A degeneração macular e suas manifestações

A mácula

A mácula é uma pequena área localizada no centro da nossa retina, o tecido sensível à luz que fica no fundo do olho. Apesar de seu tamanho reduzido, ela é extremamente importante, pois é a responsável pela nossa visão central, nítida e detalhada. É graças à mácula que conseguimos ler, reconhecer rostos, ver as cores com clareza e enxergar os detalhes finos. A degeneração macular relacionada à idade é uma doença que afeta especificamente essa nobre região da retina, comprometendo a capacidade de realizar essas tarefas com precisão.

DMRI seca

A forma seca é o tipo mais comum de degeneração macular, correspondendo a cerca de 90% dos casos. Ela se caracteriza pelo acúmulo de pequenos depósitos amarelados sob a retina e por um afinamento progressivo das células da mácula. A perda de visão costuma ser lenta e gradual. Os sintomas iniciais podem ser sutis, como uma leve dificuldade para ler ou a necessidade de mais luz. Embora não tenha cura, o acompanhamento é essencial. Em casos intermediários ou avançados, a suplementação com vitaminas específicas pode ajudar a retardar sua progressão.

DMRI úmida

A forma úmida, ou exsudativa, é menos comum, mas geralmente mais grave e de progressão mais rápida. Ela ocorre quando vasos sanguíneos anormais e frágeis crescem sob a mácula, um processo chamado de neovascularização. Esses novos vasos podem vazar fluido e sangue, causando inchaço e danos rápidos às células da retina. A principal consequência é uma perda da visão central mais súbita e acentuada. O sintoma mais característico é a percepção de linhas retas como se estivessem tortas ou onduladas.

O sintoma de metamorfopsia

A metamorfopsia é o nome técnico para a percepção de imagens distorcidas, e é um dos sintomas mais clássicos da DMRI úmida. O paciente pode notar que linhas que deveriam ser retas, como o batente de uma porta, a moldura de uma janela ou as linhas de um caderno, parecem onduladas, tortas ou quebradas. Isso acontece porque o vazamento de fluido dos vasos anormais eleva e deforma a superfície da mácula, alterando a forma como as imagens são projetadas nela. É um sinal de alerta importante que exige uma avaliação oftalmológica imediata.

A tela de Amsler

A tela de Amsler é uma ferramenta de autoavaliação muito simples e útil para pacientes com degeneração macular. É uma grade quadriculada com um ponto preto no centro. O teste consiste em olhar fixamente para o ponto central, cobrindo um olho de cada vez, e observar se alguma das linhas da grade parece torta, borrada, manchada ou se alguma área desaparece. A percepção de qualquer uma dessas alterações pode ser um sinal precoce de atividade da DMRI úmida, e o paciente deve contatar seu médico. É uma forma de monitorar a visão em casa, entre as consultas.

Fatores de risco

O principal fator de risco para a degeneração macular é a idade, sendo mais comum após os 60 anos. A genética também tem um papel importante; ter parentes de primeiro grau com a doença aumenta as chances. O tabagismo é o fator de risco modificável mais significativo, podendo dobrar ou triplicar o risco de desenvolver a doença. Outros fatores incluem a exposição excessiva à luz solar (radiação UV) sem proteção ao longo da vida, a hipertensão arterial, a obesidade e uma dieta pobre em antioxidantes, vegetais de folhas verdes e peixes.

Exame de OCT

A Tomografia de Coerência Óptica, ou OCT, é um exame de imagem não invasivo e de alta resolução que se tornou um padrão no diagnóstico e acompanhamento da degeneração macular. Ele funciona como uma espécie de “ultrassom de luz”, que escaneia a retina e cria imagens em corte transversal, como se fosse uma biópsia óptica. O OCT permite ao médico visualizar todas as camadas da retina em detalhes microscópicos, medindo a espessura, detectando a presença de drusas, áreas de atrofia e, principalmente, a presença de fluido ou vasos anormais na DMRI úmida.

As drusas

As drusas são pequenos depósitos de material extracelular, de cor amarelada, que se acumulam sob a retina, na região da mácula. Elas são um dos primeiros sinais da degeneração macular relacionada à idade e podem ser vistas pelo oftalmologista durante um exame de fundo de olho. A presença de algumas drusas pequenas pode ser normal com o envelhecimento. No entanto, drusas grandes e em grande quantidade aumentam o risco de progressão para formas mais avançadas da doença, tanto a seca quanto a úmida.

