Aspectos importantes da cirurgia de pálpebras

Excesso de pele

O excesso de pele na pálpebra superior, conhecido como dermatocálase, é uma das queixas mais comuns que levam à cirurgia de pálpebras. Com o envelhecimento, a pele perde a sua elasticidade natural e os tecidos de sustentação ficam mais frouxos. Isso resulta em uma sobra de pele que se acumula na pálpebra, criando uma aparência de olhar cansado ou triste. Em casos mais avançados, essa pele pode cair sobre os cílios e até mesmo sobre a pupila, diminuindo o campo de visão superior e causando uma sensação de peso. A cirurgia de blefaroplastia remove esse excesso de pele de forma precisa.

Bolsas de gordura

As bolsas de gordura são outra queixa frequente, tanto nas pálpebras superiores quanto nas inferiores. Ao redor dos nossos olhos, existem compartimentos de gordura que ajudam a amortecer o globo ocular. Com o tempo, a fina membrana que segura essa gordura no lugar pode enfraquecer, permitindo que ela se projete para a frente, formando as indesejadas bolsas. Elas dão ao olhar um aspecto de inchaço e cansaço, mesmo que a pessoa tenha dormido bem. Na cirurgia de pálpebras, o oftalmologista pode remover ou reposicionar essa gordura para criar uma superfície mais lisa e rejuvenescida.

Ptose palpebral

É muito importante diferenciar o excesso de pele da ptose palpebral. Enquanto o excesso de pele é um problema de “sobra de tecido”, a ptose é a “queda da pálpebra” em si. Ela ocorre quando o músculo responsável por levantar a pálpebra superior está fraco ou desinserido. O resultado é que a borda da pálpebra fica em uma posição mais baixa, cobrindo parte da pupila e prejudicando a visão. A cirurgia de correção da ptose é diferente da blefaroplastia, pois o foco é atuar no músculo levantador. Em muitos casos, o paciente pode ter as duas condições, e os procedimentos podem ser feitos em conjunto.

Avaliação individualizada

O sucesso de uma cirurgia de pálpebras começa com uma avaliação cuidadosa e individualizada. Cada rosto é único, e o processo de envelhecimento afeta cada pessoa de uma forma diferente. Na consulta, o oftalmologista especialista em plástica ocular analisa não apenas as pálpebras, mas toda a estrutura ao redor dos olhos, incluindo a posição das sobrancelhas, a qualidade da pele e a presença de outras condições. Essa análise completa é o que permite ao profissional definir a melhor estratégia cirúrgica, seja uma blefaroplastia superior, inferior ou a combinação de técnicas para um resultado harmonioso.

Blefaroplastia superior

A cirurgia da pálpebra superior é um procedimento delicado, planejado para rejuvenescer o olhar. O cirurgião mede e marca exatamente a quantidade de pele a ser removida. A incisão é feita na dobra natural da pálpebra superior, o que faz com que a cicatriz fique praticamente invisível quando o olho está aberto. Através dessa incisão, o excesso de pele é retirado e, se necessário, as bolsas de gordura também são removidas ou reposicionadas. A cirurgia é finalizada com suturas muito finas, que são retiradas em cerca de uma semana. O resultado é um olhar mais leve, aberto e descansado.

Blefaroplastia inferior

A cirurgia da pálpebra inferior visa tratar principalmente as bolsas de gordura e a flacidez. A abordagem mais comum é com uma incisão logo abaixo da linha dos cílios. Por ela, o cirurgião acessa as bolsas de gordura, removendo o excesso e, em alguns casos, reposicionando-as para suavizar as olheiras. O excesso de pele também pode ser retirado. Para pacientes mais jovens que têm apenas bolsas de gordura, sem flacidez de pele, a cirurgia pode ser feita por dentro da pálpebra (via transconjuntival), uma técnica que não deixa nenhuma cicatriz externa na pele, com uma recuperação muito rápida.

Posição das sobrancelhas

A posição das sobrancelhas tem um papel fundamental na aparência do olhar. Muitas vezes, a percepção de excesso de pele na pálpebra superior é agravada ou até mesmo causada pela queda da sobrancelha (ptose do supercílio). Se o cirurgião remover apenas a pele da pálpebra sem corrigir a posição da sobrancelha, o resultado pode não ser o ideal. Por isso, a avaliação da posição do supercílio é tão importante. Em muitos casos, a blefaroplastia é associada a um lifting de supercílios para que o resultado seja mais completo, natural e harmonioso, tratando todas as causas do olhar cansado.

A importância da função

Embora a cirurgia de pálpebras seja muito procurada por seus benefícios estéticos, a sua importância funcional é imensa. As pálpebras têm a função de proteger o nosso globo ocular e de espalhar a lágrima para manter a sua lubrificação. Procedimentos realizados de forma inadequada podem levar a complicações como a dificuldade de fechar os olhos completamente ou a eversão da pálpebra (ectrópio). Por isso, é tão importante que a cirurgia seja feita por um oftalmologista especialista em plástica ocular, o profissional que tem o conhecimento para aliar a estética à preservação da saúde e da função ocular.

