Mácula: o centro da sua visão de detalhes
A saúde da mácula é fundamental para a qualidade de vida. Descubra os exames que avaliam a mácula e os avanços no tratamento de suas doenças.
Com base nas perguntas mais comuns em consultório, esta seção foi criada para explicar, de forma clara, o que é a mácula, as doenças que a afetam e os tratamentos disponíveis.
Os problemas na mácula podem ter diversas causas. A mais comum é o envelhecimento, que leva à Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). Outras causas importantes incluem o diabetes mal controlado, que pode causar inchaço (edema macular diabético), e as oclusões venosas da retina, que também levam ao edema. Causas mecânicas, como a tração do gel vítreo sobre a retina, podem levar à formação de um buraco macular ou de uma membrana epirretiniana. Além disso, existem as causas genéticas, que levam às distrofias maculares hereditárias, como a Doença de Stargardt.
O buraco macular é uma falha de tecido que se abre bem no centro da mácula. A causa mais comum é idiopática, relacionada ao processo de envelhecimento do vítreo, o gel que preenche o olho. Durante o descolamento do vítreo posterior, pode ocorrer uma tração anormal e persistente sobre a fóvea, a área mais fina da mácula. Essa tração pode acabar por “puxar” e abrir um buraco no tecido. Traumas oculares ou alta miopia também são fatores de risco, mas são causas menos comuns.
Sim, o diabetes é uma das principais causas de doença macular. O diabetes mal controlado pode danificar os pequenos vasos sanguíneos da retina, fazendo com que eles vazem fluido, gordura e sangue. Quando esse vazamento ocorre na região da mácula, ele causa o edema macular diabético, que é o inchaço da mácula. O edema macular diabético é a principal causa de perda de visão em pacientes com diabetes. O controle rigoroso da glicemia é a melhor forma de prevenção, e o tratamento geralmente envolve injeções intraoculares.
O edema macular é o inchaço da mácula por acúmulo de líquido. Ele não é uma doença em si, mas um sinal de que outra condição está presente. As causas mais frequentes são aquelas que afetam a integridade dos vasos sanguíneos da retina, como a retinopatia diabética e as oclusões da veia da retina. Outras causas incluem inflamações intraoculares (uveítes), o pós-operatório de cirurgias oculares (como a de catarata, em uma condição chamada Edema Macular Cistoide de Irvine-Gass) ou a DMRI na sua forma úmida.
A membrana epirretiniana é uma fina camada de tecido cicatricial que se forma sobre a superfície da mácula. A causa mais comum é o descolamento do vítreo posterior, durante o qual algumas células podem ficar na superfície da retina e, com o tempo, se proliferar e formar essa membrana. Ela também pode ser secundária a outros problemas, como inflamações, traumas ou cirurgias prévias. A membrana pode permanecer estável sem causar problemas ou pode se contrair, enrugando a mácula e causando visão distorcida.
Sim, a alta miopia é um fator de risco para diversas complicações maculares. O olho com alta miopia é um olho alongado, o que causa um estiramento mecânico de todas as suas camadas, incluindo a retina e a coroide. Esse estiramento crônico pode levar a um afinamento e a uma degeneração da mácula (maculopatia miópica), ao crescimento de vasos sanguíneos anormais (membrana neovascular miópica), a trações que podem causar um buraco macular ou a um descolamento de retina que envolve a mácula.
Sim, um trauma contuso (uma pancada forte) no olho pode causar danos diretos à mácula. Uma das lesões possíveis é o Edema de Berlin, uma contusão da retina que pode causar um inchaço temporário da mácula e baixa de visão. Em traumas mais severos, pode ocorrer uma hemorragia sob a mácula ou a formação de um buraco macular traumático. Ferimentos penetrantes também podem, obviamente, lesar diretamente a mácula.