O escotoma central

Com a progressão da degeneração macular, o paciente pode começar a perceber um escotoma, que é uma mancha escura ou um ponto cego no centro da sua visão. Essa mancha pode ser pequena no início, mas tende a aumentar de tamanho à medida que mais células da mácula são danificadas. O escotoma central torna a leitura muito difícil, pois as letras no centro da palavra podem desaparecer. Reconhecer o rosto de uma pessoa também se torna um desafio, pois a área central da face fica obscurecida. A pessoa aprende a usar a visão periférica para contornar essa dificuldade.

A visão periférica

Uma informação muito importante e tranquilizadora sobre a degeneração macular é que ela afeta exclusivamente a visão central. A visão periférica, ou lateral, não é comprometida pela doença. Isso significa que a DMRI não leva à cegueira total, no sentido de escuridão completa. A pessoa continua a perceber o ambiente ao seu redor, o que lhe permite se locomover e manter um bom grau de independência para andar pela casa ou na rua. A reabilitação visual, com auxílios de baixa visão, foca justamente em ensinar o paciente a utilizar melhor essa visão periférica.

Injeção intraocular

O tratamento padrão para a DMRI úmida é a aplicação de medicamentos diretamente dentro do olho, um procedimento chamado de injeção intravítrea ou intraocular. Os medicamentos utilizados são os antiangiogênicos (ou anti-VEGF). Eles agem bloqueando uma proteína que estimula o crescimento dos vasos sanguíneos anormais. Ao inibir o crescimento e o vazamento desses vasos, o tratamento consegue “secar” a retina, diminuindo o inchaço e, em muitos casos, melhorando a visão. 

Dúvidas frequentes sobre degeneração macular (DMRI)

Esta seção foi criada com base nas perguntas mais comuns dos pacientes, para explicar de forma clara e acolhedora as causas, os sintomas e os tratamentos para a DMRI.

Causas da DMRI
Sintomas da DMRI
Sobre a degeneração macular
Tipos de tratamento
Causas da DMRI

O que causa a degeneração macular?

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A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença complexa e multifatorial. O principal fator de risco, como o nome diz, é o envelhecimento. Com o passar dos anos, o metabolismo das células da retina se torna menos eficiente, levando ao acúmulo de resíduos (drusas) e a um processo de estresse oxidativo e inflamação crônica na mácula. Além da idade, a genética tem um papel muito importante, com vários genes já identificados que aumentam a suscetibilidade à doença. Fatores de estilo de vida, como tabagismo e dieta, também contribuem de forma significativa.

A DMRI é uma doença hereditária?

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A DMRI não é uma doença puramente hereditária no sentido de ser transmitida diretamente de pais para filhos, mas ela tem um forte componente genético. Ter um parente de primeiro grau (pai, mãe ou irmão) com a doença aumenta consideravelmente o risco de desenvolvê-la. Vários genes foram associados a um maior risco, principalmente genes ligados ao sistema complemento, que é parte da nossa resposta inflamatória. Isso significa que algumas pessoas nascem com uma predisposição genética para que suas máculas sejam mais vulneráveis aos efeitos do envelhecimento.

Fumar pode causar degeneração macular?

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Sim, o tabagismo é o fator de risco modificável mais importante para a DMRI. Inúmeros estudos já comprovaram que fumar aumenta em, pelo menos, duas a três vezes o risco de uma pessoa desenvolver a doença. Além disso, nos pacientes que já têm DMRI, o fumo acelera a sua progressão e diminui a eficácia dos tratamentos. As substâncias tóxicas do cigarro promovem o estresse oxidativo e a inflamação na retina, danificando os pequenos vasos sanguíneos e as células da mácula. Parar de fumar é a medida preventiva mais eficaz que uma pessoa pode tomar.

A exposição ao sol pode levar à DMRI?

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A exposição crônica e desprotegida à luz solar, especialmente à radiação ultravioleta (UV) e à luz azul de alta energia, é considerada um fator de risco para o desenvolvimento da DMRI. Acredita-se que essa radiação possa causar danos fotoquímicos e aumentar o estresse oxidativo nas células da retina ao longo da vida. Por isso, o uso de óculos de sol que ofereçam 100% de proteção contra os raios UVA e UVB é uma medida preventiva recomendada, especialmente para pessoas de olhos claros, que são mais sensíveis, e para quem passa muito tempo ao ar livre.

A alimentação tem alguma influência na DMRI?