Resultados naturais

O objetivo de uma cirurgia de pálpebras bem executada é proporcionar um resultado natural. A meta não é mudar a fisionomia do paciente ou deixar uma aparência “esticada” ou artificial. O que se busca é suavizar os sinais do tempo, devolvendo ao olhar um aspecto mais descansado, alerta e rejuvenescido, de forma que as pessoas notem uma melhora na aparência, mas sem identificar exatamente o que foi feito. Para isso, o cirurgião respeita as proporções e as características individuais de cada rosto, planejando uma correção sutil e elegante para que o resultado seja harmônico.

Principais dúvidas sobre a cirurgia de pálpebras

Com base nas perguntas mais comuns dos pacientes, este conteúdo explica, de forma clara, as indicações funcionais e estéticas da cirurgia, como ela é feita e o que esperar da recuperação.

Indicações para a cirurgia
Sobre a cirurgia
Precauções de segurança
Cuidados pré e pós-operatório
Indicações para a cirurgia

O que é a cirurgia de pálpebras ou blefaroplastia?

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A cirurgia de pálpebras, conhecida tecnicamente como blefaroplastia, é o procedimento que visa rejuvenescer a área dos olhos, removendo o excesso de pele e as bolsas de gordura das pálpebras superiores e/ou inferiores. Com o envelhecimento, é natural que a pele perca a elasticidade e os músculos fiquem mais frouxos, o que pode resultar em um olhar com aparência cansada, triste ou envelhecida. A cirurgia busca corrigir essas alterações, proporcionando um resultado natural que suaviza a expressão e devolve um contorno mais leve e descansado para a região dos olhos.

A cirurgia de pálpebras é apenas por estética?

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Embora o benefício estético seja muito significativo, a cirurgia de pálpebras muitas vezes tem uma indicação funcional importante. Em muitos casos, o excesso de pele na pálpebra superior é tão grande que acaba caindo sobre os cílios e limitando o campo de visão superior, como se um “peso” estivesse sobre os olhos. Isso pode atrapalhar atividades como ler ou dirigir. A remoção desse excesso de pele, portanto, não só rejuvenesce, mas também “limpa” o campo visual, melhorando a qualidade de vida. A cirurgia une o útil ao agradável, restaurando a função e a harmonia do olhar.

Quem é um bom candidato para a cirurgia de pálpebras?

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Um bom candidato para a blefaroplastia é uma pessoa, geralmente acima dos 40 anos, que se incomoda com a aparência de cansaço causada pelo excesso de pele ou pelas bolsas de gordura ao redor dos olhos. É importante que o paciente tenha uma boa saúde geral e, o mais importante, expectativas realistas sobre os resultados. A cirurgia suaviza os sinais do tempo, mas não interrompe o processo de envelhecimento. O paciente ideal é aquele que busca um resultado natural e harmonioso, e não uma transformação completa. Uma avaliação com o oftalmologista especialista em plástica ocular é fundamental.

Qual a diferença entre excesso de pele e pálpebra caída (ptose)?

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Essa é uma distinção muito importante. O excesso de pele (dermatocálase) é um problema de “sobra” de tecido na pálpebra superior. Já a ptose palpebral, ou “pálpebra caída”, é um problema no músculo que levanta a pálpebra; ele está fraco ou desinserido, fazendo com que a borda da pálpebra caia sobre a pupila. As cirurgias são diferentes: a blefaroplastia retira a pele, enquanto a cirurgia de ptose atua no músculo. Muitas vezes, as duas condições existem juntas, e o cirurgião pode realizar os dois procedimentos combinados para um resultado completo, funcional e estético.

A cirurgia corrige as "bolsas" sob os olhos?

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Sim, a correção das bolsas de gordura é um dos principais objetivos da blefaroplastia inferior. Essas bolsas, que dão um aspecto de inchaço e cansaço, são formadas pela gordura que fica ao redor do olho e que se projeta para a frente. Durante a cirurgia, o oftalmologista acessa esses compartimentos de gordura e pode removê-los ou, em uma técnica mais moderna, reposicioná-los. O reposicionamento é muito interessante, pois o cirurgião utiliza a própria gordura da bolsa para preencher o sulco da olheira, suavizando a transição entre a pálpebra e a bochecha e criando um resultado mais natural.

A cirurgia de pálpebras elimina os "pés de galinha"?

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Não, é importante alinhar essa expectativa. A cirurgia de pálpebras atua na flacidez da pele e nas bolsas de gordura, mas não corrige as rugas de expressão, como os “pés de galinha”, que são causados pela contração dos músculos ao redor dos olhos. A blefaroplastia pode suavizar as rugas mais finas da pálpebra ao esticar a pele, mas para tratar as rugas dinâmicas, o tratamento mais indicado é a aplicação de toxina botulínica. Muitas vezes, os dois procedimentos são associados para um rejuvenescimento mais completo da área dos olhos, com um resultado muito mais harmônico.

