Abordagens e tecnologias para a mácula

A visão central

A mácula é uma pequena área, com apenas alguns milímetros de diâmetro, localizada bem no centro da retina. Apesar do tamanho, ela é a região de maior importância para a nossa visão de alta definição. É na mácula que se concentra a maior parte das células fotorreceptoras chamadas cones, responsáveis pela percepção de detalhes finos, pela leitura, pela visão de cores e pelo reconhecimento de rostos. Qualquer alteração nessa área nobre tem um impacto direto e significativo na nossa capacidade de realizar as tarefas mais precisas do dia a dia.

A DMRI

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma das principais doenças que afetam a mácula e uma das maiores causas de perda da visão central em pessoas com mais de 60 anos. Ela ocorre quando o processo de envelhecimento leva a um desgaste das células da mácula. Existem duas formas: a seca, mais comum e de progressão lenta, e a úmida, mais agressiva, com o crescimento de vasos sanguíneos anormais. A DMRI não leva à cegueira total, pois a visão periférica é preservada, mas compromete severamente a qualidade de vida.

O buraco macular

O buraco macular é exatamente o que o nome descreve: a formação de uma pequena falha ou buraco no centro da mácula, na região chamada de fóvea. A causa mais comum é a tração que o humor vítreo, o gel que preenche o olho, exerce sobre a mácula durante o seu processo natural de envelhecimento e descolamento. Os sintomas típicos são a visão central embaçada e a percepção de uma mancha escura ou de uma área faltando no centro da visão, além da distorção de linhas retas. O único tratamento para fechar o buraco e tentar recuperar a visão é a cirurgia de vitrectomia.

O edema macular

O edema macular é o inchaço ou acúmulo de líquido na mácula. A mácula, para funcionar bem, precisa estar “seca”. Quando vasos sanguíneos da retina vazam fluido, esse líquido se acumula nas camadas da mácula, engrossando-a e desorganizando suas células. Isso causa embaçamento e distorção da visão central. As causas mais comuns para o edema macular são a retinopatia diabética, as oclusões venosas da retina e inflamações intraoculares. O tratamento tem como objetivo reduzir o líquido acumulado na mácula e restaurar sua anatomia e função.

A membrana epirretiniana

A membrana epirretiniana (MER) é o crescimento de uma fina camada de tecido cicatricial sobre a superfície da mácula, como uma folha de celofane. Essa membrana pode, com o tempo, se contrair e enrugar a superfície da mácula, puxando e distorcendo a sua arquitetura. Os sintomas são a visão central embaçada e a distorção de imagens (metamorfopsia), com as linhas retas parecendo tortas. A causa mais comum é o descolamento do vítreo posterior. Se a membrana causar uma perda de visão significativa, o tratamento é a cirurgia de vitrectomia para a sua remoção.

Tela de Amsler

A tela de Amsler é uma ferramenta de autoavaliação muito útil para monitorar a saúde da mácula em casa. É uma grade simples, quadriculada, com um ponto central. O teste é feito cobrindo um olho de cada vez e olhando fixamente para o ponto central. Uma pessoa com a mácula saudável verá todas as linhas da grade retas e contínuas. O aparecimento de qualquer distorção, como linhas onduladas, tortas ou quebradas, ou de uma mancha escura no centro, pode ser um sinal precoce de uma doença macular, como a DMRI úmida, e indica a necessidade de procurar um oftalmologista.

Exame de OCT

A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é um exame de imagem indispensável para a avaliação da mácula. Ele funciona como um ultrassom de luz, que escaneia a retina e cria imagens em corte transversal de altíssima resolução, como se fosse uma “biópsia” óptica. O OCT permite ao médico ver todas as camadas da mácula em detalhe microscópico, identificar a presença de inchaço, buracos, membranas e drusas, além de medir a espessura da retina. É um exame rápido, indolor e fundamental para o diagnóstico e acompanhamento de doenças maculares.

Os fotorreceptores

Os fotorreceptores são as células nervosas da retina responsáveis por converter a luz em sinal elétrico. Existem dois tipos: os bastonetes, responsáveis pela visão noturna e periférica, e os cones, responsáveis pela visão de cores e de detalhes. A mácula, e especialmente seu centro, a fóvea, é a área com a maior densidade de cones em toda a retina. É essa concentração de cones que confere à mácula sua capacidade de visão de alta resolução. As doenças maculares, ao danificarem os cones, comprometem diretamente a nossa visão mais nítida.

