca – RJ
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Laser Ocular

Av. Portugal, 830 . Jd Bela Vista . Santo André . SP
Agendar no WhatsApp
Ícone

HRO Rio Anil Shopping

Av. São Luís Rei de França, Rio Anil Shopping, 8, Loja 1094. Turu – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp
Ícone

HRO Golden Shopping

Av. dos Holandeses, Golden Shopping Calhau, Loja 40. Calhau – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp
Ícone

HRO Shopping da Ilha

Av. Daniel de la Touche, 987, Shopping da Ilha. Cohama – São Luís – MA
Agendar no WhatsApp
Ícone

HRO São Domingos

Av. Jerônimo de Albuquerque, 540. Complexo do Hospital São Domingos. Bequimão - São Luís – MA
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOSL Recife

Estrada do Encanamento, 909/873. Casa Forte, Recife - PE.
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOS Centro, Aracaju

R. Santo Amaro, 296 – Centro, Aracaju (SE).
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOS Jardins Aracaju

Av. Min. Geraldo Barreto Sobral, 2131, Térreo, Centro Médico Jardins. Aracaju – SE
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOS Aracaju (matriz)

Rua Campo do Brito, 995, Bairro São José.
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE Ilha do Leite

Rua Francisco Alves, 887 • Ilha do Leite, Recife - PE
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 • Shopping Recife, Boa Viagem, Recife - PE • 1° piso
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE Shopping Guararapes

Av. Barreto de Menezes, 800 • Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE • Entrada A
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE Plaza Casa Forte

R. Dr. João Santos Filho, 255 • Parnamirim, Recife - PE • Mezanino
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE RioMar

Av. República do Líbano, 251. Shopping RioMar. Pina, Recife - PE
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOPE Shopping Patteo Olinda

R. Carmelita Muniz de Araújo, 225 • Shopping Patteo Olinda, Casa Caiada, Olinda - PE • L4 Piso Ribeira
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Molinari

R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista. São Paulo - SP. CEP: 04503-011.
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Clinoft

Rua Doutor João Ribeiro, 184 - Penha de França. São Paulo - SP
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Paulista

Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP). Próximo à Estação Paraíso do Metrô.
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos ABC

Avenida Lucas Nogueira Garcez, 169 - São Bernardo do Campo (SP)
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOC, Vitória

Av. Rosendo Serapiao de Souza Filho, 95. Mata da Praia - Vitória /ES
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOC, Várzea Grande

Av. Castelo Branco, 790 - Centro Sul, Várzea Grande - MT, 78110-002
Agendar no WhatsApp
Ícone

HOC, Cuiabá

Av. Gen. Ramiro de Noronha, 453 - Jardim Cuiabá, Cuiabá - MT, 78043-272
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos São Caetano do Sul

R. Espírito Santo, 67 – Centro – São Caetano do Sul – SP – CEP: 09530-700.
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Mauá

Rua Campos Sales, 48 – Vila Bocaina – Mauá – SP.
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Diadema

Rua Carmine Flauto, 26 – Centro – Diadema – SP
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Santo André

Rua Dona Carlota, 166 – Vila Bastos – Santo André – SP – CEP: 09040-250.
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos Santo Amaro

Av. Santo Amaro, 6277- Chácara Santo Antônio – São Paulo – CEP: 04701-100.
Agendar no WhatsApp
Ícone

H.Olhos CEOSP Moema

Av. Ibijaú, 331 - Moema, São Paulo - SP, 04524-020
Agendar no WhatsApp
Ícone

CCOlhos Santa Lúcia, Vitória

R. das Palmeiras, 721, Santa Lucia, Vitória – ES
Agendar no WhatsApp
Ícone

CBV, Araucárias

Avenida das Araucárias, 785 – Loja 03. Águas Claras, Brasília – DF, 71936-250
Agendar no WhatsApp
Ícone

CBV, Taguatinga Sul

QSA 1, Lote 08. Em frente ao Alameda Shopping. Taguatinga Sul, Brasília – DF, 72015-010
Agendar no WhatsApp
Ícone

CBV, Matriz L2 Sul

Avenida L2 Sul, Quadra 613, Lote 91. Asa Sul, Brasília – DF, 70200-730
Agendar no WhatsApp
Pular para a barra de ferramentas