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Sim, a alimentação tem um papel muito importante. Uma dieta rica em antioxidantes, encontrada em frutas e vegetais coloridos, ajuda a proteger as células da retina contra o dano oxidativo. Em particular, vegetais de folhas verde-escuras, como couve, espinafre e brócolis, são ricos em luteína e zeaxantina, dois pigmentos que se concentram na mácula e funcionam como um filtro solar interno. O consumo regular de peixes de água fria (como salmão e sardinha), ricos em ômega-3, também tem um efeito protetor. Uma dieta pobre nesses nutrientes aumenta o risco da doença.

Pressão alta ou problemas de coração aumentam o risco?

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Sim, existe uma forte associação entre a saúde cardiovascular e a saúde da mácula. A retina é um tecido com altíssima atividade metabólica, que depende de um suprimento sanguíneo saudável. Condições como a hipertensão arterial, o colesterol alto e a obesidade, que afetam a saúde dos vasos sanguíneos em todo o corpo, também prejudicam a circulação na retina e na coroide (a camada de vasos sob a retina). Manter a pressão arterial e os níveis de colesterol controlados e um peso saudável são medidas importantes na prevenção da DMRI.

O que são as drusas e por que elas se formam?

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As drusas são depósitos de cor amarelada, compostos por lipídios e proteínas, que se formam sob a retina. Elas são um produto do metabolismo das células fotorreceptoras. Com o envelhecimento, o sistema de “limpeza” da retina se torna menos eficiente, e esses resíduos metabólicos começam a se acumular, formando as drusas. A presença de algumas drusas pequenas (“duras”) pode ser uma parte normal do envelhecimento. No entanto, drusas maiores, mais numerosas e de bordas indistintas (“moles”) são um sinal da DMRI e indicam um maior risco de progressão da doença.

A DMRI afeta pessoas mais jovens?

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A Degeneração Macular Relacionada à Idade, por definição, é uma doença que afeta pessoas mais velhas, geralmente a partir dos 50 anos, com o risco aumentando progressivamente a cada década de vida. Existem outras doenças, chamadas de distrofias maculares juvenis (como a Doença de Stargardt), que são de origem genética e causam perda da visão central em crianças e adultos jovens. Elas têm sintomas semelhantes aos da DMRI, mas são condições diferentes e muito mais raras.

Qual a causa da forma úmida da DMRI?

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A forma úmida da DMRI ocorre quando o corpo tenta responder à inflamação e à falta de oxigênio na mácula doente criando novos vasos sanguíneos, em um processo chamado neovascularização. O problema é que esses novos vasos, que crescem a partir da coroide para baixo da retina, são anormais, frágeis e defeituosos. Eles vazam fluido e sangue, que se acumulam sob e dentro da retina. Esse vazamento causa inchaço, desorganização das camadas da retina e a formação de cicatrizes, levando a uma perda de visão rápida e severa.

Ter DMRI em um olho significa que terei no outro?

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Sim, a DMRI é considerada uma doença bilateral, pois os fatores de risco (idade, genética, estilo de vida) afetam ambos os olhos. No entanto, ela é frequentemente assimétrica, o que significa que um olho pode estar em um estágio muito mais avançado do que o outro. É comum um paciente desenvolver a forma úmida em um olho enquanto o outro olho ainda está em um estágio inicial da forma seca. Por isso, mesmo que apenas um olho esteja sendo tratado, o outro precisa ser monitorado de perto.

Sintomas da DMRI

Quais são os primeiros sintomas da degeneração macular?

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Nos estágios iniciais, especialmente na forma seca, a DMRI pode não apresentar sintomas ou eles podem ser muito sutis. A pessoa pode notar uma leve dificuldade para ler, a necessidade de mais luz para enxergar detalhes ou as cores podem parecer um pouco menos vivas. Um dos primeiros sintomas que pode ser percebido é uma pequena dificuldade de adaptação ao passar de um ambiente claro para um escuro. Muitas vezes, os primeiros sinais só são detectados em um exame de rotina no oftalmologista.

Como é a perda de visão na DMRI?

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A principal característica da perda de visão na DMRI é que ela afeta exclusivamente a visão central. A pessoa começa a perceber uma mancha borrada, cinzenta ou escura bem no centro do seu campo de visão, que a impede de ver os detalhes daquilo que está olhando diretamente. A visão periférica ou lateral é preservada. Isso significa que a pessoa consegue ver o contorno de um rosto, mas não os olhos e a boca; consegue ver o relógio na parede, mas não os ponteiros.

O que é ver as linhas tortas (metamorfopsia)?

