Capsulotomia: indicações, técnica e resultados

Opacificação da cápsula posterior

A opacificação da cápsula posterior é a causa mais comum de perda de visão meses ou anos após uma cirurgia de catarata bem-sucedida. Durante a cirurgia, a lente intraocular é implantada dentro da cápsula do cristalino, uma fina membrana natural que é deixada para dar suporte. Com o tempo, células remanescentes do próprio cristalino podem migrar e crescer sobre a superfície dessa cápsula, fazendo com que ela perca a sua transparência. É como se um vidro que estava limpo ficasse embaçado. Essa opacidade bloqueia a passagem de luz, causando sintomas parecidos com os da catarata original.

Sintomas de opacidade

Os sintomas da opacificação da cápsula posterior são muito semelhantes aos da catarata. O paciente começa a notar uma piora gradual da visão, que volta a ficar embaçada ou nublada. A percepção das cores pode ficar menos viva, e pode haver um aumento da sensibilidade à luz (fotofobia) ou a percepção de halos e brilhos ao redor de luzes, principalmente à noite. Essa perda de qualidade visual pode dificultar atividades como ler, dirigir ou reconhecer rostos à distância. Quando esses sintomas aparecem, é um sinal de que pode ser o momento de realizar uma capsulotomia.

Não é “segunda catarata”

É muito comum que os pacientes se refiram a essa condição como o “retorno da catarata” ou “segunda catarata”. No entanto, é importante esclarecer que a catarata, uma vez removida, não volta. A lente intraocular implantada na cirurgia permanece transparente para sempre. O que ocorre é a opacificação da cápsula natural do olho, a estrutura que fica atrás da lente. O nome técnico é opacificação da cápsula posterior. Felizmente, a solução para esse problema é muito mais simples do que uma nova cirurgia, sendo resolvida com um procedimento a laser rápido e indolor no consultório.

A tecnologia YAG laser

A capsulotomia é realizada com um equipamento específico chamado YAG laser. Este laser tem a capacidade de emitir pulsos de energia extremamente curtos e precisos, que funcionam como uma espécie de “bisturi de luz”. Ele consegue focar sua energia em um ponto minúsculo com alta precisão, sem afetar as estruturas ao redor, como a lente intraocular ou a córnea. O YAG laser cria uma série de microdisrupções no tecido da cápsula opacificada, que se conectam para formar uma abertura central, limpando o eixo visual e permitindo que a luz volte a passar livremente até a retina.

Um procedimento rápido

A capsulotomia com YAG laser é um procedimento muito rápido e conveniente. Ele é realizado em ambiente ambulatorial, no próprio consultório oftalmológico, e não requer internação ou jejum. O paciente se senta no equipamento, que é muito parecido com o aparelho usado para exames de rotina. Após a dilatação da pupila e a aplicação de colírios anestésicos, o procedimento em si dura apenas alguns minutos. O oftalmologista posiciona uma lente especial sobre o olho e realiza os disparos do laser. Logo após, o paciente já é liberado para ir para casa, geralmente com a visão muito mais nítida.

Preparo para o procedimento

O preparo para uma capsulotomia é muito simples. Não é necessário jejum nem a suspensão da maioria dos medicamentos de uso diário. O único preparo é a dilatação da pupila do olho que será tratado, feita no próprio consultório com a aplicação de colírios, cerca de 30 minutos antes do procedimento. A pupila dilatada permite que o oftalmologista tenha uma visão ampla da cápsula posterior e consiga realizar a abertura a laser no local correto e com o tamanho ideal. Recomenda-se que o paciente venha com um acompanhante, pois a visão pode ficar um pouco embaçada por algumas horas devido à dilatação.

Conforto e segurança

Muitos pacientes se preocupam se o procedimento é doloroso, mas a capsulotomia não é dolorosa. Antes de iniciar, o oftalmologista aplica colírios anestésicos que removem toda a sensibilidade da superfície ocular. Durante a aplicação do laser, o paciente pode ouvir pequenos “cliques” e ver flashes de luz, mas não sentirá dor. O procedimento é considerado muito seguro, com um índice de complicações extremamente baixo. É uma das intervenções a laser mais seguras e eficazes realizadas na oftalmologia, proporcionando um grande benefício com um risco mínimo para o paciente.

Recuperação da nitidez

A melhora na qualidade da visão após a capsulotomia é, na maioria das vezes, percebida de forma muito rápida. Muitos pacientes relatam que a visão “limpou” imediatamente após o término do procedimento ou dentro das primeiras horas. A abertura criada na cápsula opaca restaura o caminho livre para a passagem da luz, e a nitidez, o contraste e a vivacidade das cores são recuperados. A visão pode ficar um pouco ofuscada no início devido à dilatação da pupila, mas assim que o efeito do colírio passa, o paciente já pode desfrutar do resultado e retomar as suas atividades normais.