Qual a idade ideal para fazer a cirurgia?

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Não existe uma idade “certa” para a blefaroplastia. A indicação depende mais das alterações anatômicas e do incômodo do paciente do que da idade cronológica. A maioria das pessoas começa a notar os sinais de envelhecimento palpebral a partir dos 40 ou 50 anos, que é a faixa etária mais comum para a cirurgia. No entanto, algumas pessoas têm uma predisposição genética para desenvolver bolsas de gordura mais cedo, e podem se beneficiar da cirurgia já na faixa dos 30 anos. O importante é a avaliação individualizada para determinar se as alterações já justificam o procedimento.

A cirurgia pode ser feita junto com a do supercílio?

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Sim, e essa é uma abordagem muito comum e, muitas vezes, necessária. A sensação de peso na pálpebra superior nem sempre é causada apenas pelo excesso de pele. Em muitos casos, a queda da sobrancelha (ptose do supercílio) contribui de forma significativa para o problema. Nesses casos, realizar apenas a blefaroplastia pode não trazer um resultado satisfatório. A associação da blefaroplastia com o lifting de supercílios trata as duas causas do olhar cansado, elevando a sobrancelha e removendo o excesso de pele da pálpebra, o que proporciona um rejuvenescimento muito mais completo e natural da região.

Homens também podem fazer a cirurgia de pálpebras?

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Com certeza. A cirurgia de pálpebras é um dos procedimentos estéticos mais procurados pelo público masculino. Os homens também se incomodam com a aparência de cansaço e envelhecimento causada pelo excesso de pele e pelas bolsas de gordura. A abordagem cirúrgica para o homem é um pouco diferente, buscando um resultado que seja natural e que mantenha as características masculinas do olhar, sem feminilizar a expressão. O objetivo é um rejuvenescimento sutil, que transmita uma aparência mais descansada e alerta, sem deixar estigmas de que um procedimento foi realizado.

Quais exames são necessários para a cirurgia?

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Antes da cirurgia, uma avaliação completa é realizada. O oftalmologista fará um exame oftalmológico detalhado para avaliar a saúde dos olhos, a produção de lágrima e a função das pálpebras. Fotos da região periorbital são tiradas para o planejamento cirúrgico. Além disso, como o procedimento é realizado com sedação, são necessários os exames pré-operatórios padrão para a avaliação clínica, que geralmente incluem exames de sangue (como hemograma e coagulograma) e uma avaliação cardiológica com um eletrocardiograma, para garantir que o paciente está em boas condições de saúde para a cirurgia.

Sobre a cirurgia

Como a cirurgia da pálpebra superior é feita?

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A blefaroplastia superior é um procedimento delicado. Primeiro, o cirurgião marca com uma caneta especial a quantidade exata de pele a ser removida, com o paciente sentado, para um planejamento preciso. A incisão é feita exatamente na dobra natural da pálpebra (o sulco palpebral). Isso faz com que a cicatriz fique praticamente invisível quando o olho está aberto. Através dessa incisão, o excesso de pele é retirado e, se necessário, as bolsas de gordura também são removidas ou esculpidas. A cirurgia termina com uma sutura muito fina, com pontos que são removidos em cerca de uma semana.

Como a cirurgia da pálpebra inferior é feita?

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Para a pálpebra inferior, existem duas abordagens principais. A mais comum é a via externa (subciliar), com uma incisão muito discreta logo abaixo da linha dos cílios. Por ela, o cirurgião acessa as bolsas de gordura, removendo-as ou reposicionando-as para preencher as olheiras, e retira um pequeno excesso de pele, se houver. A outra técnica é a via transconjuntival, com uma incisão por dentro da pálpebra. Ela é ideal para pacientes mais jovens que têm apenas bolsas de gordura, sem flacidez de pele. A grande vantagem é que ela não deixa nenhuma cicatriz visível na pele.

A cirurgia de pálpebras dói?

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Não, a cirurgia é realizada de forma a ser indolor. O procedimento é feito sob anestesia local, com a injeção de um anestésico na pele das pálpebras, associada a uma sedação intravenosa. A sedação, administrada por um médico anestesista, deixa o paciente relaxado e sonolento, e a anestesia local elimina completamente a sensação de dor durante a cirurgia. No pós-operatório, é normal sentir um leve desconforto, uma sensação de repuxamento ou de ardência, mas a dor intensa não é comum. Esse incômodo é facilmente controlado com o uso de analgésicos comuns e compressas frias.

Quanto tempo dura a cirurgia?