A fóvea

Se a mácula é a capital da retina, a fóvea é o seu centro histórico e mais importante. A fóvea é uma pequena depressão no centro da mácula, onde a acuidade visual atinge o seu pico máximo. Nessa região, as camadas internas da retina são afastadas para o lado, permitindo que a luz incida diretamente sobre os fotorreceptores, que ali são exclusivamente cones, e estão compactados na sua maior densidade possível. É a fóvea que nos permite atingir a visão de 20/20. Condições como o buraco macular afetam diretamente essa área tão nobre.

Doença de Stargardt

A Doença de Stargardt é a principal forma de degeneração macular juvenil hereditária. Diferente da DMRI, que está ligada à idade, a Doença de Stargardt é genética e geralmente se manifesta na infância ou na adolescência. Ela causa uma perda progressiva da visão central, com sintomas muito semelhantes aos da DMRI, como dificuldade de leitura e reconhecimento de rostos. A causa é uma mutação em um gene que leva ao acúmulo de material tóxico na mácula. O diagnóstico é feito pelo exame de fundo de olho e pode ser confirmado por testes genéticos.

Causas de distorção

A visão distorcida é um sintoma chave de que algo está errado com a mácula. Ela ocorre quando a arquitetura perfeitamente plana e organizada das células da mácula é alterada. Isso pode acontecer por um inchaço, que eleva a retina; pelo enrugamento da superfície por uma membrana epirretiniana; pela formação de um buraco macular; ou pelo acúmulo de fluido e sangue sob a retina, como na DMRI úmida. Qualquer uma dessas condições deforma fisicamente a mácula, fazendo com que as imagens captadas por ela sejam percebidas como tortas pelo cérebro.

A reabilitação visual

Quando uma doença macular causa uma perda permanente da visão central, a reabilitação visual para baixa visão se torna uma ferramenta muito importante. O objetivo é ajudar o paciente a maximizar o uso da sua visão periférica, que permanece intacta. Isso pode ser feito com o auxílio de recursos ópticos, como lupas e telescópios, e de auxílios eletrônicos, como as vídeo-lupas, que ampliam as imagens e permitem o ajuste de contraste. O treinamento com um profissional especializado pode ensinar técnicas para encontrar o melhor ponto da retina periférica para focar.

Principais dúvidas sobre a mácula

Com base nas perguntas mais comuns em consultório, esta seção foi criada para explicar, de forma clara, o que é a mácula, as doenças que a afetam e os tratamentos disponíveis.

Causas da mácula
Sintomas da mácula
Sobre a mácula
Tipos de tratamento
Causas da mácula

O que causa os problemas na mácula?

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Os problemas na mácula podem ter diversas causas. A mais comum é o envelhecimento, que leva à Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). Outras causas importantes incluem o diabetes mal controlado, que pode causar inchaço (edema macular diabético), e as oclusões venosas da retina, que também levam ao edema. Causas mecânicas, como a tração do gel vítreo sobre a retina, podem levar à formação de um buraco macular ou de uma membrana epirretiniana. Além disso, existem as causas genéticas, que levam às distrofias maculares hereditárias, como a Doença de Stargardt.

O que é o buraco macular e por que ele se forma?

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O buraco macular é uma falha de tecido que se abre bem no centro da mácula. A causa mais comum é idiopática, relacionada ao processo de envelhecimento do vítreo, o gel que preenche o olho. Durante o descolamento do vítreo posterior, pode ocorrer uma tração anormal e persistente sobre a fóvea, a área mais fina da mácula. Essa tração pode acabar por “puxar” e abrir um buraco no tecido. Traumas oculares ou alta miopia também são fatores de risco, mas são causas menos comuns.

O diabetes pode afetar a mácula?

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Sim, o diabetes é uma das principais causas de doença macular. O diabetes mal controlado pode danificar os pequenos vasos sanguíneos da retina, fazendo com que eles vazem fluido, gordura e sangue. Quando esse vazamento ocorre na região da mácula, ele causa o edema macular diabético, que é o inchaço da mácula. O edema macular diabético é a principal causa de perda de visão em pacientes com diabetes. O controle rigoroso da glicemia é a melhor forma de prevenção, e o tratamento geralmente envolve injeções intraoculares.

O que causa o edema macular?