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A metamorfopsia, que é a percepção de que linhas retas parecem onduladas, tortas ou distorcidas, é o sintoma mais característico da DMRI na sua forma úmida (exsudativa). Isso acontece porque o fluido que vaza dos vasos sanguíneos anormais se acumula sob a mácula, elevando-a e enrugando sua superfície, que deveria ser lisa. Como a mácula fica fisicamente deformada, a imagem que ela capta também é percebida como distorcida pelo cérebro. É um sinal de alerta importante que requer uma consulta urgente.

A DMRI causa dor nos olhos?

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Não, a DMRI é uma doença completamente indolor. O processo degenerativo que ocorre nas camadas da retina e o crescimento de vasos anormais não ativam os receptores de dor. Todos os sintomas da doença são puramente visuais, como o embaçamento, a mancha central e a distorção das imagens. A ausência de dor pode fazer com que a pessoa demore a procurar ajuda, especialmente se a doença estiver progredindo lentamente na forma seca.

É normal ter dificuldade para ler com DMRI?

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Sim, a dificuldade para ler é um dos sintomas mais precoces e impactantes da DMRI. Como a leitura exige o uso da nossa visão central mais fina para reconhecer as letras e seguir as linhas, qualquer alteração na mácula afeta essa capacidade. A pessoa pode sentir que as letras parecem borradas, que faltam pedaços nas palavras ou que precisa de uma iluminação muito mais forte do que antes. Com a progressão, a mancha central (escotoma) pode tornar a leitura impossível.

As cores podem parecer diferentes?

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Sim, a perda da vivacidade das cores pode ser um sintoma da DMRI. A mácula é a área da retina com a maior concentração de cones, as células fotorreceptoras responsáveis pela percepção das cores e dos detalhes finos. Quando essas células são danificadas pela doença, a capacidade de distinguir as cores e os contrastes diminui. As cores podem parecer mais “lavadas”, desbotadas ou opacas.

A perda de visão na DMRI acontece de repente?

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A velocidade da perda de visão depende do tipo de DMRI. Na forma seca, a perda é geralmente muito lenta e gradual, ocorrendo ao longo de muitos anos. A pessoa pode nem perceber a mudança de um ano para o outro. Já na forma úmida, a perda de visão pode ser muito mais rápida e dramática. O vazamento de sangue e fluido dos novos vasos pode causar uma queda acentuada da visão central em questão de dias ou semanas. É por isso que qualquer mudança súbita na visão deve ser avaliada com urgência.

O que é um escotoma?

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Um escotoma é o termo médico para uma área de perda de visão, ou um ponto cego, no campo visual. Na DMRI, o escotoma é central, ou seja, a mancha ou o ponto cego aparece bem no centro da visão, exatamente onde a pessoa está tentando focar. No início, pode ser um escotoma relativo, uma área apenas borrada. Com a progressão da doença e a morte das células da mácula, ele pode se tornar um escotoma absoluto, uma mancha escura onde não há nenhuma percepção de imagem.

A DMRI afeta a visão noturna?

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Sim, a dificuldade de adaptação ao escuro e a piora da visão em ambientes com pouca luz podem ser sintomas da DMRI. A doença afeta a saúde dos fotorreceptores e do epitélio pigmentado da retina, que são essenciais para o ciclo visual e para a adaptação à baixa luminosidade. Por isso, a pessoa pode sentir muito mais dificuldade para enxergar à noite ou para se recuperar de um ofuscamento, como o de um farol de carro.

Como saber se os sintomas são de DMRI ou de catarata?

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É uma dúvida comum, pois ambas as condições afetam idosos e causam embaçamento visual. A principal diferença é que a catarata causa um embaçamento geral da visão, como se a pessoa estivesse olhando através de um vidro fosco ou de uma névoa, afetando a visão como um todo. A DMRI causa um embaçamento ou uma mancha específica no centro da visão, com a visão periférica permanecendo clara. A distorção das linhas (metamorfopsia) é um sintoma da DMRI, e não da catarata. Um oftalmologista pode facilmente diferenciar as duas condições.

Sobre a degeneração macular

A degeneração macular leva à cegueira total?

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Não. Essa é uma informação muito importante e tranquilizadora. A DMRI afeta apenas a mácula, que é responsável pela visão central. A doença não afeta a retina periférica. Portanto, a pessoa com DMRI perde a capacidade de ver detalhes finos, ler e reconhecer rostos, mas mantém a visão lateral (periférica). Isso permite que ela continue a se orientar no espaço, a se locomover e a perceber objetos e pessoas ao seu redor. A DMRI é a principal causa de cegueira legal (perda da visão central), mas não de cegueira total (escuridão completa).