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A cirurgia de pálpebras é um procedimento relativamente rápido. A duração depende da extensão da cirurgia. Uma blefaroplastia apenas das pálpebras superiores ou inferiores costuma levar de 45 a 60 minutos. Quando o procedimento é realizado nas quatro pálpebras (superior e inferior) ao mesmo tempo, a cirurgia pode durar de 90 minutos a 2 horas. Se a blefaroplastia for associada a outros procedimentos, como a correção da ptose ou o lifting de supercílios, o tempo cirúrgico será um pouco maior. O paciente geralmente recebe alta e vai para casa no mesmo dia.

Que tipo de anestesia é usada na cirurgia?

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A anestesia de escolha para a cirurgia de pálpebras é a anestesia local associada à sedação. Essa é uma combinação muito segura e confortável para o paciente. Um médico anestesista administra a sedação através de uma veia, o que deixa o paciente em um estado de relaxamento profundo e sonolência, sem a necessidade de intubação ou de uma anestesia geral completa. Enquanto o paciente está sedado, o cirurgião aplica a anestesia local com uma agulha muito fina na pele das pálpebras, o que bloqueia a dor na região. Essa abordagem permite uma recuperação mais rápida e com menos efeitos colaterais.

A cirurgia deixa cicatrizes visíveis?

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As cicatrizes da blefaroplastia são planejadas para serem o mais discretas possível. Na pálpebra superior, a cicatriz fica exatamente na dobra natural da pele, tornando-se praticamente imperceptível com o tempo, visível apenas quando o olho está completamente fechado. Na pálpebra inferior, quando a incisão é externa, ela fica posicionada logo abaixo da linha dos cílios, também se tornando muito discreta. Na técnica transconjuntival, não há cicatriz na pele. A pele fina das pálpebras tem uma ótima capacidade de cicatrização, e com os cuidados adequados, as cicatrizes tendem a ficar excelentes.

Preciso ficar internado no hospital?

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Não, a cirurgia de pálpebras é um procedimento ambulatorial, ou seja, não há necessidade de internação. A cirurgia é realizada em um centro cirúrgico com toda a segurança e infraestrutura, e o paciente, após um curto período de observação na sala de recuperação, até passar completamente o efeito da sedação, recebe alta e pode ir para casa no mesmo dia. É obrigatório que o paciente tenha um acompanhante adulto para levá-lo para casa em segurança, pois ele não poderá dirigir após o procedimento.

Qual profissional realiza a cirurgia de pálpebras?

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O profissional mais qualificado para realizar a cirurgia de pálpebras é o médico oftalmologista com subespecialização em plástica ocular (ou oculoplástica). Este profissional tem a combinação única de conhecimento: ele é um oftalmologista, que entende profundamente a anatomia e a função do olho, e ao mesmo tempo tem o treinamento de um cirurgião plástico focado na delicada região ao redor dos olhos. Essa dupla formação é a maior segurança para o paciente, pois garante que o procedimento buscará o melhor resultado estético possível, sempre com a prioridade máxima de preservar a saúde e a função ocular.

O resultado final é imediato?

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O resultado da remoção da pele e das bolsas é imediato, no sentido de que a mudança anatômica é feita na cirurgia. No entanto, o resultado estético final não é visível imediatamente. Nos primeiros dias e semanas, é normal e esperado que haja inchaço (edema) e hematomas (roxos) na região, o que mascara o resultado. O inchaço diminui muito nas primeiras duas semanas, mas uma pequena parte dele pode levar de 2 a 3 meses para regredir completamente. O resultado definitivo, com a cicatrização completa e a acomodação dos tecidos, é geralmente observado após 3 a 6 meses da cirurgia.

O resultado é permanente?

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A remoção do excesso de pele e das bolsas de gordura proporciona um resultado muito duradouro, que pode se manter por muitos anos. No entanto, é importante entender que a cirurgia não interrompe o processo natural de envelhecimento. A pele continuará a perder a sua elasticidade com o tempo, e uma nova flacidez pode surgir ao longo dos anos. Mas o relógio “volta no tempo”, e o paciente sempre terá uma aparência mais rejuvenescida do que teria se não tivesse operado. A remoção das bolsas de gordura, por sua vez, é geralmente definitiva, e é raro que elas retornem.

Precauções de segurança

A cirurgia de pálpebras é segura?

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Sim, a blefaroplastia é considerada um procedimento cirúrgico muito seguro, com um alto índice de satisfação, quando realizada por um profissional qualificado. Como toda cirurgia, ela possui riscos, mas as complicações graves são raras. A segurança do procedimento está diretamente ligada à avaliação pré-operatória cuidadosa, ao planejamento cirúrgico individualizado e à técnica apurada do cirurgião. A realização da cirurgia em um centro cirúrgico bem equipado, com a presença de um anestesista, garante o monitoramento e a segurança do paciente durante todo o tempo.

Quais são os principais riscos da cirurgia?