Percepção de moscas volantes

Após o procedimento de capsulotomia, é comum que alguns pacientes notem o surgimento ou o aumento da percepção de “moscas volantes”, que são aqueles pequenos pontos, manchas ou fios que parecem flutuar no campo de visão. Isso ocorre porque os fragmentos da cápsula que foi aberta pelo laser ficam flutuando dentro do olho. Na grande maioria dos casos, esses fragmentos se depositam no fundo do olho ou são absorvidos com o tempo e a percepção dessas manchas diminui ou desaparece completamente ao longo de algumas semanas. É uma ocorrência normal e esperada.

Lente intraocular

A capsulotomia não afeta em nada a lente intraocular (LIO) que foi implantada durante a cirurgia de catarata. A energia do YAG laser é focada com extrema precisão apenas na cápsula posterior, a membrana que fica atrás da LIO. A lente em si não é tocada pelo laser e permanece intacta em sua posição. Os materiais modernos das lentes intraoculares são resistentes e projetados para não serem danificados por este tipo de procedimento. Portanto, a capsulotomia apenas “limpa a janela” atrás da lente, permitindo que ela volte a funcionar perfeitamente, proporcionando uma visão clara.

Aumento da pressão ocular

Uma das possíveis ocorrências após a capsulotomia é um aumento temporário da pressão intraocular. Isso pode acontecer nas primeiras horas após o procedimento, devido à inflamação ou aos pequenos fragmentos da cápsula que podem obstruir momentaneamente o sistema de drenagem do olho. Por essa razão, é comum que o oftalmologista meça a pressão ocular cerca de uma hora após o laser. Se houver um pico de pressão, ele pode ser facilmente controlado com o uso de colírios específicos. Esse aumento de pressão é quase sempre transitório e se resolve em pouco tempo.

Cuidados no pós-operatório

Os cuidados após uma capsulotomia são muito simples. Geralmente, o oftalmologista prescreve o uso de um colírio anti-inflamatório por alguns dias para minimizar qualquer reação inflamatória e acelerar a recuperação. Não há restrições significativas de atividades físicas e o paciente pode retomar a sua rotina normal logo no dia seguinte. Ressalta-se que alguns médicos recomendam evitar esforço físico intenso no primeiro dia. A única recomendação é evitar coçar os olhos. Como a pupila pode permanecer dilatada por algumas horas, o uso de óculos de sol pode trazer mais conforto no trajeto para casa. Um retorno para avaliação após alguns dias pode ser agendado.

Principais dúvidas sobre a capsulotomia

Com base nas perguntas mais comuns dos pacientes, este conteúdo explica, de forma clara, por que o procedimento é necessário, como o laser atua e o que esperar da sua recuperação visual.

Indicações para o procedimento
Sobre o procedimento
Precauções de segurança
Cuidados pré e pós-operatório
Indicações para o procedimento

O que é a opacificação da cápsula posterior?

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Após a cirurgia de catarata, a lente intraocular é posicionada dentro da cápsula do cristalino, uma fina membrana que é deixada para dar suporte. Em alguns pacientes, com o tempo, essa cápsula pode perder a sua transparência, um processo chamado de opacificação da cápsula posterior. É como se um vidro que estava limpo ficasse embaçado. Isso ocorre pelo crescimento de células na superfície da cápsula, o que bloqueia a passagem de luz e causa uma piora da visão, semelhante à da catarata. É a ocorrência mais comum após uma cirurgia de catarata bem-sucedida.

A catarata pode voltar? Por que preciso de outro procedimento?

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Não, a catarata não volta. A lente intraocular artificial que foi implantada na cirurgia permanece transparente para sempre. O que acontece é a opacificação da cápsula natural do olho que ficou para trás para segurar a lente. As pessoas costumam chamar de “sujeira na lente”. Como essa opacidade atrapalha a visão da mesma forma que a catarata, é preciso um procedimento para limpá-la. A capsulotomia é o tratamento indicado para criar uma abertura nessa cápsula embaçada, restaurando o caminho livre para a luz e devolvendo a nitidez da visão.

Quais sintomas indicam a necessidade de uma capsulotomia?

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Os sintomas são muito parecidos com os da catarata original. O paciente começa a notar, meses ou anos após a cirurgia, uma perda gradual da qualidade da visão. A queixa mais comum é a visão embaçada ou nublada, como se houvesse uma névoa. Outro sintoma muito frequente é o ofuscamento ou a sensibilidade à luz (fotofobia), que faz com que os faróis dos carros à noite ou a luz do sol se tornem muito incômodos. A percepção de cores menos vivas e a dificuldade para ler letras pequenas também são sinais. Quando a visão volta a piorar, a avaliação de um oftalmologista é indicada.

Quanto tempo após a cirurgia de catarata isso pode acontecer?

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A opacificação da cápsula posterior pode ocorrer em qualquer momento após a cirurgia de catarata, mas é mais comum que os sintomas apareçam entre seis meses e cinco anos após o procedimento. Não é uma regra, e o tempo varia muito de pessoa para pessoa. Alguns pacientes podem nunca desenvolver a opacidade, enquanto outros podem notar a visão embaçar mais cedo. O desenvolvimento dessa condição faz parte do processo de cicatrização natural do olho em resposta à cirurgia e à presença da lente intraocular, não sendo um sinal de que algo deu errado na cirurgia original.