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O edema macular é o inchaço da mácula por acúmulo de líquido. Ele não é uma doença em si, mas um sinal de que outra condição está presente. As causas mais frequentes são aquelas que afetam a integridade dos vasos sanguíneos da retina, como a retinopatia diabética e as oclusões da veia da retina. Outras causas incluem inflamações intraoculares (uveítes), o pós-operatório de cirurgias oculares (como a de catarata, em uma condição chamada Edema Macular Cistoide de Irvine-Gass) ou a DMRI na sua forma úmida.

O que é a membrana epirretiniana?

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A membrana epirretiniana é uma fina camada de tecido cicatricial que se forma sobre a superfície da mácula. A causa mais comum é o descolamento do vítreo posterior, durante o qual algumas células podem ficar na superfície da retina e, com o tempo, se proliferar e formar essa membrana. Ela também pode ser secundária a outros problemas, como inflamações, traumas ou cirurgias prévias. A membrana pode permanecer estável sem causar problemas ou pode se contrair, enrugando a mácula e causando visão distorcida.

A alta miopia pode causar problemas na mácula?

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Sim, a alta miopia é um fator de risco para diversas complicações maculares. O olho com alta miopia é um olho alongado, o que causa um estiramento mecânico de todas as suas camadas, incluindo a retina e a coroide. Esse estiramento crônico pode levar a um afinamento e a uma degeneração da mácula (maculopatia miópica), ao crescimento de vasos sanguíneos anormais (membrana neovascular miópica), a trações que podem causar um buraco macular ou a um descolamento de retina que envolve a mácula.

Um trauma no olho pode afetar a mácula?

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Sim, um trauma contuso (uma pancada forte) no olho pode causar danos diretos à mácula. Uma das lesões possíveis é o Edema de Berlin, uma contusão da retina que pode causar um inchaço temporário da mácula e baixa de visão. Em traumas mais severos, pode ocorrer uma hemorragia sob a mácula ou a formação de um buraco macular traumático. Ferimentos penetrantes também podem, obviamente, lesar diretamente a mácula.

A cirurgia de catarata pode afetar a mácula?

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Sim, embora seja uma complicação incomum em uma cirurgia de catarata sem intercorrências, o procedimento pode levar ao desenvolvimento de edema macular cistoide, também conhecido como síndrome de Irvine-Gass. A inflamação natural que ocorre dentro do olho após a cirurgia pode, em algumas pessoas, levar ao vazamento dos vasos sanguíneos da mácula, causando seu inchaço. A condição geralmente responde bem ao tratamento com colírios anti-inflamatórios.

O estresse pode causar problemas na mácula?

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Existe uma condição chamada coriorretinopatia central serosa (CSC), que está fortemente associada ao estresse e ao uso de corticoides. Nela, ocorre um vazamento de fluido da coroide para baixo da retina, causando um descolamento seroso da mácula que leva a uma mancha na visão e à percepção de que os objetos parecem menores. A CRSC afeta tipicamente homens jovens e, na maioria dos casos, se resolve espontaneamente. Embora não seja uma das “grandes” doenças maculares, ela é um exemplo da conexão entre o estresse e a saúde da mácula.

As doenças da mácula são hereditárias?

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Algumas sim, outras não. As distrofias maculares, como a Doença de Stargardt, são puramente genéticas e hereditárias. A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) tem um forte componente genético, mas também depende de fatores ambientais e do envelhecimento. Já condições como o buraco macular idiopático, o edema macular diabético ou a membrana epirretiniana não são consideradas hereditárias, embora os fatores de risco para elas (como o diabetes) possam ter um componente genético.

Sintomas da mácula

Quais são os principais sintomas de uma doença macular?

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Os sintomas de uma doença macular afetam predominantemente a visão central, a visão de detalhes. Os mais comuns são: visão central embaçada ou borrada, dificuldade para ler ou para reconhecer rostos, a percepção de uma mancha escura ou cinzenta no centro da visão (escotoma), e a distorção das imagens (metamorfopsia), na qual linhas retas parecem onduladas ou tortas. A percepção das cores também pode ficar alterada, parecendo mais desbotadas.

O que significa ver as linhas tortas?

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A visão de linhas retas como se estivessem onduladas, tortas ou quebradas é chamada de metamorfopsia. É um sintoma muito específico de que a arquitetura da mácula está sendo deformada. Isso pode ser causado pelo acúmulo de fluido que incha e eleva a mácula (como na DMRI úmida ou no edema macular) ou pelo enrugamento da sua superfície por uma membrana epirretiniana. É um sinal de alerta importante que sempre exige uma avaliação oftalmológica.