Qual a diferença entre a DMRI seca e a úmida?

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A principal diferença está no mecanismo da doença e na velocidade da perda visual. A DMRI seca é a forma mais comum e de progressão lenta, caracterizada pelo acúmulo de drusas e pela atrofia das células da mácula. A DMRI úmida é menos comum, mas mais agressiva. Ela se caracteriza pelo crescimento de vasos sanguíneos anormais sob a retina, que vazam fluido e sangue, causando um dano rápido à mácula. Uma pessoa com DMRI seca pode, a qualquer momento, desenvolver a forma úmida.

A DMRI seca pode virar úmida?

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Sim, a DMRI seca é um fator de risco para o desenvolvimento da forma úmida. Pacientes com drusas grandes e moles ou com alterações no pigmento da retina têm um risco maior de fazer essa conversão. Estima-se que cerca de 10 a 15% dos pacientes com a forma seca irão evoluir para a forma úmida. É por isso que o monitoramento regular, incluindo o autoexame com a tela de Amsler em casa, é tão importante para os pacientes com DMRI seca, para que a forma úmida possa ser detectada e tratada o mais cedo possível.

A partir de que idade a DMRI costuma aparecer?

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A DMRI é uma doença que se torna mais prevalente com o avançar da idade. Ela é rara antes dos 50 anos. A prevalência começa a aumentar significativamente após os 60 anos e se torna ainda mais comum após os 75. O envelhecimento é o fator de risco mais forte e não modificável para a doença, pois o processo degenerativo na mácula está intrinsecamente ligado às alterações celulares que ocorrem com o passar dos anos.

O que é o exame de fundo de olho?

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O exame de fundo de olho, ou oftalmoscopia, é a principal forma de diagnosticar a DMRI. O médico utiliza um aparelho para iluminar e magnificar as estruturas do fundo do olho, incluindo a retina, o nervo óptico e a mácula. Para isso, geralmente é necessário dilatar as pupilas com colírios. No exame, o oftalmologista consegue visualizar diretamente a mácula e identificar os sinais da doença, como a presença, o tamanho e o tipo das drusas, as alterações de pigmento, as áreas de atrofia ou os sinais de vazamento e hemorragia da forma úmida.

Para que serve o exame de angiofluoresceinografia?

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A angiofluoresceinografia, ou retinografia fluorescente, é um exame com contraste que ajuda a visualizar os vasos sanguíneos da retina. Um corante de fluoresceína é injetado em uma veia do braço e, enquanto ele circula pelos vasos do olho, uma máquina fotográfica especial tira uma série de fotos do fundo de olho. O exame é muito útil para confirmar a presença, a localização e a extensão dos vasos sanguíneos anormais na DMRI úmida, ajudando a guiar o tratamento.

O que é a tela de Amsler e como usá-la?

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A tela de Amsler é uma grade quadriculada usada para automonitoramento da visão central. Para usá-la: coloque a grade a uma distância de leitura confortável, use seus óculos de leitura se precisar, cubra um olho e foque no ponto central com o olho aberto. Observe se todas as linhas da grade estão retas e se todos os quadrados são visíveis. Qualquer área onde as linhas pareçam onduladas, borradas, escuras ou ausentes pode ser um sinal de DMRI úmida. O teste deve ser feito em cada olho separadamente, uma vez por semana.

A DMRI afeta os dois olhos da mesma forma?

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Geralmente não. A DMRI é uma doença bilateral, mas quase sempre assimétrica. Um olho pode ter apenas drusas iniciais (DMRI seca leve), enquanto o outro olho já pode ter evoluído para uma forma avançada, seca ou úmida, com perda visual significativa. Essa assimetria pode fazer com que a pessoa demore a perceber o problema, pois a visão do olho melhor compensa a do olho doente. Por isso, é importante testar a visão de cada olho separadamente.

A doença pode estabilizar ou parar de progredir?

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Na forma seca, a progressão é geralmente lenta, mas contínua. Não há uma “cura” que a faça parar, mas medidas como a suplementação vitamínica (nos casos indicados) e as mudanças no estilo de vida podem ajudar a retardar a velocidade da progressão. Na forma úmida, o tratamento com as injeções intraoculares tem como objetivo principal estabilizar a doença, “secando” a retina e impedindo o crescimento dos vasos. Com o tratamento contínuo, a doença pode ser controlada e a visão preservada por muitos anos.