Todas as pessoas que operam catarata precisam fazer a capsulotomia?

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Não, nem todas as pessoas precisam. A opacificação da cápsula posterior é uma ocorrência comum, afetando cerca de 20% a 30% dos pacientes nos primeiros cinco anos após a cirurgia de catarata, mas não acontece com todo mundo. A necessidade de realizar a capsulotomia depende do grau de opacidade e do quanto ela está impactando a visão e a qualidade de vida do paciente. Se a opacidade for leve e não estiver atrapalhando as atividades diárias, o oftalmologista pode optar por apenas acompanhar. O procedimento só é indicado quando a perda de visão se torna significativa.

A capsulotomia é considerada uma cirurgia?

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Embora seja um procedimento cirúrgico no sentido de que intervém em uma estrutura do olho, a capsulotomia a laser não é como uma cirurgia tradicional. Ela é um procedimento a laser, não invasivo, realizado em consultório. Não há cortes, incisões ou a necessidade de ir a um centro cirúrgico. É mais parecido com um exame do que com uma cirurgia. O termo correto é “procedimento a laser”. A sua simplicidade, rapidez e segurança o diferenciam muito de uma cirurgia intraocular como a de catarata, tornando-o um tratamento muito mais tranquilo para o paciente.

A escolha da lente intraocular influencia na opacidade?

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Sim, estudos mostram que o desenho e o material da lente intraocular podem influenciar na chance de desenvolver a opacificação da cápsula posterior. As lentes intraoculares modernas, especialmente as de acrílico hidrofóbico e com um desenho de borda quadrada, criam um efeito de barreira mais eficaz, dificultando a migração das células que causam a opacidade. Por isso, a taxa de capsulotomia diminuiu com a evolução das lentes. No entanto, mesmo com as melhores lentes, a opacificação ainda pode ocorrer, pois a resposta cicatricial também depende de fatores individuais de cada paciente.

Existe outra forma de tratar a "sujeira na lente"?

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Não, a capsulotomia com YAG laser é o tratamento padrão-ouro e a única forma eficaz e segura de tratar a opacificação da cápsula posterior. Não existem colírios, medicamentos ou exercícios que possam “limpar” a cápsula uma vez que ela ficou opaca. Tentar remover a opacidade cirurgicamente, entrando novamente no olho, seria um procedimento muito mais arriscado e invasivo. O YAG laser oferece uma solução elegante, precisa e não invasiva, que resolve o problema de forma definitiva em poucos minutos, com um perfil de segurança extremamente alto, sendo o tratamento de escolha em todo o mundo.

O procedimento é indicado para os dois olhos ao mesmo tempo?

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A capsulotomia a laser pode ser realizada nos dois olhos, se ambos tiverem a opacidade da cápsula. No entanto, o procedimento não é feito nos dois olhos no mesmo dia. Por uma questão de segurança e para avaliar a resposta do primeiro olho, os procedimentos são agendados em datas diferentes, geralmente com um intervalo de uma ou duas semanas entre eles. Isso permite que o primeiro olho se recupere completamente e que o médico avalie a pressão ocular e a qualidade da visão antes de realizar o procedimento no segundo olho, garantindo a máxima segurança para o paciente.

A capsulotomia serve para outros problemas além da opacidade?

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Sim, a principal indicação da capsulotomia YAG laser é a opacificação da cápsula posterior, mas a tecnologia também é utilizada para outro procedimento importante: a iridotomia periférica a laser. A iridotomia é indicada para o tratamento e a prevenção do glaucoma de ângulo fechado. Nela, o YAG laser é usado para criar um pequeno furo na íris (a parte colorida do olho), criando uma passagem alternativa para o líquido ocular e aliviando o bloqueio que causa o aumento da pressão. É o mesmo aparelho de laser, mas com uma aplicação e uma finalidade completamente diferentes.

Sobre o procedimento

Como o procedimento de capsulotomia a laser é realizado?

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O procedimento é simples e rápido. O paciente se senta em um equipamento que tem um microscópio e o laser acoplado, muito parecido com o aparelho de exame. Primeiro, a pupila do olho é dilatada com colírios. Depois, um colírio anestésico é aplicado. O médico então posiciona uma lente especial sobre o olho para focar o laser com precisão. Olhando pelo microscópio, ele realiza alguns disparos de YAG laser no centro da cápsula opaca. Esses disparos criam uma pequena abertura circular, como se fosse a abertura de uma janela, que limpa o eixo visual e permite que a luz passe novamente.

A capsulotomia a laser dói?

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Não, o procedimento é totalmente indolor. Antes de iniciar, o oftalmologista aplica várias gotas de um colírio anestésico que deixa a superfície do olho completamente “dormente”. O paciente não sente a lente que é encostada no olho nem os disparos do laser. Durante a aplicação, é comum ouvir pequenos “cliques” ou “estalos” e ver flashes de luz, o que é perfeitamente normal. A ausência de dor, a rapidez do procedimento e o fato de ser “não invasivo” tornam a capsulotomia uma experiência muito tranquila para a grande maioria dos pacientes.

Quanto tempo dura o procedimento?