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Os riscos mais comuns são geralmente leves e temporários, como hematomas e inchaço prolongado, ou pequenas assimetrias que podem ser corrigidas. Complicações mais específicas incluem o risco de retirar pele em excesso, o que pode causar dificuldade para fechar os olhos completamente (lagoftalmo) e levar ao ressecamento ocular. Na pálpebra inferior, um risco é o ectrópio, que é a eversão da pálpebra para fora. Riscos mais sérios, como infecção, sangramento excessivo (hematoma retrobulbar) ou perda de visão, são extremamente raros, especialmente nas mãos de um especialista.

A cirurgia pode afetar a minha visão?

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O risco de uma complicação que afete a visão de forma permanente na cirurgia de pálpebras é excepcionalmente baixo. A cirurgia é realizada nas pálpebras, na parte externa ao globo ocular, e não interfere diretamente com as estruturas nobres da visão, como a córnea ou a retina. A complicação mais temida, o hematoma retrobulbar, que é um sangramento atrás do olho que pode comprimir o nervo óptico, é uma ocorrência raríssima. Na verdade, em muitos casos, a cirurgia melhora a visão, ao remover o excesso de pele que estava obstruindo o campo visual superior.

O que acontece se a pele for retirada em excesso?

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A remoção excessiva de pele é uma das complicações que o cirurgião especialista em plástica ocular mais se empenha em evitar. Se muita pele for retirada da pálpebra superior, pode haver uma dificuldade para o fechamento completo dos olhos, uma condição chamada de lagoftalmo. Isso deixa a córnea exposta, principalmente durante o sono, o que pode causar olho seco severo, irritação e até úlceras. Na pálpebra inferior, a retirada excessiva pode causar uma retração ou a eversão da pálpebra (ectrópio). Por isso, o planejamento cuidadoso e a marcação pré-operatória são tão importantes.

As cicatrizes podem ficar muito aparentes?

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A região das pálpebras tem uma das melhores cicatrizações de todo o corpo. A pele é muito fina e a vascularização é rica, o que contribui para uma cicatrização de ótima qualidade. Além disso, o cirurgião posiciona as incisões em locais estratégicos, como a dobra da pálpebra superior e logo abaixo dos cílios na inferior, para que elas fiquem naturalmente escondidas. Nos primeiros meses, é normal que a cicatriz fique um pouco avermelhada e endurecida, mas com o tempo ela amadurece e se torna uma linha muito fina e quase imperceptível. Cicatrizes ruins (hipertróficas ou queloides) são muito raras nessa região.

Existe o risco de infecção na cirurgia?

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Sim, como em qualquer cirurgia, existe um risco de infecção, mas ele é muito baixo na blefaroplastia. A face é uma região muito vascularizada, o que ajuda na defesa contra infecções. Para minimizar ainda mais o risco, a cirurgia é feita em um ambiente estéril, e o paciente utiliza uma pomada antibiótica sobre as incisões nos primeiros dias. É fundamental seguir as orientações de higiene no pós-operatório, como lavar bem as mãos antes de tocar na região e usar os medicamentos prescritos. Uma infecção na ferida operatória é rara e geralmente responde bem ao tratamento.

O que é o "olho arredondado" após a cirurgia?

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O “olho arredondado” ou “olho de peixe” é uma complicação estética que pode ocorrer na blefaroplastia inferior. Ela acontece quando há uma retração da pálpebra para baixo, o que muda o formato do olho, deixando a parte branca (a esclera) mais aparente abaixo da íris. Isso pode ser causado pela remoção excessiva de pele ou por uma frouxidão do canto lateral do olho que não foi tratada. O cirurgião de plástica ocular está treinado para avaliar e reforçar o canto do olho (cantopexia ou cantoplastia) durante a cirurgia, para prevenir essa complicação e manter o formato amendoado natural do olho.

Meus olhos podem ficar assimétricos?

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A maioria das pessoas já possui uma pequena assimetria natural entre os dois lados do rosto, incluindo as pálpebras e as sobrancelhas. O objetivo da cirurgia é obter o resultado mais simétrico possível, mas uma simetria matemática perfeita é quase impossível de ser alcançada. O cirurgião planeja a cirurgia para corrigir as assimetrias pré-existentes e para que o resultado final seja harmonioso. Pequenas diferenças na cicatrização entre os dois olhos podem ocorrer. Assimetrias significativas são raras e, se ocorrerem, podem ser corrigidas com um pequeno retoque cirúrgico no futuro.

A cirurgia pode causar olho seco?

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A blefaroplastia pode, em alguns casos, causar ou piorar os sintomas de olho seco, pelo menos de forma temporária. A cirurgia pode alterar um pouco a dinâmica do piscar e a distribuição da lágrima. Além disso, se houver uma pequena dificuldade para o fechamento completo dos olhos (lagoftalmo) nos primeiros dias, a córnea pode ficar mais exposta. Por isso, a avaliação da produção de lágrima é uma parte importante do exame pré-operatório. Pacientes que já têm olho seco precisam de um cuidado redobrado. O uso de colírios lubrificantes é sempre recomendado no pós-operatório para manter o olho confortável.