Sim, embora seja uma complicação incomum em uma cirurgia de catarata sem intercorrências, o procedimento pode levar ao desenvolvimento de edema macular cistoide, também conhecido como síndrome de Irvine-Gass. A inflamação natural que ocorre dentro do olho após a cirurgia pode, em algumas pessoas, levar ao vazamento dos vasos sanguíneos da mácula, causando seu inchaço. A condição geralmente responde bem ao tratamento com colírios anti-inflamatórios.
Existe uma condição chamada coriorretinopatia central serosa (CSC), que está fortemente associada ao estresse e ao uso de corticoides. Nela, ocorre um vazamento de fluido da coroide para baixo da retina, causando um descolamento seroso da mácula que leva a uma mancha na visão e à percepção de que os objetos parecem menores. A CRSC afeta tipicamente homens jovens e, na maioria dos casos, se resolve espontaneamente. Embora não seja uma das “grandes” doenças maculares, ela é um exemplo da conexão entre o estresse e a saúde da mácula.
Algumas sim, outras não. As distrofias maculares, como a Doença de Stargardt, são puramente genéticas e hereditárias. A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) tem um forte componente genético, mas também depende de fatores ambientais e do envelhecimento. Já condições como o buraco macular idiopático, o edema macular diabético ou a membrana epirretiniana não são consideradas hereditárias, embora os fatores de risco para elas (como o diabetes) possam ter um componente genético.
Os sintomas de uma doença macular afetam predominantemente a visão central, a visão de detalhes. Os mais comuns são: visão central embaçada ou borrada, dificuldade para ler ou para reconhecer rostos, a percepção de uma mancha escura ou cinzenta no centro da visão (escotoma), e a distorção das imagens (metamorfopsia), na qual linhas retas parecem onduladas ou tortas. A percepção das cores também pode ficar alterada, parecendo mais desbotadas.
A visão de linhas retas como se estivessem onduladas, tortas ou quebradas é chamada de metamorfopsia. É um sintoma muito específico de que a arquitetura da mácula está sendo deformada. Isso pode ser causado pelo acúmulo de fluido que incha e eleva a mácula (como na DMRI úmida ou no edema macular) ou pelo enrugamento da sua superfície por uma membrana epirretiniana. É um sinal de alerta importante que sempre exige uma avaliação oftalmológica.
Sim. A percepção de uma mancha escura, cinzenta ou mesmo de uma área “faltando” bem no centro da visão é chamada de escotoma central e é um sintoma típico de doença macular avançada. Essa mancha corresponde à área da mácula que não está mais funcionando corretamente, seja por atrofia (como na DMRI seca avançada) ou pela presença de um buraco macular. A mancha atrapalha diretamente a visão de foco, tornando a leitura impossível naquela área.
Não, as doenças que afetam a mácula e a retina são indolores. A retina é um tecido neurológico que não possui receptores de dor. Portanto, todo o processo de degeneração, inchaço ou formação de um buraco na mácula ocorre sem causar nenhuma dor física no olho. Os sintomas são puramente visuais. É por isso que é tão importante prestar atenção a qualquer mudança na qualidade da visão central, mesmo que não haja dor associada.
Com certeza. A dificuldade para ler é, muitas vezes, o primeiro sintoma que o paciente percebe. A leitura exige o uso da nossa visão central mais nítida, que é a função da mácula. Quando a mácula está doente, a pessoa pode sentir que precisa de cada vez mais luz para ler, que as letras parecem borradas ou quebradas, ou que uma mancha atrapalha a visualização da palavra. Se a sua dificuldade de leitura não melhora com óculos novos, a mácula deve ser examinada.
Não. As doenças maculares afetam especificamente a visão central. A visão periférica, ou lateral, é preservada. Isso significa que a pessoa não fica em uma escuridão total. Ela consegue se locomover e perceber o ambiente ao seu redor, mas perde a capacidade de ver os detalhes daquilo para o qual está olhando diretamente. Essa é uma diferença fundamental em relação a doenças como o glaucoma, que afetam primeiro a visão periférica.