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A capsulotomia a laser é extremamente rápida. A preparação, que envolve a dilatação da pupila, leva cerca de 20 a 30 minutos. Mas o procedimento em si, o tempo em que o paciente fica sentado no aparelho e o laser é aplicado, dura apenas alguns instantes. Geralmente, todo o processo de aplicação do laser leva de 1 a 2 minutos. É um dos procedimentos mais rápidos de toda a oftalmologia. Após o término, o paciente pode aguardar um pouco na clínica para uma medição da pressão ocular e, em seguida, já é liberado para ir para casa.

Preciso ir a um centro cirúrgico para fazer a capsulotomia?

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Não, uma das grandes conveniências da capsulotomia a laser é que ela é um procedimento ambulatorial, realizado na própria clínica ou consultório oftalmológico. Não há necessidade de ir a um hospital ou a um centro cirúrgico. O equipamento de YAG laser é um aparelho que fica em uma sala de exames específica para procedimentos a laser. Isso torna o processo muito mais simples e ágil para o paciente, que não precisa de jejum, internação ou da preparação mais complexa que uma cirurgia intraocular exige. A capsulotomia é tratada como um procedimento de consultório.

O que eu vou ver e sentir durante o laser?

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Durante o procedimento, o paciente fica sentado confortavelmente, com o queixo e a testa apoiados no aparelho. O oftalmologista irá orientar o paciente a olhar para frente, para um ponto de fixação. Ao encostar a lente no olho, o paciente pode sentir um leve toque. Durante os disparos do laser, ele verá flashes de luz, geralmente vermelha, que é a mira do laser, e a luz do microscópio. É comum também ouvir pequenos “estalos”, que é o som do laser atuando na cápsula. Não há sensação de dor, apenas essas percepções visuais e auditivas, que são normais.

O procedimento precisa ser refeito algum dia?

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Não, o resultado da capsulotomia a laser é definitivo. A abertura que o laser cria na cápsula posterior é permanente e não se fecha novamente. Uma vez que o eixo visual está limpo, a visão recupera a sua nitidez de forma duradoura. Não existe a possibilidade de a “sujeira na lente” voltar a se formar no mesmo local. Portanto, a capsulotomia é um procedimento que, na imensa maioria das vezes, precisa ser feito apenas uma única vez na vida para cada olho que desenvolve a opacidade. O benefício obtido com o procedimento é para o resto da vida.

Qual profissional realiza a capsulotomia?

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A capsulotomia a laser é um procedimento que deve ser realizado por um médico oftalmologista. É um profissional treinado e habilitado para operar o equipamento de laser com segurança e precisão. Geralmente, são os oftalmologistas que realizam a cirurgia de catarata que também realizam a capsulotomia, pois é um procedimento diretamente relacionado. O conhecimento da anatomia ocular e a experiência no manejo do laser são importantes para a realização do procedimento de forma segura e para a obtenção do melhor resultado, com uma abertura bem centralizada e com o tamanho ideal.

A pupila precisa ser dilatada?

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Sim, a dilatação da pupila é um passo importante e necessário para a realização da capsulotomia. O oftalmologista aplica colírios que dilatam a pupila alguns minutos antes do procedimento. A pupila dilatada funciona como uma “janela” maior, que permite ao médico ter uma visão ampla e clara de toda a cápsula posterior, que fica atrás da íris. Isso é fundamental para que ele possa centralizar a abertura do laser perfeitamente no eixo visual e para que a abertura tenha um tamanho adequado, maior que o da pupila em condições normais, para evitar que as bordas da abertura atrapalhem a visão.

O resultado da capsulotomia é imediato?

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Sim, a melhora da visão após a capsulotomia é notada de forma muito rápida, muitas vezes de forma imediata. Assim que a abertura na cápsula é feita, o caminho para a luz chegar à retina é desobstruído. Muitos pacientes já relatam uma melhora da nitidez assim que o procedimento termina. No entanto, a visão pode ficar um pouco embaçada e ofuscada nas primeiras horas por dois motivos: o efeito do colírio que dilata a pupila e o gel que pode ser usado com a lente sobre o olho. Assim que a pupila volta ao seu tamanho normal, o que leva de 4 a 6 horas, o paciente percebe o resultado final.

Por que se coloca uma lente no olho durante o procedimento?

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Durante a aplicação do laser, o oftalmologista encosta uma lente de contato especial na superfície do olho do paciente. Essa lente tem algumas funções importantes. Primeiro, ela ajuda a manter o olho estável e as pálpebras abertas. Segundo, ela neutraliza a curvatura da córnea e funciona como uma lupa, permitindo que o médico visualize a cápsula posterior com uma magnificação muito maior e com mais detalhes. E terceiro, e mais importante, ela ajuda a focar a energia do laser em um ponto extremamente preciso sobre a cápsula, garantindo a eficácia do tratamento e protegendo as outras estruturas do olho.

Precauções de segurança

A capsulotomia YAG laser é um procedimento seguro?