Preciso de uma avaliação clínica para operar?

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Sim, a avaliação clínica é um passo fundamental para a segurança do paciente. Como a cirurgia é realizada com sedação, é necessário que o paciente passe por uma avaliação com um cardiologista ou clínico geral. O médico irá avaliar a saúde geral do paciente, solicitar os exames pré-operatórios (sangue e eletrocardiograma) e emitir o laudo de “risco cirúrgico”. Esse laudo atesta que o paciente está em boas condições de saúde para passar pelo procedimento e pela sedação com segurança, sob os cuidados do médico anestesista durante toda a cirurgia.

Cuidados pré e pós-operatório

Quais os cuidados antes da cirurgia de pálpebras?

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Os cuidados pré-operatórios incluem a realização de exames de sangue e da avaliação cardiológica. É muito importante suspender o uso de medicamentos que “afinam o sangue”, como aspirina e anticoagulantes, por cerca de 10 a 14 dias antes da cirurgia, sempre com a autorização do seu cardiologista. Evitar o cigarro e bebidas alcoólicas nas semanas que antecedem o procedimento também ajuda na cicatrização. É preciso fazer um jejum de 8 horas no dia da cirurgia e, o mais importante, vir com um acompanhante adulto para o hospital.

Preciso suspender o uso de algum medicamento?

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Sim, a suspensão de alguns medicamentos é fundamental. Anti-inflamatórios, aspirina (AAS), medicamentos antiagregantes (como o clopidogrel) e anticoagulantes devem ser suspensos de 7 a 14 dias antes, para diminuir o risco de sangramento e de hematomas. Suplementos como vitamina E, ginkgo biloba e óleo de peixe também devem ser interrompidos. É crucial que essa suspensão seja feita apenas com a autorização do médico que os prescreveu. Medicamentos de uso contínuo, como para pressão alta, devem ser mantidos e tomados com um pequeno gole de água no dia da cirurgia. Siga sempre as indicações do médico responsável.

Como é a recuperação logo após a cirurgia?

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Logo após a cirurgia, o paciente fica em uma sala de recuperação por algumas horas. Compressas geladas são aplicadas sobre os olhos para ajudar a diminuir o inchaço e o desconforto. Uma pomada oftálmica é aplicada sobre as incisões. O paciente recebe alta no mesmo dia, com a orientação de repouso relativo e de continuar as compressas frias em casa. É normal que a visão fique um pouco embaçada e que haja inchaço e hematomas, que atingem o seu pico nos primeiros dois a três dias. O desconforto é leve e bem controlado com os analgésicos prescritos.

Como devo fazer as compressas frias?

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As compressas frias são a medida mais importante para uma boa recuperação nos primeiros 3 dias. Elas ajudam a contrair os vasos sanguíneos, diminuindo o inchaço, os hematomas e o desconforto. O ideal é usar gazes ou compressas limpas embebidas em soro fisiológico gelado ou água filtrada fria. Elas devem ser aplicadas sobre as pálpebras fechadas, de forma suave, por cerca de 15 a 20 minutos, a cada 1 ou 2 horas, enquanto o paciente estiver acordado. Bolsas de gel térmico também podem ser usadas, mas sempre protegidas por uma toalha fina para não queimar a pele.

Quando os pontos são retirados?

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Os pontos utilizados na cirurgia de pálpebras são muito finos e delicados. A sua retirada é um processo simples e rápido, realizado no consultório do oftalmologista. Geralmente, os pontos são removidos entre 5 e 7 dias após a cirurgia. A remoção precoce é importante para evitar que os pontos deixem pequenas marcas na pele. O paciente pode sentir uma leve sensação de “picada” ou “puxão” durante a retirada, mas o procedimento não é doloroso e é muito rápido. Após a retirada dos pontos, a cicatrização continua, e o médico irá orientar sobre os cuidados com a cicatriz.

Quando posso voltar ao trabalho e às atividades normais?

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O retorno às atividades depende da sua extensão e da recuperação individual. Para atividades de escritório, que não exigem esforço físico, a maioria das pessoas retorna em 5 a 7 dias, geralmente após a retirada dos pontos. A maquiagem pode ser usada para disfarçar os hematomas residuais. Para atividades que exigem mais esforço físico, recomenda-se um afastamento de 2 a 3 semanas. Atividades físicas intensas, como musculação, devem ser evitadas por pelo menos 30 dias. A liberação para cada atividade será dada com maior precisão pelo seu médico nas consultas de retorno.

Preciso dormir em alguma posição específica?

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Sim, nos primeiros dias após a cirurgia, a posição ao dormir pode ajudar muito na recuperação. Recomenda-se dormir com a cabeceira da cama mais elevada, usando dois ou três travesseiros, e de barriga para cima. Essa posição ajuda a gravidade a trabalhar a seu favor, diminuindo o acúmulo de líquido na região dos olhos e, consequentemente, o inchaço. Dormir de lado ou de bruços deve ser evitado na primeira semana para não causar pressão ou trauma na área operada. Manter a cabeça elevada é um cuidado simples que faz uma grande diferença no controle do edema.