Sim, a fotofobia (sensibilidade à luz) e a dificuldade de recuperação após a exposição a um brilho intenso (ofuscamento) podem ser sintomas de doença macular. Células fotorreceptoras doentes podem não se adaptar bem às mudanças de luminosidade. Além disso, a dificuldade de adaptação ao passar de um ambiente claro para um escuro também pode ser uma queixa, indicando um problema na função das células da mácula.
Sim. A mácula, especialmente a fóvea, é a área com a maior concentração de cones, as células responsáveis pela visão de cores. Quando essas células são danificadas por uma doença macular, a capacidade de perceber a vivacidade e a saturação das cores pode diminuir. As cores podem parecer mais “lavadas”, opacas ou menos brilhantes do que antes. A alteração na percepção das cores é um sinal sutil de que a função macular está comprometida.
Depende da doença. Em condições como a DMRI seca, a membrana epirretiniana ou as distrofias maculares, a perda de visão costuma ser lenta e gradual, ao longo de meses ou anos. Em outras condições, a piora pode ser súbita. Na DMRI úmida, o vazamento de sangue pode causar uma queda abrupta da visão em poucos dias. No buraco macular, a pessoa pode notar uma distorção súbita. Qualquer mudança aguda na visão central é um motivo para procurar um oftalmologista com urgência.
Sim, é muito comum que os sintomas comecem em apenas um olho. Em doenças como o buraco macular ou a membrana epirretiniana, a condição é tipicamente unilateral. Na DMRI, embora a doença seja bilateral, ela é frequentemente assimétrica, e os sintomas mais graves podem se manifestar em um olho muito antes do que no outro. Por isso, é sempre importante testar a visão de cada olho separadamente de vez em quando, cobrindo um e depois o outro, para notar qualquer diferença.
A mácula é uma pequena área especializada, com cerca de 5 mm de diâmetro, localizada no centro da retina, no fundo do olho. Ela é a responsável por toda a nossa visão de detalhes finos e pela percepção das cores. É a mácula que nos permite ler, escrever, reconhecer rostos, dirigir e realizar qualquer tarefa que exija uma visão nítida e central. Seu centro, a fóvea, é a região de máxima acuidade visual. Ela é essencial para a nossa qualidade de vida.
A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é o exame mais importante para avaliar a mácula. É um exame de imagem não invasivo que utiliza uma luz especial para escanear a retina e criar imagens em corte transversal de altíssima resolução. Ele permite que o médico veja, em escala micrométrica, todas as camadas da mácula, como se fosse um corte histológico. O OCT é fundamental para diagnosticar, quantificar e acompanhar doenças como o edema macular, o buraco macular, a DMRI e a membrana epirretiniana.
A angiofluoresceinografia, ou retinografia fluorescente, é um exame que utiliza um contraste (fluoresceína) injetado na veia do braço para estudar a circulação sanguínea da retina e da coroide. Enquanto o contraste circula, uma máquina tira uma série de fotografias do fundo do olho. O exame é excelente para detectar vazamentos de vasos sanguíneos, como ocorre no edema macular, ou para identificar a presença e a localização de vasos anormais, como na DMRI úmida, ajudando a guiar o tratamento.
A tela de Amsler não serve para fazer o diagnóstico, mas é uma ferramenta de automonitoramento muito valiosa para pacientes que já têm uma doença macular, como a DMRI. Ao testar a visão de cada olho regularmente com a grade, o paciente pode ser o primeiro a detectar uma mudança, como o aparecimento de uma nova distorção ou de uma mancha. Essa detecção precoce de uma alteração pode indicar a conversão da DMRI seca para a forma úmida, permitindo que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível.
Não. Esta é uma informação muito importante. As doenças que afetam exclusivamente a mácula causam a perda da visão central, mas a visão periférica (lateral) é preservada. Isso significa que, embora a pessoa perca a capacidade de ler e ver detalhes, ela não fica na escuridão completa. Ela mantém a capacidade de se locomover e de perceber o mundo ao seu redor. A perda da visão central é classificada como cegueira legal, mas não é cegueira total.