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Sim, a capsulotomia YAG laser é considerada um dos procedimentos mais seguros de toda a oftalmologia. É uma técnica não invasiva, controlada por computador e com um índice de complicações muito baixo. A energia do laser é aplicada de forma extremamente precisa e focada apenas na cápsula posterior, sem afetar a lente intraocular ou outras estruturas sensíveis do olho. Milhões de procedimentos de capsulotomia são realizados todos os anos no mundo todo, com um altíssimo perfil de segurança e eficácia, proporcionando um grande benefício para a visão com um risco mínimo para o paciente.

Quais são os riscos do procedimento?

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Embora seja muito seguro, como todo procedimento médico, a capsulotomia possui alguns riscos, que são raros. O mais comum é um aumento temporário da pressão intraocular, que pode ocorrer nas primeiras horas e é facilmente controlado com colírios. Outros riscos incluem um pouco de inflamação, um leve inchaço da córnea ou da mácula e o surgimento de moscas volantes. Em casos muito raros, a abertura na cápsula pode permitir que o gel vítreo se mova para a frente, o que poderia estar associado a um risco ligeiramente aumentado de descolamento de retina a longo prazo.

O laser pode danificar a lente intraocular?

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Não, o laser não danifica a lente intraocular. Essa é uma preocupação muito comum, mas a tecnologia do YAG laser é projetada para ser extremamente precisa. O feixe de laser é focado em um ponto minúsculo, exatamente sobre a fina membrana da cápsula posterior, que fica atrás da lente. A lente intraocular em si não é o alvo do laser. É possível que, em alguns casos, o laser cause uma pequena marca superficial na lente, chamada de “pitting”, mas essas marcas são microscopicamente pequenas, não afetam a qualidade óptica da lente e não causam nenhum prejuízo para a visão do paciente.

A capsulotomia pode causar descolamento de retina?

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O descolamento de retina é uma complicação muito rara após a capsulotomia, mas existe um risco ligeiramente aumentado, especialmente em pacientes que já tinham outros fatores de risco, como alta miopia. Acredita-se que a abertura na cápsula posterior possa alterar um pouco a dinâmica do gel vítreo dentro do olho, o que poderia, em alguns casos, levar a uma tração sobre a retina. No entanto, a incidência é muito baixa. É importante que o paciente esteja ciente dos sintomas de alerta de um descolamento de retina, como flashes de luz e o surgimento súbito de muitas moscas volantes, e procure o médico se eles ocorrerem.

O que são as "moscas volantes" que aparecem depois?

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É muito comum e esperado que o paciente perceba um aumento das “moscas volantes” (pequenos pontos ou fios flutuantes) após a capsulotomia. Isso ocorre porque os pequenos fragmentos da cápsula que foi aberta pelo laser ficam boiando no gel vítreo, a substância que preenche o olho. Eles fazem uma sombra na retina, e é essa sombra que é percebida. Na grande maioria dos casos, essa é uma ocorrência temporária. Com o tempo, esses fragmentos tendem a se depositar no fundo do olho, fora do eixo visual, ou o cérebro simplesmente se adapta e aprende a ignorá-los, e a percepção diminui muito.

Por que a pressão do olho é medida após o procedimento?

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A medição da pressão intraocular, geralmente uma ou duas horas após a capsulotomia, é uma medida de segurança importante. Em uma pequena porcentagem de pacientes, pode ocorrer um aumento transitório da pressão ocular. Isso pode ser causado por uma leve inflamação ou pelos fragmentos da cápsula que obstruem momentaneamente o sistema de drenagem do olho. Ao medir a pressão, o oftalmologista pode identificar rapidamente esse pico e, se necessário, prescrever um colírio para baixá-la, evitando qualquer desconforto ou risco para o nervo óptico. Esse aumento de pressão quase sempre se resolve em poucas horas.

O procedimento pode causar inflamação no olho?

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Sim, qualquer procedimento a laser pode causar uma leve reação inflamatória no olho, o que é uma resposta normal do tecido. Após a capsulotomia, uma inflamação leve (uveíte) pode ocorrer, causando um pouco de vermelhidão, sensibilidade à luz e desconforto. Para prevenir e tratar essa inflamação, o oftalmologista prescreve o uso de um colírio anti-inflamatório por alguns dias após o procedimento. O uso correto do colírio é suficiente para controlar a inflamação e garantir que a recuperação seja rápida e tranquila. Uma inflamação mais severa é uma ocorrência muito rara.

A capsulotomia pode causar inchaço na retina (edema de mácula)?

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O edema de mácula cistoide é uma complicação rara após a capsulotomia, mas que pode ocorrer. Consiste no acúmulo de líquido na mácula, a área central da retina, o que pode deixar a visão embaçada ou distorcida. O risco é um pouco maior em pacientes que já têm outras doenças, como diabetes, ou que tiveram uma cirurgia de catarata com complicações. Felizmente, essa é uma condição tratável. O edema de mácula geralmente responde bem ao tratamento com colírios anti-inflamatórios mais potentes, e a visão costuma se recuperar completamente.

É seguro dirigir logo após o procedimento?