É normal o olho ficar roxo e inchado? Por quanto tempo?

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Sim, é completamente normal e esperado que as pálpebras fiquem roxas (com hematomas) e inchadas (com edema) após a cirurgia. Essa é a resposta natural do corpo ao procedimento. O pico do inchaço e dos hematomas ocorre por volta do segundo ou terceiro dia, e a partir daí eles começam a regredir. A maior parte dos hematomas e do inchaço melhora em cerca de 10 a 14 dias, mudando de cor, do roxo para o esverdeado e depois para o amarelo, até desaparecer. Um inchaço residual discreto pode persistir por algumas semanas, mas já não é tão aparente.

Quando posso voltar a usar maquiagem e lentes de contato?

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Recomenda-se esperar um pouco para voltar a usar maquiagem na região dos olhos. Após a retirada dos pontos, com cerca de 7 dias, o uso de um corretivo leve para disfarçar os hematomas já costuma ser liberado. Para maquiagens mais completas, como rímel e sombra, o ideal é esperar de 2 a 3 semanas, para garantir que as incisões estejam bem cicatrizadas e para não causar irritação. O uso de lentes de contato também deve ser suspenso. A maioria dos cirurgiões recomenda esperar pelo menos 2 semanas para voltar a usá-las, para evitar a manipulação excessiva das pálpebras. Lembre-se sempre de perguntar a seus médicos.

Quais os cuidados com o sol e com a cicatriz?

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A proteção solar é fundamental para uma boa cicatrização. Nos primeiros 30 dias, deve-se evitar a exposição solar direta. Após esse período, o uso de óculos de sol com boa proteção UV e a aplicação de protetor solar na região das pálpebras e das cicatrizes são indispensáveis por pelo menos 6 meses. O sol pode escurecer a cicatriz de forma permanente, deixando-a mais aparente. Após a retirada dos pontos, o médico pode indicar o uso de pomadas cicatrizantes ou de fitas de silicone para ajudar a cicatriz a ficar mais fina e clara, resultando em uma aparência final ainda melhor.

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CBCO Goiânia (GO)

Av. T-2, 401. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
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IOBH Belo Horizonte

R. Padre Rolim, 541 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-090
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COA Santa Efigênia BH

Rua Grão Pará, 737. Bairro de Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG).
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HOF Centro Biguaçu

Rua Francisco Petry, 146. Centro, Biguaçu, SC.
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CBV Unidade Luminar

SHCGN CRN 704/705 BL C LOJA 48 – Asa Norte, Brasília – DF, 70730-630
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CBV Hospital de Águas Claras (DASA)

Rua Arariba, lote 5 - Centro Médico, 7º andar, sala 1106
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HO Ribeirão Preto

Av. José Adolfo Bianco Molina, 2235. Jardim Canada – Ribeirão Preto (SP)
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HOA Araraquara

Rua Expedicionários do Brasil, 1407. Centro – Araraquara (SP)
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HOF Ingleses

Rod. Armando Calil Bulos, 6540 - salas 308, 309 e 310. Ingleses do Rio Vermelho
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HOF Campeche

Avenida Pequeno Príncipe, nº 1482, SL 04. Campeche, Florianópolis, SC
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HOF Square Corporate

Rod. José Carlos Daux, 5500 Bloco Campeche A, SL 334. Saco Grande, Floranópolis, SC
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HOF Estreito

Rua General Liberato Bittencourt,1474 – Térreo. Estreito, Florianópolis (SC)
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HOF Centro Florianópolis

Servidão Missão Jovem, 38. Centro, Florianópolis, SC.
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IOBH Lifecenter

Av. do Contorno, 4747 – Serra, Belo Horizonte – MG, 30110-921
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HOPE CEOFT Caruaru Shopping

Av. Adjar da Silva Casé, 800 • Caruaru Shopping, Piso Inferior • Loja 18 • Indianópolis, Caruaru – PE
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HOPE CEOFT Difusora

Av. Agamenon Magalhães, 444 • 10° Andar - Salas 501-506 • Maurício de Nassau • Caruaru – PE
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HOPE NEO Oftalmologia

Av. Oswaldo Cruz, 217 • 3º Andar • Sala 01, G2 • Maurício de Nassau, Caruaru – PE
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Oftalmos Sete de Setembro

Av. 7 de Setembro, 1015. Fazenda – Itajaí (SC)
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CCOlhos Macrovisão, Vitória

Rua Alfeu Alves Pereira, 79. Sala 408. Enseada do Suá, Vitória (ES).
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H.Olhos Visoclínica

Rua Estados Unidos, 450. São Paulo, SP. CEP: 01427-000
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Vilar Parnaíba Piauí