Sim, embora sejam muito mais raras do que nos adultos. Existem as chamadas distrofias maculares juvenis, que são um grupo de doenças genéticas e hereditárias que causam a degeneração da mácula em crianças e adolescentes. A mais comum delas é a Doença de Stargardt. Outras causas de problemas maculares em crianças podem ser as inflamações (uveítes) ou o edema macular secundário a outras condições.
A retina, incluindo a mácula, é um tecido nervoso e tem uma capacidade de regeneração muito limitada. As células fotorreceptoras (cones e bastonetes), uma vez que morrem, não são substituídas. É por isso que o dano causado por doenças como a DMRI seca avançada ou o glaucoma é considerado irreversível. O objetivo dos tratamentos atuais é, na maioria das vezes, preservar as células que ainda estão vivas e funcionantes, e não regenerar as que já foram perdidas.
São os dois tipos de células fotorreceptoras da retina. Os bastonetes são mais numerosos e estão localizados principalmente na retina periférica. Eles são muito sensíveis à luz fraca e são responsáveis pela nossa visão noturna e pela detecção de movimento. Os cones estão concentrados na mácula e são responsáveis pela visão de alta acuidade, pela percepção de detalhes finos e pela visão de cores. Eles precisam de mais luz para funcionar bem. As doenças maculares afetam principalmente os cones.
Sim. Embora uma doença macular crônica represente um grande desafio, com o tratamento adequado para controlar a doença, o suporte de uma equipe multidisciplinar e, principalmente, com a reabilitação visual, é perfeitamente possível se adaptar e manter uma vida independente e de qualidade. Os auxílios para baixa visão, as adaptações no ambiente e o aprendizado de novas estratégias para realizar as tarefas diárias são fundamentais nesse processo de adaptação.
O médico oftalmologista especialista em retina é o profissional mais capacitado para diagnosticar e tratar as doenças da mácula. É um oftalmologista que, após a residência, fez uma subespecialização (fellowship) dedicada ao estudo clínico e cirúrgico das doenças do fundo do olho, como a DMRI, a retinopatia diabética e o buraco macular. O acompanhamento com um especialista em retina é muito importante para o manejo correto dessas condições complexas.
Sim, muitas doenças da mácula têm tratamento, e essa é uma das áreas da oftalmologia que mais evoluiu nos últimos anos. O tratamento varia completamente dependendo da causa. Para a DMRI úmida e o edema macular diabético, o tratamento principal são as injeções intraoculares. Para o buraco macular e a membrana epirretiniana, o tratamento é a cirurgia de vitrectomia. Para a DMRI seca, o tratamento se baseia em suplementação vitamínica e mudanças no estilo de vida.
A injeção intravítrea é o tratamento padrão para a DMRI úmida e para o edema macular. O procedimento é rápido e realizado no consultório ou em um ambiente cirúrgico ambulatorial, com anestesia em forma de colírios. O médico injeta, com uma agulha muito fina, uma pequena quantidade de um medicamento (geralmente um antiangiogênico) diretamente dentro do olho. O medicamento age bloqueando o crescimento e o vazamento dos vasos sanguíneos anormais, “secando” a mácula e, em muitos casos, melhorando a visão.
Sim. As doenças tratadas com injeções, como a DMRI úmida, são crônicas. O medicamento tem um tempo de ação limitado dentro do olho. Portanto, as injeções precisam ser repetidas em intervalos regulares para manter a doença sob controle e evitar que os vasos voltem a vazar. A frequência das aplicações é individualizada, mas geralmente começa com uma série de injeções mensais, e depois o intervalo pode ser estendido, de acordo com a resposta do paciente.
A vitrectomia via pars plana é a cirurgia realizada para tratar o buraco macular e a membrana epirretiniana. É uma microcirurgia na qual o cirurgião faz pequenas incisões no olho e remove o gel vítreo. Para o buraco macular, ele então remove uma membrana muito fina da superfície da retina (a membrana limitante interna) para estimular a cicatrização e injeta uma bolha de gás para fechar o buraco. Para a membrana epirretiniana, ele simplesmente “descasca” (peeling) a membrana da superfície da mácula.