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Não, não é seguro e nem recomendado dirigir logo após a capsulotomia. O principal motivo é que, para realizar o procedimento, a pupila do olho precisa ser dilatada com colírios. A pupila dilatada deixa a visão embaçada e aumenta muito a sensibilidade à luz (ofuscamento), o que torna a direção perigosa. O efeito do colírio dilatador dura algumas horas. Por isso, é indispensável que o paciente venha ao consultório com um acompanhante que possa levá-lo para casa após o término do procedimento.

Posso fazer o procedimento se tiver glaucoma?

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Sim, pacientes com glaucoma podem realizar a capsulotomia com segurança. O oftalmologista tomará cuidados adicionais, pois esses pacientes podem ter uma chance um pouco maior de apresentar um pico de pressão ocular após o laser. O médico pode optar por usar uma energia de laser um pouco menor e pode prescrever um colírio para baixar a pressão de forma preventiva, para ser usado logo antes ou após o procedimento. O acompanhamento da pressão no pós-procedimento é feito com ainda mais atenção. A capsulotomia não piora o glaucoma e é importante para restaurar a visão.

Cuidados pré e pós-operatório

Preciso de algum preparo especial para a capsulotomia?

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O preparo para a capsulotomia é muito simples. Não é necessário fazer jejum e o paciente pode tomar seus medicamentos de uso diário normalmente. O único preparo no dia é a dilatação da pupila, que é feita na própria clínica com a aplicação de colírios, cerca de 20 a 30 minutos antes do procedimento. A recomendação mais importante é que o paciente venha com um acompanhante, pois, devido à pupila dilatada, a visão fica embaçada e sensível à luz por algumas horas, o que impede de dirigir com segurança após o procedimento. Recomenda-se também trazer óculos de sol.

Quais colírios são usados no dia do procedimento?

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No dia da capsulotomia, basicamente dois tipos de colírios são utilizados. O primeiro é um colírio midriático, que tem a função de dilatar a pupila para que o médico possa visualizar bem a cápsula. O segundo é um colírio anestésico, que é aplicado momentos antes do laser para eliminar qualquer sensação de dor ou desconforto na superfície do olho. Em alguns casos, o oftalmologista pode optar por instilar também um colírio para baixar a pressão ocular, como uma medida preventiva para evitar picos de pressão no pós-procedimento, especialmente em pacientes com glaucoma.

Quais cuidados devo ter logo após o procedimento?

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Logo após a capsulotomia, os cuidados são mínimos. O principal é ter um pouco de paciência com a visão embaçada, que irá melhorar assim que o efeito do colírio dilatador passar, o que leva de 4 a 6 horas. O uso de óculos de sol é muito recomendado para diminuir o desconforto com a claridade nesse período. Não é necessário usar nenhum tipo de curativo ou tampão. O paciente pode piscar normalmente. Recomenda-se evitar coçar os olhos. Fora isso, não há grandes restrições. O paciente é liberado para casa logo após o procedimento e uma breve observação na clínica.

Preciso usar colírios em casa após a capsulotomia?

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Sim, geralmente o oftalmologista prescreve o uso de um colírio em casa. A prescrição mais comum é a de um colírio anti-inflamatório, que deve ser usado por alguns dias, geralmente de 5 a 7 dias. A função desse colírio é prevenir e tratar a leve inflamação que o laser pode causar, garantindo que a recuperação seja mais rápida e confortável, e diminuindo o risco de complicações, como o edema de mácula. É muito importante seguir a receita e usar o colírio nos horários e pelo período indicado pelo seu médico para um bom resultado.

Quando posso voltar às minhas atividades normais?

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O retorno às atividades normais é praticamente imediato. O paciente pode retomar a sua rotina, como trabalhar, ler ou usar o computador, já no dia seguinte ao procedimento. Não há restrições quanto a atividades físicas, como caminhar, correr ou ir à academia. A única limitação é no próprio dia do procedimento, por conta da visão embaçada pela dilatação da pupila. Assim que a visão volta ao normal, poucas horas depois, a vida segue sem nenhuma restrição. É um dos procedimentos com a recuperação mais rápida e simples da oftalmologia.

Posso praticar esportes ou levantar peso após o procedimento?

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Sim, não há nenhuma restrição quanto a atividades físicas ou levantar peso após a capsulotomia. Como o procedimento é não invasivo e não envolve cortes ou incisões, não há um período de cicatrização que exija repouso físico. O paciente pode voltar à sua rotina de exercícios normalmente já no dia seguinte. A única recomendação é ter bom senso e, se sentir algum desconforto, esperar um ou dois dias. Atividades aquáticas, como natação, também são liberadas, pois não há risco de infecção como em uma cirurgia com incisões.

É normal a visão ficar embaçada depois? Por quanto tempo?

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Sim, é completamente normal a visão ficar embaçada logo após a capsulotomia. O principal motivo é o colírio usado para dilatar a pupila, que deixa a visão fora de foco e aumenta a sensibilidade à luz. Esse efeito dura, em média, de 4 a 6 horas, mas pode variar um pouco de pessoa para pessoa. Além disso, o gel que pode ser usado com a lente sobre o olho e os pequenos fragmentos da cápsula flutuando podem contribuir para um leve embaçamento inicial. Assim que a pupila retorna ao seu tamanho normal, a visão tende a ficar nítida e clara.