O que é baixa visão ou visão subnormal?

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Quando a DMRI avança e causa uma perda da visão central que não pode ser melhorada com óculos comuns, o paciente é diagnosticado com baixa visão. A reabilitação visual para baixa visão é muito importante nessa fase. Ela não trata a doença, mas ajuda o paciente a maximizar o uso da sua visão periférica restante. Isso é feito com o auxílio de recursos como lupas eletrônicas, telescópios, softwares de ampliação e adaptações de iluminação e contraste, que permitem ao paciente retomar atividades como a leitura e manter a independência.

Tipos de tratamento

Existe tratamento para a DMRI seca?

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Atualmente, não existe um tratamento aprovado que possa reverter a DMRI seca ou recuperar a visão perdida por ela. O manejo da doença se baseia em retardar sua progressão. Para pacientes com a forma intermediária ou avançada em um olho, a suplementação com a fórmula de vitaminas e antioxidantes do estudo AREDS2 é recomendada. Além disso, é fundamental adotar um estilo de vida saudável: não fumar, ter uma dieta rica em vegetais verdes e peixe, controlar a pressão arterial e proteger os olhos do sol. Novas terapias estão em fase de pesquisa.

Como funciona o tratamento para a DMRI úmida?

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O tratamento padrão e mais eficaz para a DMRI úmida é a injeção intravítrea de medicamentos antiangiogênicos (anti-VEGF). Esses medicamentos bloqueiam a ação de uma proteína (VEGF) que estimula o crescimento e o vazamento dos vasos sanguíneos anormais. Ao inibir o VEGF, o tratamento consegue reduzir o inchaço da mácula e, em muitos casos, não apenas estabilizar, mas também melhorar a visão. O tratamento exige injeções repetidas, com frequência individualizada para cada paciente, para manter a doença sob controle.

A injeção no olho dói?

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A ideia de uma injeção no olho pode ser assustadora, mas o procedimento é feito de forma a minimizar ao máximo o desconforto. O olho é completamente anestesiado com colírios e, às vezes, um gel anestésico. A área é limpa com antissépticos para prevenir infecção. A injeção em si é muito rápida, dura apenas alguns segundos. O paciente pode sentir uma leve pressão, mas não uma dor aguda. Após o procedimento, pode haver uma sensação de areia ou irritação por um curto período, que melhora rapidamente.

O tratamento com injeções precisa ser feito para o resto da vida?

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A DMRI úmida é uma doença crônica, e o tratamento com anti-VEGF é de controle, não de cura. Portanto, na maioria dos casos, o tratamento precisa ser mantido a longo prazo para evitar que a doença reative e a visão piore novamente. No entanto, a frequência das injeções pode mudar. Após uma fase inicial de aplicações mensais, o médico pode adotar um regime de “tratar e estender”, no qual o intervalo entre as injeções é gradualmente aumentado enquanto a doença se mantiver inativa, personalizando o tratamento para cada paciente.

O que são as vitaminas do estudo AREDS2?

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AREDS2 (Age-Related Eye Disease Study 2) foi um grande estudo clínico que testou uma fórmula de suplementos para a DMRI. A fórmula AREDS2 recomendada hoje contém: Vitamina C (500 mg), Vitamina E (400 UI), Luteína (10 mg), Zeaxantina (2 mg) e e Zinco (reduzido de 80 mg para 25 mg em algumas formulações, para diminuir efeitos colaterais). É importante saber que essa suplementação só se mostrou eficaz para reduzir o risco de progressão em pacientes que já têm DMRI seca em estágio intermediário ou avançado em um olho. Ela não previne o aparecimento da doença em quem não a tem. O uso deve ser sempre recomendado por um médico.

O tratamento a laser ainda é usado para a DMRI?

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O tratamento a laser, que era comum no passado, hoje é usado em situações muito específicas. A fotocoagulação a laser térmico, que “queima” os vasos anormais, raramente é usada, pois também destrói a retina saudável ao redor, deixando uma cicatriz e um ponto cego permanente. A terapia fotodinâmica (PDT), um tipo de laser “frio” que é ativado por um medicamento injetado na veia, também tem indicações mais restritas e é frequentemente usada em combinação com as injeções de anti-VEGF em alguns casos específicos.

A cirurgia pode tratar a DMRI?