Av. Leonardo de Carvalho Castelo Branco- Floriopólis - Fecomércio, Parnaíba - PI, 64206-260
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Vilar Teresina Dirceu

Av. Joaquim Nelson, 3531 - Dirceu, Teresina - PI, 64078-225
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Vilar Teresina Jóquei

R. Gov. Joca Píres, 521 - Jóquei, Teresina - PI, 64048-210
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Vilar Teresina Matriz

R. Benjamin Constant, 2290 - Centro (Norte), Teresina - PI, 64000-280
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Oftalmos Marcos Konder

Av. Marcos Konder, 930 Centro – Itajaí (SC)
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Oftalmos Balneário Camboriú

Rua 10, 175. Centro – Balneário Camboriú (SC)
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Oftalmo Città Shopping Città America

Shopping Città America. Av. das Américas, 700 – Bloco 08 – Salas 101 A e 105 A. Barra da Tijuca – RJ
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H.Olhos Laser Ocular

Av. Portugal, 830 . Jd Bela Vista . Santo André . SP
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HRO Rio Anil Shopping

Av. São Luís Rei de França, Rio Anil Shopping, 8, Loja 1094. Turu – São Luís – MA
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HRO Golden Shopping

Av. dos Holandeses, Golden Shopping Calhau, Loja 40. Calhau – São Luís – MA
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HRO Shopping da Ilha

Av. Daniel de la Touche, 987, Shopping da Ilha. Cohama – São Luís – MA
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HRO São Domingos

Av. Jerônimo de Albuquerque, 540. Complexo do Hospital São Domingos. Bequimão - São Luís – MA
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HOSL Recife

Estrada do Encanamento, 909/873. Casa Forte, Recife - PE.
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HOS Centro, Aracaju

R. Santo Amaro, 296 – Centro, Aracaju (SE).
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HOS Jardins Aracaju

Av. Min. Geraldo Barreto Sobral, 2131, Térreo, Centro Médico Jardins. Aracaju – SE
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HOS Aracaju (matriz)

Rua Campo do Brito, 995, Bairro São José.
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HOPE Ilha do Leite

Rua Francisco Alves, 887 • Ilha do Leite, Recife - PE
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HOPE Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 • Shopping Recife, Boa Viagem, Recife - PE • 1° piso
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HOPE Shopping Guararapes

Av. Barreto de Menezes, 800 • Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE • Entrada A
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HOPE Plaza Casa Forte

R. Dr. João Santos Filho, 255 • Parnamirim, Recife - PE • Mezanino
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HOPE RioMar

Av. República do Líbano, 251. Shopping RioMar. Pina, Recife - PE
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HOPE Shopping Patteo Olinda

R. Carmelita Muniz de Araújo, 225 • Shopping Patteo Olinda, Casa Caiada, Olinda - PE • L4 Piso Ribeira
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H.Olhos Molinari

R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista. São Paulo - SP. CEP: 04503-011.
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H.Olhos Clinoft

Rua Doutor João Ribeiro, 184 - Penha de França. São Paulo - SP
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H.Olhos Paulista

Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP). Próximo à Estação Paraíso do Metrô.
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H.Olhos ABC

Avenida Lucas Nogueira Garcez, 169 - São Bernardo do Campo (SP)
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HOC, Vitória

Av. Rosendo Serapiao de Souza Filho, 95. Mata da Praia - Vitória /ES
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HOC, Várzea Grande

Av. Castelo Branco, 790 - Centro Sul, Várzea Grande - MT, 78110-002
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HOC, Cuiabá

Av. Gen. Ramiro de Noronha, 453 - Jardim Cuiabá, Cuiabá - MT, 78043-272
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H.Olhos São Caetano do Sul

R. Espírito Santo, 67 – Centro – São Caetano do Sul – SP – CEP: 09530-700.
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H.Olhos Mauá

Rua Campos Sales, 48 – Vila Bocaina – Mauá – SP.
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H.Olhos Diadema

Rua Carmine Flauto, 26 – Centro – Diadema – SP
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H.Olhos Santo André

Rua Dona Carlota, 166 – Vila Bastos – Santo André – SP – CEP: 09040-250.
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H.Olhos Santo Amaro

Av. Santo Amaro, 6277- Chácara Santo Antônio – São Paulo – CEP: 04701-100.
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H.Olhos CEOSP Moema

Av. Ibijaú, 331 - Moema, São Paulo - SP, 04524-020
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CCOlhos Santa Lúcia, Vitória

R. das Palmeiras, 721, Santa Lucia, Vitória – ES
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CBV, Araucárias

Avenida das Araucárias, 785 – Loja 03. Águas Claras, Brasília – DF, 71936-250
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CBV, Taguatinga Sul

QSA 1, Lote 08. Em frente ao Alameda Shopping. Taguatinga Sul, Brasília – DF, 72015-010
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CBV, Matriz L2 Sul

Avenida L2 Sul, Quadra 613, Lote 91. Asa Sul, Brasília – DF, 70200-730
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