Uma mancha no centro da visão pode ser um problema na mácula?

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Sim. A percepção de uma mancha escura, cinzenta ou mesmo de uma área “faltando” bem no centro da visão é chamada de escotoma central e é um sintoma típico de doença macular avançada. Essa mancha corresponde à área da mácula que não está mais funcionando corretamente, seja por atrofia (como na DMRI seca avançada) ou pela presença de um buraco macular. A mancha atrapalha diretamente a visão de foco, tornando a leitura impossível naquela área.

As doenças da mácula causam dor?

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Não, as doenças que afetam a mácula e a retina são indolores. A retina é um tecido neurológico que não possui receptores de dor. Portanto, todo o processo de degeneração, inchaço ou formação de um buraco na mácula ocorre sem causar nenhuma dor física no olho. Os sintomas são puramente visuais. É por isso que é tão importante prestar atenção a qualquer mudança na qualidade da visão central, mesmo que não haja dor associada.

A dificuldade para ler pode ser um sintoma de problema na mácula?

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Com certeza. A dificuldade para ler é, muitas vezes, o primeiro sintoma que o paciente percebe. A leitura exige o uso da nossa visão central mais nítida, que é a função da mácula. Quando a mácula está doente, a pessoa pode sentir que precisa de cada vez mais luz para ler, que as letras parecem borradas ou quebradas, ou que uma mancha atrapalha a visualização da palavra. Se a sua dificuldade de leitura não melhora com óculos novos, a mácula deve ser examinada.

A visão periférica é afetada?

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Não. As doenças maculares afetam especificamente a visão central. A visão periférica, ou lateral, é preservada. Isso significa que a pessoa não fica em uma escuridão total. Ela consegue se locomover e perceber o ambiente ao seu redor, mas perde a capacidade de ver os detalhes daquilo para o qual está olhando diretamente. Essa é uma diferença fundamental em relação a doenças como o glaucoma, que afetam primeiro a visão periférica.

A sensibilidade à luz pode ser um sintoma?

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Sim, a fotofobia (sensibilidade à luz) e a dificuldade de recuperação após a exposição a um brilho intenso (ofuscamento) podem ser sintomas de doença macular. Células fotorreceptoras doentes podem não se adaptar bem às mudanças de luminosidade. Além disso, a dificuldade de adaptação ao passar de um ambiente claro para um escuro também pode ser uma queixa, indicando um problema na função das células da mácula.

As cores podem parecer desbotadas?

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Sim. A mácula, especialmente a fóvea, é a área com a maior concentração de cones, as células responsáveis pela visão de cores. Quando essas células são danificadas por uma doença macular, a capacidade de perceber a vivacidade e a saturação das cores pode diminuir. As cores podem parecer mais “lavadas”, opacas ou menos brilhantes do que antes. A alteração na percepção das cores é um sinal sutil de que a função macular está comprometida.

Os sintomas aparecem de repente ou aos poucos?

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Depende da doença. Em condições como a DMRI seca, a membrana epirretiniana ou as distrofias maculares, a perda de visão costuma ser lenta e gradual, ao longo de meses ou anos. Em outras condições, a piora pode ser súbita. Na DMRI úmida, o vazamento de sangue pode causar uma queda abrupta da visão em poucos dias. No buraco macular, a pessoa pode notar uma distorção súbita. Qualquer mudança aguda na visão central é um motivo para procurar um oftalmologista com urgência.

Os sintomas podem afetar um olho só?

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Sim, é muito comum que os sintomas comecem em apenas um olho. Em doenças como o buraco macular ou a membrana epirretiniana, a condição é tipicamente unilateral. Na DMRI, embora a doença seja bilateral, ela é frequentemente assimétrica, e os sintomas mais graves podem se manifestar em um olho muito antes do que no outro. Por isso, é sempre importante testar a visão de cada olho separadamente de vez em quando, cobrindo um e depois o outro, para notar qualquer diferença.

Sobre a mácula

O que é a mácula exatamente?

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A mácula é uma pequena área especializada, com cerca de 5 mm de diâmetro, localizada no centro da retina, no fundo do olho. Ela é a responsável por toda a nossa visão de detalhes finos e pela percepção das cores. É a mácula que nos permite ler, escrever, reconhecer rostos, dirigir e realizar qualquer tarefa que exija uma visão nítida e central. Seu centro, a fóvea, é a região de máxima acuidade visual. Ela é essencial para a nossa qualidade de vida.