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A cirurgia não é um tratamento padrão para a DMRI. No passado, foram tentadas algumas técnicas cirúrgicas, como a translocação macular, mas elas se mostraram muito complexas e com resultados limitados. Em casos de hemorragia muito extensa sob a mácula, causada pela DMRI úmida, uma cirurgia de vitrectomia pode ser realizada para tentar remover o sangue, mas isso é uma exceção. O pilar do tratamento da DMRI úmida continua sendo as injeções intravítreas.

Como os auxílios para baixa visão podem ajudar?

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Quando a perda da visão central já está estabelecida, os auxílios para baixa visão são fundamentais para ajudar o paciente a usar sua visão periférica de forma mais eficiente. Esses auxílios incluem lupas ópticas (manuais ou de apoio), lupas eletrônicas com telas que ampliam e aumentam o contraste, óculos especiais com lentes telescópicas para ver à distância, e softwares de computador e aplicativos de celular que ampliam ou leem o texto em voz alta. Eles ajudam a pessoa a retomar atividades como a leitura e a manter sua independência.

Mudanças no estilo de vida podem ajudar no tratamento?

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Com certeza. As mudanças no estilo de vida são uma parte muito importante do manejo da DMRI, principalmente da forma seca. A medida mais impactante é parar de fumar. Adotar uma “dieta dos olhos”, rica em vegetais de folhas verde-escuras, frutas e peixes, fornece os nutrientes que a mácula precisa. Controlar a pressão arterial e o colesterol, manter um peso saudável e praticar atividades físicas regularmente ajudam a manter a saúde dos vasos sanguíneos que nutrem a retina. Usar óculos de sol para proteger os olhos da radiação UV também é recomendado.

Existem novos tratamentos sendo pesquisados para a DMRI?

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Sim, a pesquisa na área da DMRI é muito ativa e promissora. Para a DMRI úmida, estão sendo desenvolvidos novos medicamentos anti-VEGF que têm uma duração de ação mais longa, o que permitiria diminuir a frequência das injeções. Para a DMRI seca em estágio avançado (atrofia geográfica), que hoje não tem tratamento, existem novas terapias em fase final de estudos clínicos que visam retardar o crescimento da área de atrofia. A terapia gênica e a terapia com células-tronco também são áreas de intensa pesquisa para o futuro.

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Conjuntivite

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, causando vermelhidão e secreção. Pode ser viral, bacteriana ou alérgica, com tratamentos específicos para cada tipo.

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Terçol

O terçol é uma infecção bacteriana aguda na pálpebra, que causa um nódulo vermelho e dolorido. Geralmente melhora com compressas mornas e boa higiene.

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Astigmatismo

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Oftalmologia cirúrgica

A oftalmologia cirúrgica utiliza microcirurgia e alta tecnologia para tratar doenças como catarata e glaucoma, oferecendo procedimentos seguros e de rápida recuperação.

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Glaucoma

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Ceratocone

O ceratocone é uma doença que deforma a córnea, afinando-a e causando astigmatismo. O tratamento visa parar a progressão e melhorar a visão.

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HOPE CEOFT Caruaru Shopping

Av. Adjar da Silva Casé, 800 • Caruaru Shopping, Piso Inferior • Loja 18 • Indianópolis, Caruaru – PE
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HOPE CEOFT Difusora

Av. Agamenon Magalhães, 444 • 10° Andar - Salas 501-506 • Maurício de Nassau • Caruaru – PE
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HOPE NEO Oftalmologia

Av. Oswaldo Cruz, 217 • 3º Andar • Sala 01, G2 • Maurício de Nassau, Caruaru – PE
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Oftalmos Sete de Setembro

Av. 7 de Setembro, 1015. Fazenda – Itajaí (SC)
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CCOlhos Macrovisão, Vitória

Rua Alfeu Alves Pereira, 79. Sala 408. Enseada do Suá, Vitória (ES).
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H.Olhos Visoclínica

Rua Estados Unidos, 450. São Paulo, SP. CEP: 01427-000
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Vilar Parnaíba Piauí

Av. Leonardo de Carvalho Castelo Branco- Floriopólis - Fecomércio, Parnaíba - PI, 64206-260
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Vilar Teresina Dirceu

Av. Joaquim Nelson, 3531 - Dirceu, Teresina - PI, 64078-225
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Vilar Teresina Jóquei

R. Gov. Joca Píres, 521 - Jóquei, Teresina - PI, 64048-210
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Vilar Teresina Matriz

R. Benjamin Constant, 2290 - Centro (Norte), Teresina - PI, 64000-280
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Oftalmos Marcos Konder