Preciso de algum acompanhamento após a capsulotomia?

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Sim, um acompanhamento é recomendado. Geralmente, o oftalmologista agenda uma consulta de retorno para cerca de uma a duas semanas após o procedimento. Nessa consulta, ele irá avaliar o resultado da capsulotomia, verificando se a abertura na cápsula está com um bom tamanho e bem posicionada. Ele também irá medir a pressão intraocular para se certificar de que está tudo normal e avaliar a presença de qualquer sinal de inflamação. Após essa consulta de revisão, o paciente retorna ao seu acompanhamento oftalmológico de rotina, geralmente anual.

Posso usar meus óculos logo após o procedimento?

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Sim, o paciente pode e deve usar seus óculos normalmente após o procedimento. A capsulotomia não altera o “grau” do olho. Ela apenas remove o embaçamento que estava na frente, permitindo que a correção dos óculos volte a funcionar de forma eficaz. No entanto, é comum que, com a visão mais nítida após o laser, o paciente perceba que o grau dos seus óculos não está mais perfeitamente ajustado. A consulta de retorno, após algumas semanas, é o momento ideal para fazer uma nova refração e, se necessário, atualizar a receita dos óculos para obter a melhor visão possível.

O que devo fazer se notar algo estranho, como flashes de luz?

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Embora as complicações sejam raras, é importante que o paciente esteja ciente dos sinais de alerta. Se, nos dias ou semanas após a capsulotomia, o paciente notar o surgimento súbito de muitos flashes de luz, um aumento muito grande de moscas volantes ou o aparecimento de uma sombra escura ou “cortina” no campo de visão, ele deve entrar em contato com o seu oftalmologista imediatamente. Esses são os sintomas clássicos de um descolamento de retina que, embora seja um risco muito raro, é uma urgência médica. Dor intensa ou vermelhidão que piora também devem ser comunicadas.

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HRO Elleve Plástica

Av. dos Holandeses, 200, loja 97A-98. Calhau – São Luís – MA
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HOS Lagarto

Tv. Anchieta, 22. Rua Josias Correia Fontes, 22. Centro, Lagarto (SE)
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HRO V+ Oftalmologia

Av. Jerônimo de Albuquerque, 02. Cohab Anil I, São Luís (MA).
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HOP Palmas

402 Sul Av Joaquim T S Lote 2 - Plano Diretor Sul, Palmas - TO, 77021-622
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Totum Saúde Mangalô

Av. Mangalô, 2051. St. Morada do Sol, Goiânia – GO, 74475-115
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Totum Saúde Bueno

Av. T-2, 427. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
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CBCO Goiânia (GO)

Av. T-2, 401. St. Bueno, Goiânia (GO), 74210-010
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IOBH Belo Horizonte

R. Padre Rolim, 541 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-090
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COA Santa Efigênia BH

Rua Grão Pará, 737. Bairro de Santa Efigênia, em Belo Horizonte (MG).
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HOF Centro Biguaçu

Rua Francisco Petry, 146. Centro, Biguaçu, SC.
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CBV Unidade Luminar

SHCGN CRN 704/705 BL C LOJA 48 – Asa Norte, Brasília – DF, 70730-630
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CBV Hospital de Águas Claras (DASA)

Rua Arariba, lote 5 - Centro Médico, 7º andar, sala 1106
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HO Ribeirão Preto

Av. José Adolfo Bianco Molina, 2235. Jardim Canada – Ribeirão Preto (SP)
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HOA Araraquara

Rua Expedicionários do Brasil, 1407. Centro – Araraquara (SP)
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HOF Ingleses

Rod. Armando Calil Bulos, 6540 - salas 308, 309 e 310. Ingleses do Rio Vermelho
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HOF Campeche

Avenida Pequeno Príncipe, nº 1482, SL 04. Campeche, Florianópolis, SC
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HOF Square Corporate

Rod. José Carlos Daux, 5500 Bloco Campeche A, SL 334. Saco Grande, Floranópolis, SC
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HOF Estreito

Rua General Liberato Bittencourt,1474 – Térreo. Estreito, Florianópolis (SC)
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HOF Centro Florianópolis

Servidão Missão Jovem, 38. Centro, Florianópolis, SC.
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IOBH Lifecenter

Av. do Contorno, 4747 – Serra, Belo Horizonte – MG, 30110-921
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HOPE CEOFT Caruaru Shopping

Av. Adjar da Silva Casé, 800 • Caruaru Shopping, Piso Inferior • Loja 18 • Indianópolis, Caruaru – PE
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HOPE CEOFT Difusora

Av. Agamenon Magalhães, 444 • 10° Andar - Salas 501-506 • Maurício de Nassau • Caruaru – PE
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HOPE NEO Oftalmologia

Av. Oswaldo Cruz, 217 • 3º Andar • Sala 01, G2 • Maurício de Nassau, Caruaru – PE
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Oftalmos Sete de Setembro

Av. 7 de Setembro, 1015. Fazenda – Itajaí (SC)
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CCOlhos Macrovisão, Vitória