O que é o exame de OCT da mácula?

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A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é o exame mais importante para avaliar a mácula. É um exame de imagem não invasivo que utiliza uma luz especial para escanear a retina e criar imagens em corte transversal de altíssima resolução. Ele permite que o médico veja, em escala micrométrica, todas as camadas da mácula, como se fosse um corte histológico. O OCT é fundamental para diagnosticar, quantificar e acompanhar doenças como o edema macular, o buraco macular, a DMRI e a membrana epirretiniana.

O que é o exame de angiofluoresceinografia?

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A angiofluoresceinografia, ou retinografia fluorescente, é um exame que utiliza um contraste (fluoresceína) injetado na veia do braço para estudar a circulação sanguínea da retina e da coroide. Enquanto o contraste circula, uma máquina tira uma série de fotografias do fundo do olho. O exame é excelente para detectar vazamentos de vasos sanguíneos, como ocorre no edema macular, ou para identificar a presença e a localização de vasos anormais, como na DMRI úmida, ajudando a guiar o tratamento.

A tela de Amsler pode ajudar no diagnóstico?

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A tela de Amsler não serve para fazer o diagnóstico, mas é uma ferramenta de automonitoramento muito valiosa para pacientes que já têm uma doença macular, como a DMRI. Ao testar a visão de cada olho regularmente com a grade, o paciente pode ser o primeiro a detectar uma mudança, como o aparecimento de uma nova distorção ou de uma mancha. Essa detecção precoce de uma alteração pode indicar a conversão da DMRI seca para a forma úmida, permitindo que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível.

As doenças da mácula levam à cegueira total?

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Não. Esta é uma informação muito importante. As doenças que afetam exclusivamente a mácula causam a perda da visão central, mas a visão periférica (lateral) é preservada. Isso significa que, embora a pessoa perca a capacidade de ler e ver detalhes, ela não fica na escuridão completa. Ela mantém a capacidade de se locomover e de perceber o mundo ao seu redor. A perda da visão central é classificada como cegueira legal, mas não é cegueira total.

As doenças da mácula podem afetar crianças?

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Sim, embora sejam muito mais raras do que nos adultos. Existem as chamadas distrofias maculares juvenis, que são um grupo de doenças genéticas e hereditárias que causam a degeneração da mácula em crianças e adolescentes. A mais comum delas é a Doença de Stargardt. Outras causas de problemas maculares em crianças podem ser as inflamações (uveítes) ou o edema macular secundário a outras condições.

A mácula pode se regenerar?

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A retina, incluindo a mácula, é um tecido nervoso e tem uma capacidade de regeneração muito limitada. As células fotorreceptoras (cones e bastonetes), uma vez que morrem, não são substituídas. É por isso que o dano causado por doenças como a DMRI seca avançada ou o glaucoma é considerado irreversível. O objetivo dos tratamentos atuais é, na maioria das vezes, preservar as células que ainda estão vivas e funcionantes, e não regenerar as que já foram perdidas.

O que são os cones e bastonetes?

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São os dois tipos de células fotorreceptoras da retina. Os bastonetes são mais numerosos e estão localizados principalmente na retina periférica. Eles são muito sensíveis à luz fraca e são responsáveis pela nossa visão noturna e pela detecção de movimento. Os cones estão concentrados na mácula e são responsáveis pela visão de alta acuidade, pela percepção de detalhes finos e pela visão de cores. Eles precisam de mais luz para funcionar bem. As doenças maculares afetam principalmente os cones.

É possível ter uma vida normal com uma doença macular?

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Sim. Embora uma doença macular crônica represente um grande desafio, com o tratamento adequado para controlar a doença, o suporte de uma equipe multidisciplinar e, principalmente, com a reabilitação visual, é perfeitamente possível se adaptar e manter uma vida independente e de qualidade. Os auxílios para baixa visão, as adaptações no ambiente e o aprendizado de novas estratégias para realizar as tarefas diárias são fundamentais nesse processo de adaptação.

Qual o profissional que trata as doenças da mácula?