A suplementação com uma fórmula específica de vitaminas e antioxidantes (Vitamina C, E, Luteína, Zeaxantina e Zinco), baseada nos estudos AREDS2, mostrou ser eficaz em retardar a progressão da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) da sua forma seca intermediária para a forma avançada. É importante frisar que as vitaminas não curam a doença nem previnem seu aparecimento, mas podem reduzir o risco de piora em pacientes que já estão no estágio indicado. O uso deve ser sempre orientado por um médico.
O objetivo da cirurgia de vitrectomia para o buraco macular e a membrana epirretiniana é melhorar a visão, e os resultados costumam ser muito bons. No caso do buraco macular, a cirurgia consegue fechar o buraco em mais de 90% dos casos, o que geralmente leva a uma melhora significativa da acuidade visual. Na cirurgia para membrana epirretiniana, a remoção da membrana alivia a distorção e também melhora a nitidez. A recuperação total pode levar alguns meses.
O tratamento a laser para a mácula já foi muito usado no passado, mas hoje suas indicações são mais restritas, devido ao surgimento de tratamentos mais eficazes e seguros, como as injeções. O laser ainda pode ser usado em casos específicos de edema macular diabético fora do centro da mácula ou para tratar vasos anormais na periferia da retina. A terapia fotodinâmica (PDT), um tipo de laser “frio”, também pode ser usada em alguns casos selecionados de serosa central ou DMRI.
Após a cirurgia de buraco macular, na qual uma bolha de gás é injetada no olho, o posicionamento da cabeça é uma parte crucial do tratamento. O paciente precisa manter a cabeça virada para baixo (olhando para o chão) pela maior parte do tempo, por vários dias. Essa posição faz com que a bolha de gás suba e pressione a mácula, mantendo as bordas do buraco juntas para que ele possa cicatrizar e fechar. Seguir rigorosamente essa orientação é fundamental para o sucesso da cirurgia.
Sim, esta é uma das áreas mais ativas de pesquisa em oftalmologia. Para a DMRI úmida e o edema diabético, estão sendo desenvolvidos novos medicamentos com uma duração de ação mais longa, o que permitirá diminuir a frequência das injeções. Para a forma seca avançada da DMRI (atrofia geográfica), que hoje não tem tratamento, novas drogas que visam retardar a progressão da atrofia estão em fases finais de aprovação. A terapia gênica para as distrofias maculares hereditárias também é uma realidade promissora.
Para pacientes que já têm uma perda permanente da visão central, os auxílios de baixa visão são recursos que ajudam a maximizar o uso da visão periférica. Eles incluem auxílios ópticos, como lupas de mão, lupas de apoio e pequenos telescópios, e auxílios eletrônicos, como as vídeo-lupas (CCTV), que são câmeras que projetam uma imagem muito ampliada em uma tela, com controle de brilho e contraste. Softwares de ampliação para computador e aplicativos de celular também são muito úteis.
A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, causando vermelhidão e secreção. Pode ser viral, bacteriana ou alérgica, com tratamentos específicos para cada tipo.
O terçol é uma infecção bacteriana aguda na pálpebra, que causa um nódulo vermelho e dolorido. Geralmente melhora com compressas mornas e boa higiene.
O astigmatismo é um erro de foco causado pela curvatura irregular do olho, que torna a visão distorcida. Pode ser corrigido com óculos, lentes ou cirurgia.
A oftalmologia cirúrgica utiliza microcirurgia e alta tecnologia para tratar doenças como catarata e glaucoma, oferecendo procedimentos seguros e de rápida recuperação.
O glaucoma é uma doença crônica e silenciosa que danifica o nervo óptico. O diagnóstico precoce e o tratamento contínuo são cruciais para preservar a visão.
O ceratocone é uma doença que deforma a córnea, afinando-a e causando astigmatismo. O tratamento visa parar a progressão e melhorar a visão.