Av. Marcos Konder, 930 Centro – Itajaí (SC)
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Oftalmos Balneário Camboriú

Rua 10, 175. Centro – Balneário Camboriú (SC)
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Oftalmo Città Shopping Città America

Shopping Città America. Av. das Américas, 700 – Bloco 08 – Salas 101 A e 105 A. Barra da Tijuca – RJ
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H.Olhos Laser Ocular

Av. Portugal, 830 . Jd Bela Vista . Santo André . SP
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HRO Rio Anil Shopping

Av. São Luís Rei de França, Rio Anil Shopping, 8, Loja 1094. Turu – São Luís – MA
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HRO Golden Shopping

Av. dos Holandeses, Golden Shopping Calhau, Loja 40. Calhau – São Luís – MA
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HRO Shopping da Ilha

Av. Daniel de la Touche, 987, Shopping da Ilha. Cohama – São Luís – MA
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HRO São Domingos

Av. Jerônimo de Albuquerque, 540. Complexo do Hospital São Domingos. Bequimão - São Luís – MA
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HOSL Recife

Estrada do Encanamento, 909/873. Casa Forte, Recife - PE.
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HOS Centro, Aracaju

R. Santo Amaro, 296 – Centro, Aracaju (SE).
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HOS Jardins Aracaju

Av. Min. Geraldo Barreto Sobral, 2131, Térreo, Centro Médico Jardins. Aracaju – SE
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HOS Aracaju (matriz)

Rua Campo do Brito, 995, Bairro São José.
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HOPE Ilha do Leite

Rua Francisco Alves, 887 • Ilha do Leite, Recife - PE
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HOPE Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 • Shopping Recife, Boa Viagem, Recife - PE • 1° piso
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HOPE Shopping Guararapes

Av. Barreto de Menezes, 800 • Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE • Entrada A
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HOPE Plaza Casa Forte

R. Dr. João Santos Filho, 255 • Parnamirim, Recife - PE • Mezanino
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HOPE RioMar

Av. República do Líbano, 251. Shopping RioMar. Pina, Recife - PE
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HOPE Shopping Patteo Olinda

R. Carmelita Muniz de Araújo, 225 • Shopping Patteo Olinda, Casa Caiada, Olinda - PE • L4 Piso Ribeira
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H.Olhos Molinari

R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista. São Paulo - SP. CEP: 04503-011.
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H.Olhos Clinoft

Rua Doutor João Ribeiro, 184 - Penha de França. São Paulo - SP
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H.Olhos Paulista

Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP). Próximo à Estação Paraíso do Metrô.
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H.Olhos ABC

Avenida Lucas Nogueira Garcez, 169 - São Bernardo do Campo (SP)
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HOC, Vitória

Av. Rosendo Serapiao de Souza Filho, 95. Mata da Praia - Vitória /ES
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HOC, Várzea Grande

Av. Castelo Branco, 790 - Centro Sul, Várzea Grande - MT, 78110-002
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HOC, Cuiabá

Av. Gen. Ramiro de Noronha, 453 - Jardim Cuiabá, Cuiabá - MT, 78043-272
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H.Olhos São Caetano do Sul

R. Espírito Santo, 67 – Centro – São Caetano do Sul – SP – CEP: 09530-700.
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H.Olhos Mauá

Rua Campos Sales, 48 – Vila Bocaina – Mauá – SP.
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H.Olhos Diadema

Rua Carmine Flauto, 26 – Centro – Diadema – SP
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H.Olhos Santo André

Rua Dona Carlota, 166 – Vila Bastos – Santo André – SP – CEP: 09040-250.
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H.Olhos Santo Amaro

Av. Santo Amaro, 6277- Chácara Santo Antônio – São Paulo – CEP: 04701-100.
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H.Olhos CEOSP Moema

Av. Ibijaú, 331 - Moema, São Paulo - SP, 04524-020
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CCOlhos Santa Lúcia, Vitória

R. das Palmeiras, 721, Santa Lucia, Vitória – ES
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CBV, Araucárias

Avenida das Araucárias, 785 – Loja 03. Águas Claras, Brasília – DF, 71936-250
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CBV, Taguatinga Sul

QSA 1, Lote 08. Em frente ao Alameda Shopping. Taguatinga Sul, Brasília – DF, 72015-010
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CBV, Matriz L2 Sul

Avenida L2 Sul, Quadra 613, Lote 91. Asa Sul, Brasília – DF, 70200-730
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