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O médico oftalmologista especialista em retina é o profissional mais capacitado para diagnosticar e tratar as doenças da mácula. É um oftalmologista que, após a residência, fez uma subespecialização (fellowship) dedicada ao estudo clínico e cirúrgico das doenças do fundo do olho, como a DMRI, a retinopatia diabética e o buraco macular. O acompanhamento com um especialista em retina é muito importante para o manejo correto dessas condições complexas.

Tipos de tratamento

As doenças da mácula têm tratamento?

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Sim, muitas doenças da mácula têm tratamento, e essa é uma das áreas da oftalmologia que mais evoluiu nos últimos anos. O tratamento varia completamente dependendo da causa. Para a DMRI úmida e o edema macular diabético, o tratamento principal são as injeções intraoculares. Para o buraco macular e a membrana epirretiniana, o tratamento é a cirurgia de vitrectomia. Para a DMRI seca, o tratamento se baseia em suplementação vitamínica e mudanças no estilo de vida.

Como funciona a injeção intraocular?

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A injeção intravítrea é o tratamento padrão para a DMRI úmida e para o edema macular. O procedimento é rápido e realizado no consultório ou em um ambiente cirúrgico ambulatorial, com anestesia em forma de colírios. O médico injeta, com uma agulha muito fina, uma pequena quantidade de um medicamento (geralmente um antiangiogênico) diretamente dentro do olho. O medicamento age bloqueando o crescimento e o vazamento dos vasos sanguíneos anormais, “secando” a mácula e, em muitos casos, melhorando a visão.

O tratamento com injeções precisa ser repetido?

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Sim. As doenças tratadas com injeções, como a DMRI úmida, são crônicas. O medicamento tem um tempo de ação limitado dentro do olho. Portanto, as injeções precisam ser repetidas em intervalos regulares para manter a doença sob controle e evitar que os vasos voltem a vazar. A frequência das aplicações é individualizada, mas geralmente começa com uma série de injeções mensais, e depois o intervalo pode ser estendido, de acordo com a resposta do paciente.

Como é a cirurgia de vitrectomia para a mácula?

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A vitrectomia via pars plana é a cirurgia realizada para tratar o buraco macular e a membrana epirretiniana. É uma microcirurgia na qual o cirurgião faz pequenas incisões no olho e remove o gel vítreo. Para o buraco macular, ele então remove uma membrana muito fina da superfície da retina (a membrana limitante interna) para estimular a cicatrização e injeta uma bolha de gás para fechar o buraco. Para a membrana epirretiniana, ele simplesmente “descasca” (peeling) a membrana da superfície da mácula.

Vitaminas podem ajudar a tratar a mácula?

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A suplementação com uma fórmula específica de vitaminas e antioxidantes (Vitamina C, E, Luteína, Zeaxantina e Zinco), baseada nos estudos AREDS2, mostrou ser eficaz em retardar a progressão da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) da sua forma seca intermediária para a forma avançada. É importante frisar que as vitaminas não curam a doença nem previnem seu aparecimento, mas podem reduzir o risco de piora em pacientes que já estão no estágio indicado. O uso deve ser sempre orientado por um médico.

A cirurgia de mácula recupera a visão?

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O objetivo da cirurgia de vitrectomia para o buraco macular e a membrana epirretiniana é melhorar a visão, e os resultados costumam ser muito bons. No caso do buraco macular, a cirurgia consegue fechar o buraco em mais de 90% dos casos, o que geralmente leva a uma melhora significativa da acuidade visual. Na cirurgia para membrana epirretiniana, a remoção da membrana alivia a distorção e também melhora a nitidez. A recuperação total pode levar alguns meses.

Existe tratamento a laser para a mácula?

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O tratamento a laser para a mácula já foi muito usado no passado, mas hoje suas indicações são mais restritas, devido ao surgimento de tratamentos mais eficazes e seguros, como as injeções. O laser ainda pode ser usado em casos específicos de edema macular diabético fora do centro da mácula ou para tratar vasos anormais na periferia da retina. A terapia fotodinâmica (PDT), um tipo de laser “frio”, também pode ser usada em alguns casos selecionados de serosa central ou DMRI.

O que fazer no pós-operatório da cirurgia de buraco macular?

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Após a cirurgia de buraco macular, na qual uma bolha de gás é injetada no olho, o posicionamento da cabeça é uma parte crucial do tratamento. O paciente precisa manter a cabeça virada para baixo (olhando para o chão) pela maior parte do tempo, por vários dias. Essa posição faz com que a bolha de gás suba e pressione a mácula, mantendo as bordas do buraco juntas para que ele possa cicatrizar e fechar. Seguir rigorosamente essa orientação é fundamental para o sucesso da cirurgia.