Rua Alfeu Alves Pereira, 79. Sala 408. Enseada do Suá, Vitória (ES).
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H.Olhos Visoclínica

Rua Estados Unidos, 450. São Paulo, SP. CEP: 01427-000
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Vilar Parnaíba Piauí

Av. Leonardo de Carvalho Castelo Branco- Floriopólis - Fecomércio, Parnaíba - PI, 64206-260
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Vilar Teresina Dirceu

Av. Joaquim Nelson, 3531 - Dirceu, Teresina - PI, 64078-225
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Vilar Teresina Jóquei

R. Gov. Joca Píres, 521 - Jóquei, Teresina - PI, 64048-210
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Vilar Teresina Matriz

R. Benjamin Constant, 2290 - Centro (Norte), Teresina - PI, 64000-280
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Oftalmos Marcos Konder

Av. Marcos Konder, 930 Centro – Itajaí (SC)
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Oftalmos Balneário Camboriú

Rua 10, 175. Centro – Balneário Camboriú (SC)
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Oftalmo Città Shopping Città America

Shopping Città America. Av. das Américas, 700 – Bloco 08 – Salas 101 A e 105 A. Barra da Tijuca – RJ
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H.Olhos Laser Ocular

Av. Portugal, 830 . Jd Bela Vista . Santo André . SP
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HRO Rio Anil Shopping

Av. São Luís Rei de França, 8. Rio Anil Shopping, Loja 1094. Turu – São Luís – MA
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HRO Golden Shopping

Av. dos Holandeses, Golden Shopping Calhau, Loja 40. Calhau – São Luís – MA
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HRO Shopping da Ilha

Av. Daniel de la Touche, 987, Shopping da Ilha. Cohama – São Luís – MA
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HRO São Domingos

Av. Jerônimo de Albuquerque, 540. Complexo do Hospital São Domingos. Bequimão - São Luís – MA
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HOSL Recife

Estrada do Encanamento, 909/873. Casa Forte, Recife - PE.
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HOS Centro, Aracaju

R. Santo Amaro, 296 – Centro, Aracaju (SE).
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HOS Jardins Aracaju

Av. Min. Geraldo Barreto Sobral, 2131, Térreo, Centro Médico Jardins. Aracaju – SE
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HOS Aracaju (matriz)

Rua Campo do Brito, 995, Bairro São José.
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HOPE Ilha do Leite

Rua Francisco Alves, 887 • Ilha do Leite, Recife - PE
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HOPE Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 • Shopping Recife, Boa Viagem, Recife - PE • 1° piso
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HOPE Shopping Guararapes

Av. Barreto de Menezes, 800 • Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE • Entrada A
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HOPE Plaza Casa Forte

R. Dr. João Santos Filho, 255 • Parnamirim, Recife - PE • Mezanino
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HOPE RioMar

Av. República do Líbano, 251. Shopping RioMar. Pina, Recife - PE
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HOPE Shopping Patteo Olinda

R. Carmelita Muniz de Araújo, 225 • Shopping Patteo Olinda, Casa Caiada, Olinda - PE • L4 Piso Ribeira
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H.Olhos Molinari

R. Bento de Andrade, 379 - Jardim Paulista. São Paulo - SP. CEP: 04503-011.
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H.Olhos Clinoft

Rua Doutor João Ribeiro, 184 - Penha de França. São Paulo - SP
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H.Olhos Paulista

Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP). Próximo à Estação Paraíso do Metrô.
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H.Olhos ABC

Avenida Lucas Nogueira Garcez, 169 - São Bernardo do Campo (SP)
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HOC, Vitória

Av. Rosendo Serapiao de Souza Filho, 95. Mata da Praia - Vitória /ES
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HOC, Cuiabá

Av. Gen. Ramiro de Noronha, 453 - Jardim Cuiabá, Cuiabá - MT, 78043-272
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H.Olhos São Caetano do Sul

R. Espírito Santo, 67 – Centro – São Caetano do Sul – SP – CEP: 09530-700.
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H.Olhos Mauá

Rua Campos Sales, 48 – Vila Bocaina – Mauá – SP.
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H.Olhos Diadema

Rua Carmine Flauto, 26 – Centro – Diadema – SP
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H.Olhos Santo André

Rua Dona Carlota, 166 – Vila Bastos – Santo André – SP – CEP: 09040-250.
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H.Olhos Santo Amaro

Av. Santo Amaro, 6277- Chácara Santo Antônio – São Paulo – CEP: 04701-100.
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H.Olhos CEOSP Moema

Av. Ibijaú, 331 - Moema, São Paulo - SP, 04524-020
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CCOlhos Santa Lúcia, Vitória

R. das Palmeiras, 721, Santa Lucia, Vitória – ES
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CBV, Araucárias

Avenida das Araucárias, 785 – Loja 03. Águas Claras, Brasília – DF, 71936-250
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CBV, Taguatinga Sul

QSA 1, Lote 08. Em frente ao Alameda Shopping. Taguatinga Sul, Brasília – DF, 72015-010
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CBV, Matriz L2 Sul

Avenida L2 Sul, Quadra 613, Lote 91. Asa Sul, Brasília – DF, 70200-730
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