Existem novos tratamentos para as doenças da mácula?

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Sim, esta é uma das áreas mais ativas de pesquisa em oftalmologia. Para a DMRI úmida e o edema diabético, estão sendo desenvolvidos novos medicamentos com uma duração de ação mais longa, o que permitirá diminuir a frequência das injeções. Para a forma seca avançada da DMRI (atrofia geográfica), que hoje não tem tratamento, novas drogas que visam retardar a progressão da atrofia estão em fases finais de aprovação. A terapia gênica para as distrofias maculares hereditárias também é uma realidade promissora.

O que são os auxílios de baixa visão?

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Para pacientes que já têm uma perda permanente da visão central, os auxílios de baixa visão são recursos que ajudam a maximizar o uso da visão periférica. Eles incluem auxílios ópticos, como lupas de mão, lupas de apoio e pequenos telescópios, e auxílios eletrônicos, como as vídeo-lupas (CCTV), que são câmeras que projetam uma imagem muito ampliada em uma tela, com controle de brilho e contraste. Softwares de ampliação para computador e aplicativos de celular também são muito úteis.

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Conjuntivite

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, causando vermelhidão e secreção. Pode ser viral, bacteriana ou alérgica, com tratamentos específicos para cada tipo.

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Terçol

O terçol é uma infecção bacteriana aguda na pálpebra, que causa um nódulo vermelho e dolorido. Geralmente melhora com compressas mornas e boa higiene.

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Astigmatismo

O astigmatismo é um erro de foco causado pela curvatura irregular do olho, que torna a visão distorcida. Pode ser corrigido com óculos, lentes ou cirurgia.

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Oftalmologia cirúrgica

A oftalmologia cirúrgica utiliza microcirurgia e alta tecnologia para tratar doenças como catarata e glaucoma, oferecendo procedimentos seguros e de rápida recuperação.

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Glaucoma

O glaucoma é uma doença crônica e silenciosa que danifica o nervo óptico. O diagnóstico precoce e o tratamento contínuo são cruciais para preservar a visão.

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Ceratocone

O ceratocone é uma doença que deforma a córnea, afinando-a e causando astigmatismo. O tratamento visa parar a progressão e melhorar a visão.

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HOS Lagarto

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HRO V+ Oftalmologia

Av. Jerônimo de Albuquerque, 02. Cohab Anil I, São Luís (MA).
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HOP Palmas

402 Sul Av Joaquim T S Lote 2 - Plano Diretor Sul, Palmas - TO, 77021-622
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Totum Saúde Mangalô

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CBCO Goiânia (GO)

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COA Santa Efigênia BH

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HOF Centro Biguaçu

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Rua Arariba, lote 5 - Centro Médico, 7º andar, sala 1106
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HOA Araraquara

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Avenida Pequeno Príncipe, nº 1482, SL 04. Campeche, Florianópolis, SC
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HOPE CEOFT Difusora

Av. Agamenon Magalhães, 444 • 10° Andar - Salas 501-506 • Maurício de Nassau • Caruaru – PE
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HOPE NEO Oftalmologia

Av. Oswaldo Cruz, 217 • 3º Andar • Sala 01, G2 • Maurício de Nassau, Caruaru – PE
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Oftalmos Sete de Setembro

Av. 7 de Setembro, 1015. Fazenda – Itajaí (SC)
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CCOlhos Macrovisão, Vitória

Rua Alfeu Alves Pereira, 79. Sala 408. Enseada do Suá, Vitória (ES).
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H.Olhos Visoclínica

Rua Estados Unidos, 450. São Paulo, SP. CEP: 01427-000
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Vilar Parnaíba Piauí

Av. Leonardo de Carvalho Castelo Branco- Floriopólis - Fecomércio, Parnaíba - PI, 64206-260
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Vilar Teresina Dirceu

Av. Joaquim Nelson, 3531 - Dirceu, Teresina - PI, 64078-225
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Vilar Teresina Jóquei

R. Gov. Joca Píres, 521 - Jóquei, Teresina - PI, 64048-210
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Vilar Teresina Matriz

R. Benjamin Constant, 2290 - Centro (Norte), Teresina - PI, 64000-280
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Oftalmos Marcos Konder

Av. Marcos Konder, 930 Centro – Itajaí (SC)
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Oftalmos Balneário Camboriú

Rua 10, 175. Centro – Balneário Camboriú (SC)
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Oftalmo Città Shopping Città America

Shopping Città America. Av. das Américas, 700 – Bloco 08 – Salas 101 A e 105 A. Barra da Tijuca – RJ
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H.Olhos Laser Ocular

Av. Portugal, 830 . Jd Bela Vista . Santo André . SP
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HRO Rio Anil Shopping

Av. São Luís Rei de França, Rio Anil Shopping, 8, Loja 1094. Turu – São Luís – MA
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HRO Golden Shopping

Av. dos Holandeses, Golden Shopping Calhau, Loja 40. Calhau – São Luís – MA
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HRO Shopping da Ilha

Av. Daniel de la Touche, 987, Shopping da Ilha. Cohama – São Luís – MA
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HRO São Domingos

Av. Jerônimo de Albuquerque, 540. Complexo do Hospital São Domingos. Bequimão - São Luís – MA
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HOSL Recife

Estrada do Encanamento, 909/873. Casa Forte, Recife - PE.
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HOS Centro, Aracaju

R. Santo Amaro, 296 – Centro, Aracaju (SE).
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HOS Jardins Aracaju

Av. Min. Geraldo Barreto Sobral, 2131, Térreo, Centro Médico Jardins. Aracaju – SE
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HOS Aracaju (matriz)

Rua Campo do Brito, 995, Bairro São José.
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HOPE Ilha do Leite

Rua Francisco Alves, 887 • Ilha do Leite, Recife - PE
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HOPE Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 • Shopping Recife, Boa Viagem, Recife - PE • 1° piso
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HOPE Shopping Guararapes

Av. Barreto de Menezes, 800 • Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE • Entrada A
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HOPE Plaza Casa Forte

R. Dr. João Santos Filho, 255 • Parnamirim, Recife - PE • Mezanino
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HOPE RioMar

Av. República do Líbano, 251. Shopping RioMar. Pina, Recife - PE
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HOPE Shopping Patteo Olinda

R. Carmelita Muniz de Araújo, 225 • Shopping Patteo Olinda, Casa Caiada, Olinda - PE • L4 Piso Ribeira
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H.Olhos Molinari

R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista. São Paulo - SP. CEP: 04503-011.
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H.Olhos Clinoft

Rua Doutor João Ribeiro, 184 - Penha de França. São Paulo - SP
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H.Olhos Paulista

Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP). Próximo à Estação Paraíso do Metrô.
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H.Olhos ABC

Avenida Lucas Nogueira Garcez, 169 - São Bernardo do Campo (SP)
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HOC, Vitória

Av. Rosendo Serapiao de Souza Filho, 95. Mata da Praia - Vitória /ES
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HOC, Várzea Grande

Av. Castelo Branco, 790 - Centro Sul, Várzea Grande - MT, 78110-002
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HOC, Cuiabá

Av. Gen. Ramiro de Noronha, 453 - Jardim Cuiabá, Cuiabá - MT, 78043-272
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H.Olhos São Caetano do Sul

R. Espírito Santo, 67 – Centro – São Caetano do Sul – SP – CEP: 09530-700.
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H.Olhos Mauá

Rua Campos Sales, 48 – Vila Bocaina – Mauá – SP.
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H.Olhos Diadema

Rua Carmine Flauto, 26 – Centro – Diadema – SP
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H.Olhos Santo André

Rua Dona Carlota, 166 – Vila Bastos – Santo André – SP – CEP: 09040-250.
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H.Olhos Santo Amaro

Av. Santo Amaro, 6277- Chácara Santo Antônio – São Paulo – CEP: 04701-100.
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H.Olhos CEOSP Moema

Av. Ibijaú, 331 - Moema, São Paulo - SP, 04524-020
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CCOlhos Santa Lúcia, Vitória

R. das Palmeiras, 721, Santa Lucia, Vitória – ES
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CBV, Araucárias

Avenida das Araucárias, 785 – Loja 03. Águas Claras, Brasília – DF, 71936-250
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CBV, Taguatinga Sul

QSA 1, Lote 08. Em frente ao Alameda Shopping. Taguatinga Sul, Brasília – DF, 72015-010
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CBV, Matriz L2 Sul

Avenida L2 Sul, Quadra 613, Lote 91. Asa Sul, Brasília – DF, 70200-730
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